quinta-feira, 10 de maio de 2012

Coluna Claquete – 11 de maio de 2012

Newton Ramalho

 

colunaclaquete@gmail.com – www.colunaclaquete.blogspot.com  - @colunaclaquete


 

O que está em cartaz

Nem bem os espectadores curaram a ressaca dos Vingadores e já chega mais um blockbuster nos cinemas. A bola da vez é “Battleship – A Batalha dos Mares”, com Liam Neeson. A outra estreia da semana é a animação “Piratas Pirados”, além da apresentação da ópera “Il Trittico” no Cinemark. Continuam em cartaz o drama nacional “Paraísos Artificiais” (vejam na Sessão Filmes da Semana), o policial “Anjos da Lei”, e a ficção-científica “Vingadores”. Nas programações exclusivas, o Cinemark exibe a comédia “American Pie: O Reencontro”, e o infantil “Espelho, Espelho Meu”, com Julia Roberts, e o drama francês “A Criança da Meia-Noite”, na Sessão Cine Cult, enquanto o Moviecom mantém o romance “Um Homem de Sorte”, com Zac Efron.

 

 

Estreia 1: “Battleship – A Batalha dos Mares”


Alex Hopper (Taylor Kitsch) é um oficial naval do navio USS John Paul Jones, comandado pelo almirante Shane (Liam Neeson). Alex é noivo de Sam (Brooklyn Decker), filha de Shane, apesar de não ser bem visto por ele. Já em alto mar, eles precisam unir forças com a tripulação do navio USS Samson, comandado pelo irmão mais velho de Alex, Stone (Alexander Skarsgaard), ao encontrar uma força alienígena desconhecida, que ameaça a existência da humanidade. Um grupo de cientistas, comandados por Cal Zapata (Hamish Linklater), e de especialistas em armas, como Cora Raikers (Rihanna), também compõem a equipe. Acompanhando tanto o lado dos humanos quanto o lado dos alienígenas, “Battleship – A Batalha dos Mares” apresenta a intensa disputa pelo controle da Terra. Curiosidade: o filme é baseado no jogo Batalha Naval, criado por Milton Bradley em 1931. A direção é de Peter Berg. “Battleship – A Batalha dos Mares” estreia nesta sexta-feira, nas Salas 1 e 2 do Cinemark, e nas Salas 4 e 5 do Moviecom. Classificação indicativa dez anos. Cópias dubladas e legendadas. (T. O.: “Battleship”).

 

Estreia 2: “Piratas Pirados”


O Capitão Pirata (Hugh Grant) é um dos piratas mais trapalhões dos sete mares e sua maré de azar anda incomodando. O pior é que ele é louco para derrotar seus rivais Black Bellamy (Jeremy Piven) e Cutlass Liz (Salma Hayek) na premiação Piratas do Ano, mas, sua tripulação pra lá de doida atrapalha mais do que ajuda. Para completar, o capitão vai ter que encarar uma enfezada Rainha Victoria (Imelda Staunton) na companhia do famoso pesquisador Charles Darwin (David Tennant). A direção é de Peter Lord, que dirigiu o premiado “A Fuga das Galinhas”. “Piratas Pirados” estreia nesta sexta-feira, na Sala 6 do Cinemark, e na Sala 3 do Moviecom. Classificação indicativa livre. Cópias dubladas. (T. O.: “The Pirates! Band of Misfits”)

Estreia 3: “Royal Opera House: IL TRITICO DIGITAL”


O espetáculo “O Tríptico”, ou “Il Trittico” – no original em italiano – reúne três óperas curtas compostas por Giacomo Puccini e será exibido no dia 12 de maio, no cinema do shopping Iguatemi. Uma das mais modernas casas de ópera da Europa, o ROH faz uma leitura contemporânea dos espetáculos, ampliando seu alcance e atraindo um público de faixa etária variada. “Il Trittico” é composta por três óperas, cantadas em italiano: "Il Tabarro", "Suor Angelica" e "Gianni Schicchi". "Il Tabarro" – em português, "O Manto" – conta a violenta história de um triângulo amoroso que se desenrola em uma barca que navega pelo rio Sena, em Paris. Todas as apresentações serão exibidas com projeção 2k (High Definition), áudio 5.1, e legendas em português. Serão duas sessões, a primeira no dia 12 (sábado), às 14h00, e a segunda no dia 15 (terça), às 19h00, ambas na Sala 7 do Cinemark. Classificação indicativa livre.


Filmes da Semana: “Um Homem de Sorte” e “Paraísos Artificiais”

Em “Um Homem de Sorte”, o ponto de partida acontece em algum lugar do Iraque, em uma operação do exército americano. Após uma luta violenta, onde morreram vários combatentes, o sargento Logan Thibault (Zac Efron) repousa, enquanto aguardava o transporte.
Ao perceber alguma coisa brilhando, ele vai verificar e descobre que é a foto de uma garota. Nesse momento, um projétil de morteiro atinge o lugar onde ele estava antes, e vários soldados morrem.
Logan passa a acreditar que a fotografia lhe trouxe sorte, e a conserva consigo, sempre procurando saber a quem pertencia. Ao retornar para os Estados Unidos, Logan não consegue restabelecer uma vida normal.
Acreditando que precisava encontrar a pessoa da foto, ele decide procurá-la. Acompanhado por seu fiel cão Zeus, Logan caminha uma longa distância até chegar à cidade da foto, na Louisianna, que reconhecera graças à imagem de um farol.
Perguntando aqui e ali, ele encontra Beth Green (Taylor Schilling), a garota da foto, que vivia com o filho Ben (Riley Thomas Stewart) e a avó Ellie (Blythe Danner), dona de um centro de treinamento para cães. Sem conseguir explicar porque viera até ali, Logan assume uma vaga para auxiliar no negócio, mesmo contra a vontade de Beth.
Apesar da resistência inicial, aos poucos vai surgindo uma atração mútua entre Logan e Beth, o que faz piorar a situação com o ex-marido da moça, o ciumento policial Keith Clayton (Jay R. Fergunson), que não gosta nada do que está acontecendo.
O confronto entre os dois é inevitável, principalmente depois que Keith descobre a foto da moça que Logan trouxera consigo, e levanta suspeitas sobre as suas verdadeiras intenções.
Se o leitor está pensando que já viu essa história antes, certamente está coberto de razão. “Um Homem de Sorte” é um romance sem grandes novidades, com um elenco esforçado, mas nada excepcional, e com um roteiro bem previsível, mas, que não faz mal algum em assistir, mesmo que seja pela belíssima fotografia das maravilhosas paisagens da Louisianna.
O outro filme em foco é diametralmente diferente, embora brinque com a mesma imponderabilidade do Destino. A história inicia no Rio de Janