sexta-feira, 11 de novembro de 2011





Newton Ramalho


 


colunaclaquete@gmail.com – www.colunaclaquete.blogspot.com  - @colunaclaquete




 


O que está em cartaz


Bem-vindos ao dia 11/11/11. Esta coincidência de data é explorada no suspense “11-11-11”, uma das estreias deste final de semana. Estreiam, também, o suspense “Reféns”, com Nicolas Cage e Nicole Kidman, e o drama “Balada do Amor e do Ódio”. Na próxima quinta-feira acontece a aguardada pré-estreia de “Amanhecer – Parte 1”. Continuam em cartaz o drama “A Casa dos Sonhos” (vejam na Sessão Filme da Semana), o suspense “Terror na Água”, o drama nacional “O Palhaço”, a aventura “Gigantes de Aço”, e o terror “Atividade Paranormal 3”. Nas programações exclusivas, o Cinemark exibe “A Pele Que Habito”, do diretor espanhol Pedro Almodóvar, a comédia “O Retorno de Johnny English”, “Os Três Mosqueteiros”, “Diário de um Banana 2: Rodrick é o cara”, “Zelador Animal”, e “Palavra Cantada”, enquanto o Moviecom mantém o suspense “Contágio”, de Steven Soderbergh, e o documentário “Rock Brasília – Era de Ouro”.

 

Estreia 1: “Reféns”


Em “Reféns”, Kyle (Nicolas Cage) e Sarah (Nicole Kidman) vivem em uma elegante e segura casa com todos os confortos modernos. Sua única filha, Avery (Liana Liberato) é uma adolescente linda, mas ainda muito rebelde. Tudo está bem até o momento em que a casa é invadida por criminosos e a família é feita refém. Agora, todos os segredos da família deverão ser revelados na luta contra os invasores. A direção é de Joel Schumacher. “Reféns”  estréia nesta sexta-feira, na Sala 5 do Cinemark, e na Sala 4 do Moviecom. Classificação indicativa 12 anos.

Estreia 2: “Balada do Amor e do Ódio”


Durante a Guerra Civil espanhola , o Palhaço Branco, recrutado a força pela milícia destrói a foiçadas os soldados do Exercito Nacional sempre vestido de palhaço. Muitos anos depois, Xavier, o filho do palhaço vai trabalhar como o Palhaço Triste num circo onde encontra figuras das mais extraordinárias. Ali ele encontra Sergio, outro palhaço. É o início da historia dos dois na luta pelo amor da mais bonita e sedutora mulher do circo. A direção é de Alex de la Iglesia. “Balada do Amor e do Ódio”  estréia nesta sexta-feira, na Sala 5 do Cinemark, sempre na sessão de 14h00. Classificação indicativa 16 anos.

 

Estreia 3: “11-11-11”


Depois da trágica morte de sua esposa e filho, o escritor Joseph Crone (Timothy Gibbs) viaja  até a Espanha para rever seu irmão esquisito e seu oi moribundo. Não tarda para que ele comece a ter encontros sombrios, sempre misteriosamente relacionados com o número 11. A curiosidade vira obsessão e Joseph descobre que 11/11/11 não é apenas uma data, mas um aviso. A direção é de Darren Lynn Bousman, mesmo diretor de “Jogos Mortais 2”, “Jogos Mortais 3” e “Jogos Mortais 4”. “11-11-11”  estréia nesta sexta-feira, na Sala 1 do Cinemark, e na Sala 7 do Moviecom. Classificação indicativa 12 anos.

 

Pré-Estreia: “Amanhecer – Parte 1”


Nos aguardados capítulos finais da saga “Crepúsculo”, a felicidade dos recém-casados Bella Swan (Kristen Stewart) e Edward Cullen (Robert Pattinson) é interrompida quando uma série de traições e desgraças ameaça destruir o mundo deles. Após seu casamento, Bella e Edward viajam para o Rio de Janeiro em lua-de-mel. Logo, Bella descobre que está grávida e, durante um parto quase fatal, Edward finalmente realiza seu desejo de tornar-se imortal. Mas a chegada da filha, Renesmee, coloca em movimento uma perigosa cadeia de eventos que encurrala os Cullen e seus aliados contra os poderosos Volturi, preparando o palco para uma batalha sangrenta. A direção é Bill Condon. “Amanhecer – Parte 1”  terá pré-estréia na meia-noite da próxima quinta-feira, tanto no Cinemark quanto no Moviecom. Classificação indicativa 14 anos. Cópias dubladas e legendadas.


Sessão Filme da Semana: “A Casa dos Sonhos”
  
Possivelmente muitos já ouviram falar de algum evento relacionado com o sobrenatural, os casos que são conhecidos como comunicação com espíritos de pessoas já falecidas. Embora a maioria seja apenas um “causo” que se conta e reconta, existem outros que levantam dúvidas mesmo. Para os cientistas, psicólogos e psiquiatras, essa história de falar com os mortos é um sinal de que a pessoa está com algum problema. É com este enfoque que o tema é tratado em “A Casa dos Sonhos”.
No início do filme encontramos Will Atenton (Daniel Craig), um bem sucedido editor em Manhattan que vai na contramão da maioria dos trabalhadores atuais. Ele decide
deixar o emprego para dedicar-se a escrever um livro, e poder ter mais tempo com a esposa Libby (Rachel Weisz) e suas duas filhas, em uma casa num elegante e calmo subúrbio da Nova Inglaterra.
Tudo parece ir maravilhosamente bem para a família, mas, eles começam a perceber que estão sendo vigiados por um estranho homem. Ao investigar mais a fundo, Will descobre que a sua casa foi cena de um crime, cinco anos antes, e que o principal suspeito fora liberado de um hospital psiquiátrico por falta de provas.
O mais estranho é que ninguém, nem mesmo a polícia parece estar interessada no caso. Para completar, os adolescentes da cidade invadem o porão da casa de Will, escrevendo mensagens nas paredes e fazendo cerimônias bizarras.
Como as perturbações continuam ameaçando a paz de sua família, Will decide investigar por conta própria. Estarrecido, ele encontra uma foto de sua família no quarto que era utilizado por Peter Ward, o homem cuja família foi assassinada e de que era principal suspeito.
Uma pessoa parece conhecer alguma coisa que pode ajudá-lo. Ann Patterson (Naomi Watts), a sua vizinha de frente, conhecia bem a família da tragédia, e estava em casa na noite do crime. Porém, como todo mundo, parecia reticente em revelar alguma coisa a mais para Will.
Quando Will decide visitar a instituição psiquiátrica onde Peter Ward ficara encarcerado durante cinco anos, ele é submetido a uma revelação estarrecedora, a de que ele e o homem que procura são a mesma pessoa, e que tudo o que pensa que é a sua vida, é apenas uma ilusão criada por sua mente.
Os desdobramentos que surgem daí vão se confundindo mais, e envolvem muito além da família assassinada. Os acontecimentos se precipitam, e uma nova tragédia parece estar a caminho de se repetir.
Este filme propicia uma discussão interessante sobre a comunicação com os mortos, que tanto deve interessar as pessoas que estudam a doutrina espírita, quanto os que lidam com assuntos psicológicos. Na história sempre se considerou loucura o fato de “ouvir vozes”. Por outro lado, existem muitos relatos de experiências que só podem ser explicadas pelo espiritismo.
Como descobrir o que é uma coisa ou outra? Se Will conseguia ver, tocar e falar com sua esposa morta, isso era uma experiência paranormal ou simplesmente uma manifestação de insanidade, uma criação de uma mente sofrida, que cria mecanismos para se proteger da perda ou da culpa?
“Casa dos Sonhos” teve muitos problemas durante as filmagens, devido desentendimentos entre o diretor Jim Sheridan e o chefão da Morgan Creek, Jim Robinson. Quando Sheridan quis refazer algumas cenas que não foram bem aceitas nas sessões de teste, o estúdio simplesmente tomou o filme e editou do jeito que queriam, levando o diretor a pedir que tirassem o seu nome dos créditos.
Esses desentendimentos refletiram-se para fora dos sets de filmagens, pois a bilheteria mal chegou a 21 milhões de dólares, para um custo de realização de 55 milhões de dólares. Os atores Daniel Craig e Rachel Weisz também tomaram partido do diretor, recusando-se a participar da promoção do filme.
Mesmo com a impressão de ter parte do mistério revelado muito cedo, “A Casa dos Sonhos” é um filme interessante, por trazer temas já muito explorados com uma ótica diferente. Não é um filme para o grande público, mas, para quem gosta de pensar um pouco mais no que está na telona. Confiram.



Lançamentos em DVD/Blu-Ray

 
“Sua Alteza”

Tudo corria bem na vida do preguiçoso Thadeous (Danny McBride) e do valente Fabious (James Franco), irmãos e herdeiros do Rei Tallious (Charles Dance), até o dia em que a jovem Belladonna (Zooey Deschanel), paixão de Fabious, caiu nas garras do malvado feiticeiro Leezar (Justin Theroux). Agora, contra a vontade de Thadeous e na companhia da guerreira Isabel (Natalie Portman), os dois precisam enfrentar dragões e muitos perigos para salvar a bela noiva e impedir a destruição do reino. Disco com formato de tela widescreen anamórfico e áudio Dolby Digital 5.1.

“Visões de um Crime”
 
Uma garota consegue sobreviver ao ataque de um serial killer. Mas, assim que desperta num hospital com uma ferida na cabeça, não consegue reconhecer ninguém. Isso a impede de distinguir os rostos das pessoas, uma situação verdadeiramente perigosa, uma vez que seu agressor quer matá-la, pois ela é a única testemunha que pode levá-lo à prisão. O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio em Dolby Digital 5.1.

“Uma Batalha no Inferno”

No final da Segunda Guerra Mundial, o comando das Forças Aliadas já comemora o triunfo sobre as combalidas forças nazistas por toda Europa. Quando remanescentes do quase derrotado exército nazista planejam um ataque surpresa às forças aliadas, que já não contavam mais com nenhuma reação, um experiente oficial americano (Henry Fonda) alerta seus superiores sobre a possibilidade de uma última ofensiva em massa do inimigo. O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio Dolby Digital 5.1.

“Amargo Regresso”

Em 1968, Bob Hyde (Bruce Dern), um oficial da Marinha americana, embarca para o Vietnã. Sally (Jane Fonda), sua esposa, vai trabalhar em um hospital de veteranos e lá se apaixona por Luke Martin (Jon Voight), um sargento que ficou paraplégico na guerra. Quando Bob volta aos Estados Unidos, os três precisarão lidar com o impacto de uma guerra brutal e distante que mudou suas vidas para sempre.  Hal Ashby, o diretor de Muito Além do Jardim e Ensina-me Viver, realiza, com grande sensibilidade e humanismo, um drama emblemático sobre os traumas da Guerra do Vietnã.  O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio em Dolby Digital 5.1.



Confira na TV

“Rocknrolla – A Grande Roubada”, no SBT

Após mais uma milionária negociação fraudulenta no mercado imobiliário londrino, o bilionário russo Uri Omovich empresta para o gângster local, Lenny Cole, seu quadro da sorte.Quando o tal quadro desaparece do escritório de Lenny, inicia-se uma grande busca por seu paradeiro, agitando o submundo do crime. Sexta-feira, às 22h00.

“Eu Sou a Lenda”, no SBT

O virologista militar Robert Neville é o único sobrevivente da cidade de N.Y depois que um terrível vírus, criado pelo homem, dizima toda a população do planeta. Mas ele não está exatamente sozinho. Vítimas mutantes do vírus espreitam nas sombras esperando o melhor momento para atacá-lo. Inexplicavelmente imune a essa praga, Neville busca encontrar um meio de reverter os efeitos do vírus. Sábado, às 20h15.

“Selena”, no SBT

Filme apresenta a dramática vida de Selena, uma jovem de origem hispânica que desde pequena, pela força do pai, se dedica a desenvolver sua potente voz. Aos 23 anos, a já premiada Selena, conquista o México e vive um grande amor.  Sábado, às 22h15.


“Soltando os Cachorros”, na Globo

Um promotor durão (Tim Allen), que odeia cachorros, toma o partido de um laboratório investigado por fazer testes ilegais com animais. Um cachorro com poderes especiais escapa do laboratório e o morde, fazendo com que ele se transforme em cão e reavalie seu ponto de vista. Domingo, às 12h40.

“Duro de Matar 3 – A Vingança”, na Globo

Em Nova York, o terrorista Simon explode uma bomba dentro de um shopping lotado. John Mc Lane corre contra o tempo, desvendando charadas propostas pelo vilão. Ele conta com a ajuda de Zeus, um novo e improvável parceiro vindo das ruas do Harlem para deter Simon antes que ele acabe com muitas vidas inocentes. Domingo, às 22h10.

“Ratatouille”, na Globo

Em Paris, Remy sonha em se tornar um grande chef. Só que sua família é contra e, além disso, ele sempre é expulso das cozinhas que visita porque é um rato. Um dia, nos esgotos, fica bem embaixo do famoso restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau. Decide visitar a cozinha do lugar e conhece um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e os dois fazem uma grande parceria. Segunda-feira, às 21h35.





Session Film de la Semaine: "Dream House"


Probablement plusiers persones ont entendu parler de certains événements liés au surnaturel, les cas qui sont connus comme la communication avec les esprits de personnes décédées. Bien que la plupart ne sont que d'une «cause» qui si conte et raconte, certains pourraient même soulever des questions. Pour les scientifiques, les psychologues et les psychiatres, cette histoire de parler avec les morts est un signe que la personne a un problème de santé mentale. C'est avec cette approche qui le thème est discuté dans «Dream House».
Au début du film nous trouvons Will Atenton (Daniel Craig), un éditeur de succès dans Manhattan, qui va à en sens inverse de la majorité des travailleurs actuels. Il décide quitter son emploi pour se consacrer à l'écriture d'un livre, et d'avoir plus de temps avec sa femme Libby (Rachel Weisz) et ses deux filles, dans sa maison situé dans un quartier élégant et tranquille de la Nouvelle-Angleterre.
Tout semble aller à merveille pour la famille, mais ils commencent à réaliser qu'ils sont surveillés par un homme étrange. Lorsque Will décide d'enquêter plus, il découvre que sa maison a été la scène d'un crime, cinq ans avant, et que le principal suspect a été libéré d'un hôpital psychiatrique pour manque de preuves.
La chose plus étrange est que personne, pas même la police semble être intéressé dans l'affaire. Pour compléter, les adolescents de la ville envahissent le sous-sol de la maison, écrivent des messages sur les murs et en faisant des cérémonies bizarres.
Comme les perturbations continuent à menacer la paix de sa famille, Will décide d'enquêter par lui-même. Terrifié, il trouve une photo de sa famille dans la chambre qui a été utilisé par Peter Ward, l'homme dont la famille a été assassiné et qui était le principal suspect.
Une personne semble connaître tout ce qui peut lui aider. Ann Patterson (Naomi Watts), leur voisin d'en face, connaissait bien la famille de la tragédie, et était à la maison le soir du crime. Mais, comme tout le monde, elle semblaient réticents à révéler quelque chose de plus à Will.
Lorsque Will décide de visiter l'établissement psychiatrique où Peter Ward avait été emprisonné pendant cinq ans, il reçoit une révélation surprenante, que lui et l'homme qui il cherche sont la même personne, et que tout ce que il pensait que c'est leur vie, n'est plus qu'une illusion créée par leur esprit.
Les conséquences qui découlent de cette découverte sont plus confuse, et ils impliquent plus que de la famille assassinée. Les événements sont versés, et une nouvelle tragédie pour être répété.
Ce film propose une discussion intéressante sur la communication avec les morts, que doivent être d'intérêt pour les gens qui étudient la doctrine spirituelle, et pour ceux qui traitent avec des problèmes psychologiques. Dans l'histoire on a toujours été considérée comme la folie du «entendre des voix». D'autre part, il ya de nombreux rapports d'expériences qui ne peuvent pas être expliquées que par le spiritisme.
Comment savoir ce qui est une chose ou une autre? Si Will pu voir, toucher et parler à sa femme morte, ce fut une expérience paranormale ou simplement une manifestation de la folie, une création de leur esprit souffert, ce qui crée des mécanismes pour protéger contre la perte ou la culpabilité?
«Dream House» a eu beaucoup de problèmes pendant le tournage, en raison de les désaccords entre le directeur Jim Sheridan et Morgan Creek patron, Jim Robinson.Lorsque Sheridan voulions refaire certaines scènes qui n'ont pas été bien accepté dans les séances d'essai, le studio a simplement pris le film et édité comme ils le voulaient, ce qui incite Sheridan de leur demander de retirer leur nom de ces crédits.
Ces désaccords ont été reflétées dehors les studios, parce que le billet était à peine 21 millions de dollars pour un coût de réalization de 55 millions de dollars. Les comédiens Daniel Craig et Rachel Weisz a également ont soutenu le directeur, en refusant de participer à la promotion du film.
Même avec l'impression d'être une partie du mystère révélé trop tôt, «Dream House» est un film intéressant, pour apporter des thèmes déjà explorés dans un point de vue très différent. «Dream House» n'est pas un film pour le grand public, mais pour ceux qui aiment à penser un peu plus sur ce qu'il ya sur l'écran.



Session Movie of the Week: "Dream House"


Perhaps many of you have already heard of some event related to the supernatural, cases that are known as communication with spirits of deceased people. Although most of them are only just a "case" that one tells and retells, some might even raise questions. To the scientists, psychologists and psychiatrists, this story of talking with the dead is just a sign that the person has a mental problem. It is with this approach that the theme is discussed in "Dream House".
At the beginning of the film we found Will Atenton (Daniel Craig), a successful editor in Manhattan who goes against the will of the majority of current workers. He decides to quit his job to devote himself to writing a book, and to have more time with his wife Libby (Rachel Weisz) and their two daughters in a house into an elegant and quiet suburb of New England.
Everything seems to go wonderfully well for the family, but they begin to realize they are being watched by a strange man. When investigating further, Will discovers that his house was the scene of a crime, five years before, and that the main suspect had been released from a psychiatric hospital for lack of evidence.
The strange thing is that nobody, not even the police seems to be interested in the case. To complete, the city's teenagers invade the basement of Will, writing messages on the walls and making bizarre ceremonies.
As the disturbances continue to endanger the peace of his family, Will decides to investigate on his own. Terrified, he finds a picture of his family in the room that was used by Peter Ward, the man whose family was murdered and that was the main suspect.
A person seems to know anything that can help him. Ann Patterson (Naomi Watts), his front neighbor, knew the family of the tragedy, and was at home the night of the crime. But like everyone else, she seems reluctant to reveal anything more to Will.
When Will decides to visit the psychiatric institution where Peter Ward had been imprisoned for five years, he receives a startling revelation, that he and the man who is looking for are the same person and that everything he thinks is his life, is only an illusion created by his mind.
The consequences that will arise from this are confusing, and involve far beyond the murdered family. The events rush, and a new tragedy seems to be on track to be repeated.
This film provides an interesting discussion on the communication with the dead, that both should interest to people who studies the spiritual doctrine, and those who deal with psychological issues. In History, it has always been considered madness the fact of "hearing voices". On the other hand, there are many reports of experiences that can only be explained through spiritualism.
How can we find out what is one thing or another? If Will could see, touch and talk to his dead wife, it was a paranormal experience or simply a manifestation of insanity, a creation of a suffering mind, which creates mechanisms to protect from loss or guilt?
"Dream House" had many problems during filming, due to disagreements between the director Jim Sheridan and Morgan Creek boss, Jim Robinson.When Sheridan wanted to redo some scenes that were not well accepted in the test sessions, the studio simply took the film and edited the way they wanted, prompting thSheridan to ask them to remove your name from the credits.
These disagreements were reflected out of the film sets, because the box office was barely $ 21 million for a cost of production of 55 million dollars. Actors Daniel Craig and Rachel Weisz also supported the director, refusing to participate in the promotion of the film.
Even with the impression of being part of the mystery revealed too early, "Dream House" is an interesting movie, to bring themes already explored in a very different point of view. It is not a movie for the general public, but for those who like to think a little more on what's on screen. Check it out.


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Coluna Claquete – 04 de novembro de 2011





Newton Ramalho


 


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O que está em cartaz

Novembro chega trazendo várias novidades. Neste final de semana, teremos as estreias do drama “A Casa dos Sonhos”, com Daniel Craig, do suspense “Terror na Água”, do documentário “Rock Brasília – Era de Ouro”, e de “A Pele Que Habito”, do diretor espanhol Pedro Almodóvar. Continuam em cartaz o drama nacional “O Palhaço”, de Selton Mello, a comédia “O Retorno de Johnny English”, com Rowan Atkinson, a aventura “Gigantes de Aço”, com Hugh Jackman, e o terror “Atividade Paranormal 3”. Nas programações exclusivas, o Cinemark exibe “Os Três Mosqueteiros”, “Diário de um Banana 2: Rodrick é o cara”, “Zelador Animal”, “Palavra Cantada” e “Gainsbourg - O Homem Que Amava as Mulheres”, na Sessão Cult, enquanto o Moviecom mantém o suspense “Contágio” (vejam na Sessão Filme da Semana), de Steven Soderbergh, e a comédia “Eu Queria Ter a Sua Vida”.

 

 

Estreia 1: “A Casa dos Sonhos”


Will Atenton (Daniel Craig) é um bem sucedido editor em Manhattan que deixa o emprego e se muda com a esposa Libby (Rachel Weisz) e suas duas filhas para a cidade de Nova Inglaterra. Só que logo eles descobrem que a casa onde vivem foi, no passado, o local do assassinato de uma mãe e seus filhos, um crime que a cidade inteira acredita ter sido cometido pelo próprio marido. Will começa a investigar o caso e logo percebe que há algo de estranho na história. Sua única pista é Ann Patterson (Naomi Watts), uma misteriosa vizinha que conhecia a família que foi vítima da tragédia. A direção é de Jim Sheridan. “A Casa dos Sonhos”  estréia nesta sexta-feira, na Sala 6 do Cinemark, e na Sala 4 do Moviecom. Classificação indicativa 14 anos.

Estreia 2: “Terror na Água”


Um grupo de amigos decide passar as férias de verão na casa de Sara (Sara Paxton), localizada longe da cidade. Lá eles podem se divertir andando de lancha ou praticando wakeboarding no lago local, até que percebem que são alvo de um perigoso tubarão. Partindo em uma pequena lancha, os amigos logo descobrem que o lago está cheio de centenas de enormes tubarões carnívoros. Quando o barco quebra no meio da viagem, deixando-os sem cuidados médicos nem meios de pedir ajuda, eles ficam chocados com a descoberta de que tudo foi uma sabotagem deliberada. A direção é de David R. Ellis. “Terror na Água”  estréia nesta sexta-feira, na Sala 7 do Cinemark, e na Sala 6 do Moviecom. Classificação indicativa 14 anos. Exibição em 3D, cópias dubladas e legendadas.

 

Estreia 3: “Rock Brasília – Era do Ouro”


Com imagens de arquivo, filmadas por Vladimir Carvalho desde o final dos anos 1980, o documentário encerra uma trilogia sobre a construção cultural e ideológica da capital federal. Traz as bandas de Brasília – Legião Urbana, Capital Inicial, Plebe Rude – que fizeram a trajetória clássica do herói: vencer empecilhos e ir atrás de um grande desafio que era a conquista de um lugar na cultura nacional. Eles fazem parte da primeira geração de filhos de intelectuais, diplomatas e políticos que começou a surgir nos anos 1980. O filme reúne depoimentos raros e inéditos dos protagonistas daquele movimento inspirado nos punks de Londres, como Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá (Legião Urbana), Dinho Ouro Preto, Fê e Flávio Lemos (Capital Inicial) e Philippe Seabra (Plebe Rude). “Rock Brasília – Era do Ouro”  estréia nesta sexta-feira, na Sala 2 do Moviecom. Classificação indicativa 12 anos.

 

Estreia 4: “A Pele Que Habito”


Roberto Ledgard (Antonio Banderas) é um conceituado cirurgião plástico, que vive com a filha Norma (Bianca Suárez). Ela possui problemas psicológicos causados pela morte da mãe, que teve o corpo inteiramente queimado após um acidente de carro e, ao ver sua imagem refletida na janela, se suicidou. O médico de Norma acredita que esteja na hora dela tentar a socialização com outras pessoas e, com isso, incentiva que Roberto a leve para sair. Pai e filha vão juntos a um casamento, onde ela conhece Vicente (Jan Cornet). Eles vão até o jardim da mansão, onde Vicente a estupra. A situação gera um grande trauma em Norma, que passa a acreditar que seu pai a violentou, já que foi ele quem a encontrou desacordada. A partir de então Roberto elabora um plano para se vingar do estuprador. A direção é Pedro Almodóvar. “A Pele Que Habito”  estréia nesta sexta-feira, na Sala 2 do Cinemark. Classificação indicativa 16 anos.

Projeta Brasil Cinemark


Na próxima segunda-feira, 7 de novembro, a rede Cinemark exibe diversos filmes nacionais com o ingresso ao preço promocional de R$ 2, cuja renda é revertida em programas de incentivo e apoio ao cinema nacional. Estarão em cartaz, nas salas de Natal os seguintes filmes: “Estamos Juntos”, “O Filme Dos Espíritos”, “O Palhaço”, “Assalto ao Banco Central”, “Bruna Surfistinha”, “Qualquer Gato Vira Lata”, “        Cilada.com”, “Brasil Animado 3D”, “Capitães da Areia” e “Palavra Cantada 3D”. Verifique os horários e classificações indicativas no site.

Sessão Filme da Semana: “Contágio”


As doenças transmissíveis, que assumem níveis de epidemia, não são novidade na história da Humanidade. A grande mudança entre uma doença como a gripe espanhola, que matou milhões de pessoas no final da Primeira Guerra Mundial e a recente gripe Suína, é a rapidez com que é transmitida mundo afora, devido às facilidades de movimentação das pessoas nos dias atuais. Este e outros aspectos são explorados no filme “Contágio”, que estreou em Natal na semana passada.
O filme inicia no dia +1, ou seja, o dia seguinte ao contágio. A executiva Beth Emhoff (Gwyneth Paltrow) retorna de uma viagem a Hong Kong já apresentando os sintomas de uma forte gripe. Não tarda para que a situação piore, e ela venha a falecer, para desespero do marido Thomas (Matt Damon), que não consegue entender como isso possa ter acontecido.
As mortes logo se sucedem, e o caso desperta a atenção das autoridades de saúde americanas, comandadas pelo Dr Ellis Cheever (Laurence Fishburne), que encarrega a sua melhor cientista, Dra Erin Mears (Kate Winslet) para investigar a origem da doença.
A propagação é imediata, e o pânico logo se instala mundo a fora. O contágio é pelo ar, cada pessoa infectada contagia outras duas, e para cada quatro infectados, um não consegue sobreviver.
A mensagem que fica mais evidente – e que considero a pura realidade – é que o medo da doença termina sendo muito mais danoso que ela mesma. O pânico que se espalha, e que muitas vezes é transmitido pela própria insegurança dos governantes, termina sendo o grande desestabilizador das instituições, que formam o nosso modo civilizado de se viver.
Então, se há riscos de desabastecimento, pessoas saqueiam as lojas – e aumentam mais ainda a falta de mantimentos. O medo de ter sido infectado leva as pessoas a procurarem hospitais já superlotados, aumentando o risco desta infecção ou de outra doença.
As soluções nestes casos, geralmente antivírus ou vacinas, são muito lentas, pois existem protocolos a serem cumpridos, regras rígidas, que tem como finalidade evitar a propagação de outros micro-organismos piores, ou mesmo remédios com efeitos colaterais piores do que a doença original.
No filme são mostradas algumas situações, como bandos saqueando supermercados, invadindo casas e agredindo pessoas, sem que a estrutura da polícia sequer permita que um chamado seja feito.
Numa situação como esta, existem todos os tipos de interesses envolvidos. Enquanto a funcionária da Organização Mundial de Saúde (Marion Coutillard) é seqüestrada para garantir o fornecimento de vacinas para uma aldeia da China, o blogueiro Alan Krumwiede (Jude Law) tenta convencer os seus seguidores de que um remédio fitoterápico é o único remédio existente, e que as indústrias farmacêuticas e o governo tentam esconder essa informação.
“Contágio” não é um documentário, e nem mesmo contém uma história linear sobre um filme de epidemia. Contudo, é um mosaico de informações que tenta mostrar, no mínimo tempo de um filme, a fragilidade de nosso mundo para lidar com situações desta natureza. Embora haja espaço para o altruísmo e a dedicação extrema, observa-se também a vaidade, a ganância, a arrogância, o egoísmo, e outros sentimentos humanos, que conseguem ser tão danosos quanto a própria doença.
Não confunda esta produção com os filmes-catástrofes, em que um herói salva a todos no final, ou com os apocalípticos, onde todos viram zumbis. Este é um retrato – bem feito – de uma situação que pode acontecer a qualquer momento, e, para a qual, infelizmente, ainda estamos minimamente preparados.

Session Film de la Semaine: «Contagion»



Les maladies transmissibles, en supposant des niveaux épidémiques, ne sont pas nouveaux dans l'histoire humaine. Le grand changement entre une maladie comme la grippe espagnole, qui a tué des millions de personnes à la fin de la Première Guerre mondiale, et la récente grippe porcine est  la vitesse avec laquelle elle est transmise à travers le monde, en raison de la facilité de mouvement des gens d'aujourd'hui. Ceci et d'autres aspects sont explorés dans le film «Contagion», film qui a fait se début la semaine dernière à Natal.

Le film commence le jour +1, l'infection lendemain. L'exécutive Beth Emhoff (Gwyneth Paltrow) rentre aux Etats-Unis d'un voyage à Hong Kong montrent déjà des symptômes de la grippe.  Il n'est pas long pour que la situation s'aggrave, et elle meurt, à la consternation de son mari Thomas (Matt Damon), qui ne peuvent pas comprendre comment cela a pu arriver.

Le décès bientôt suivre, et le cas a attiré l'attention des autorités sanitaires américaines, dirigée par le Dr Ellis Cheever (Laurence Fishburne), qui charge sa meilleure scientifique, le Dr Erin Mears (Kate Winslet) pour chercher  l'origine de la maladie.

La propagation est immédiate, et la panique s'installe  à travers le monde. La contagion se fait pour l’air, chaque personne infectée contamine deux autres, et par quatre persones  infectées, on ne peut pas survivre.

Le message qui est le plus évident - et je considère  la vrai réalité - est que la peur de la maladie finit par être plus nocif que la maladie en soi. La panique qui s'est propagé et est souvent transmise par l'insécurité de dirigeants, il devient le grand déstabilisateur des institutions qui forment notre manière civilisée de vivre.

Donc, s'il ya un risque de pénurie, les gens pillent les magasins - et d'augmentent encore plus le manque de nourriture. La peur d'être infectés conduit les gens à chercher des hôpitaux déjà surchargés, augmentant le risque de cet'infection ou d’autres maladies.

Les solutions dans ces cas, généralment  anti-virus ou un vaccin, sont très lents, parce qu'il ya des protocoles à suivre, des règles strictes, qui visent  à prévenir la propagation d'autres micro-organismes également dangerouses, ou même médicaments avec des effets secondaires pires que la maladie originale .

Dans le film sont indiqués quelques situations, comme les pillages de supermarchés et maisons pour les gangs, agressions aux personnes, sans que la structure de la police laisse même un appel soit fait.

Dans une telle situation, il ya toutes sortes d'intérêts concernés. Pendant que une fonctionnaire de l'Organisation Mondiale de la Santé (Marion Coutillard) est kidnappé pour assurer l'approvisionnement de vaccins pour un village en Chine, le blogueur Alan Krumwiede (Jude Law) tente de convaincre ses partisans que un médicament à base d'herbes est le seul recours existant, et les industries pharmaceutiques et le gouvernement essaie de cacher cette information du grand public.

<> n'est pas un documentaire, et ne contient pas  même une histoire linéaire, d'un film typique d’épidémie. Cependant, il est une mosaïque d'information qui tente de montrer au court temps d’un film, la fragilité de notre monde pour faire face à de telles situations. Bien qu'il n'y ait de place pour l'altruisme et le dévouement extrêmes, il ya aussi la vanité, l'avidité, l'arrogance, l'égoïsme, et autres sentiments humains, qui peuvent être aussi nocif que la maladie elle-même.

Ne confondez pas cette film avec les pluisers films-catastrophe, où les héros sauvent tout le monde à la fin, ou, les apocalyptiques, où tout les persones  se transforment en zombies. Cette filme est un portrait - bien fait, je vous assure –d’ une situation qui peut arriver à tout moment, et pour lequel, malheureusement, nous ne sont pas préparés.


Session Movie of the Week: "Contagion"


Communicable diseases, assuming epidemic levels, are not new in human history. The big change between a disease like the Spanish flu that killed millions of people at the end of the First World War and the recent Swine Flu is the speed with which it is transmitted around the world, due to ease of movement of people today. This and other aspects are explored in the movie "Contagion", which premiered last week at Natal.
The film starts on day +1, the day following infection. The executive Beth Emhoff (Gwyneth Paltrow) returns from a trip to Hong Kong already showing symptoms of the flu. It is not long for the situation to worsen, and she dies, to the despair of her husband Thomas (Matt Damon), who can not understand how this could have happened.
The deaths soon follow, and the case caught the attention of the American health authorities, led by Dr. Ellis Cheever (Laurence Fishburne), which charges its top scientist, Dr. Erin Mears (Kate Winslet) to investigate the origin of the disease.
The spread is immediate, and the panic soon settles around the world. The contagion is by air, each infected person infects other two, and for each four infected, one can not survive.
The message that is most obvious - and I consider the true reality - is that the fear of the disease ends up being more harmful than the disease itself. The panic that has spread and is often transmitted by the very insecurity of authorities, and it becomes the great destabilizing factor, menacing the institutions that form our civilized way of living.
So if there is a risk of shortage, people looting the stores - and increase even more the lack of food. The fear of being infected leads people to seek hospitals already overcrowded, increasing even more the risk of infection or other illness.
The solutions in these cases, usually anti-virus or vaccines, are very slow, because there are protocols to be followed, strict rules, which aims to prevent the spread of other dangerous micro-organisms, or even drugs with side effects can be worse than the original disease .
In this film are shown some situations, such as gangs looting supermarkets, raiding homes and beating people, without the structure of the police even let a call be made.
In such a situation, there are all kinds of interests involved. While an employee of the World Health Organization (Marion Coutillard) is kidnapped to ensure the supply of vaccines for a remote village in China, the blogger Alan Krumwiede (Jude Law) tries to convince his followers that a herbal remedy is the only solution for the disease, and pharmaceutical industries and the government try to hide that information.
"Contagion" is not a documentary, and doesn't even contains a linear story about a typical film of an epidemic. However, it is an interesting mosaic of information that tries to show in the short movie time, the fragility of our world to deal with such situations. Although there is room for altruism and extreme dedication, there is also vanity, greed, arrogance, selfishness, and other human feelings, which can be as harmful as the disease itself.
Do not confuse this with production with usuall disaster movies, where the hero saves everyone in the end, or the apocalyptics ones, where everyone become zombies. This is a picture - well done - of a situation that can happen at any time and for which, unfortunately, we are minimally prepared.


Lançamentos em DVD/Blu-Ray


“Hanna”

Hanna (Saoirse Ronan) não é uma garota comum. Criada por seu pai (Eric Bana), um ex-agente da CIA, no ponto mais remoto da Finlândia, ela tem a força, a resistência e o instinto aguçado de um soldado. Sua educação e treinamento têm o mesmo objetivo: fazer dela uma assassina perfeita. O momento decisivo da sua adolescência é muito intenso. Enviada por seu pai para cumprir uma missão, Hanna viaja escondida pelo norte da África e pela Europa iludindo agentes secretos e assassinos clandestinos, que se reportam a uma espiã implacável que esconde segredos sobre ela mesma (Cate Blanchett). Quanto mais próxima de seu objetivo final, Hanna tem que lidar não só com inimigos poderosos, mas também enfrentar revelações alarmantes sobre sua própria existência. Disco com formato de tela widescreen anamórfico e áudio Dolby Digital 5.1.

“A Árvore da Vida”
 
Os O'Brien (Brad Pitt e Jessica Chastain) tiveram três filhos, criados com grande rigidez pelo pai. O mais velho deles, Jack (Sean Penn), sempre teve atritos com o pai, em parte por reconhecer em si mesmo um pouco dele. Além disto, já adulto, Jack enfrenta um forte sentimento de culpa devido à morte de seu irmão. A Árvore da Vida aproxima o foco na relação entre pai e filho de uma família comum, e expande a ótica desta rica relação, ao longo dos séculos, desde o Big Bang até o fim dos tempos, em uma fabulosa viagem pela história da vida e seus mistérios, que culmina na busca pelo amor altruísta e o perdão.  O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio em Dolby Digital 5.1.

“Quer Dançar Comigo?”

Após uma discussão com sua mimada esposa Virginie (Brigitte Bardot), o dentista Hervé Dandieu (Henri Vidal) vai a um bar, onde conhece a sexy professora de dança Anita Flores (Dawn Addams). Ela convida Hervé para dançar com ela e ir até a sua casa, onde acabam se beijando. O parceiro de Anita fotografa tudo e o casal passa a chantagear Hervé. Virginie começa a desconfiar que esteja sendo traída e o segue até a escola de dança, onde ele encontra Anita morta e torna-se o principal suspeito do crime. Agora, Virginie pedirá um emprego na escola de dança e irá investigar o caso por conta própria. O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio Dolby Digital 5.1.

“Loup – Uma Amizade Para Sempre”

Sergei (Nicolas Brioudes) faz parte dos Évène, um povo nômade que cria renas e vive nas montanhas da Sibéria Oriental. Quando o jovem chega à idade de 16 anos, recebe a missão de pastorear sozinho as renas do clã Batagi. O símbolo do amadurecimento é o rifle que ele ganha de seu avô, arma indispensável para defender o rebanho dos ataques dos lobos das montanhas. Em seus primeiros dias de trabalho, porém, Sergei encontra uma ninhada recém-nascida de uma loba - e se afeiçoa à matilha. O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio em Dolby Digital 5.1.



Confira na TV

“Resistindo às Tentações”, no SBT

Darrin, um grande produtor cheio de dívidas, perde o emprego, mas se anima ao receber a notícia de que sua tia Sally havia morrido e ele herdaria uma fortuna! Só não sabia da condição para ficar rico: tornar-se líder do coral da igreja local e vencer o concurso "explosão de louvor". A missão se complica ainda mais quando se depara com os tipos mais estranhos que terá que "ensaiar". Sexta-feira, às 22h00.

“Miss Simpatia”, no SBT

A agente do FBI, Gracie Hart (Sandra Bullock), é recebe a missão de se infiltrar no concurso de beleza "Miss EUA". As garotas sofriam ameaças de um temido criminoso conhecido como "cidadão". Mesmo avessa à vaidade, a desajeitada e durona Gracie terá que se transformar em uma linda e sexy candidata. Tudo em nome da missão policial. Sábado, às 20h00.

“Os Deuses Devem Estar Loucos II”, no SBT

Os dois filhos de um nativo africano caem dentro de um caminhão-tanque cheio de água, que pertence a caçadores ilegais de elefantes. Sem saber o paradeiro dos filhos, o pai vai procurá-los e acaba encontrando uma advogada de N.Y  e um zoólogo, perdidos depois de uma pane no pequeno avião. Em meio as trapalhadas do casal para sobreviver, encontram dois soldados, mais malucos ainda, que lutam o tempo todo para capturar um ao outro. Sábado, às 21h45.

“Breakdown: Perseguição Implacável”, na Globo

Jeff e Amy Taylor seguem para San Diego, Califórnia, dirigindo através do deserto. Quando o carro sofre uma pane, a esposa aceita a ajuda de um caminhoneiro e vai com ele em busca de um guincho. Jeff acaba resolvendo o problema do carro e vai atrás da esposa, mas ela desaparece. O caminhoneiro afirma para a polícia que não deu carona para ninguém. Desesperado, Jeff entende que está envolvido numa trama e que Amy foi sequestrada. Sábado, às 22h15.

“Monstros S.A.”, na Globo

O astro do susto, Sulley, e seu assistente, Mike, trabalham na Monstros S.A., maior fabrica de processamento de gritos de Monstrópolis. Sua principal fonte de energia são os gritos das crianças humanas. Os monstros, no entanto, acreditam que elas são perigosas e entram em pânico quando uma menina invade seu mundo. Domingo, às 12h50.

“Jogo Entre Ladrões”, na Globo

Jack Monahan (Antonio Banderas) é um criminoso que não está em uma boa fase. A sorte muda quando Ripley (Morgan Freeman), um experiente ladrão, o convida para participar de um arriscado roubo, envolvendo uma das jóias mais valiosas do mundo, guardada a sete chaves na Rússia. Ripley quer a jóia para quitar uma dívida com a máfia russa. Domingo, às 22h10.

“Hitman – Assassino 47”, na Globo

O agente 47 foi criado para ser um exímio matador de aluguel. O número 47 é uma referência aos dois últimos dígitos do código de barras que tem tatuado em sua nuca. Um dia ele é envolvido em um golpe político, o que faz com que seja perseguido pela Interpol e por militares russos. Enquanto foge pela Europa oriental, ele tenta descobrir quem organizou este plano contra ele. Domingo, às 21h25.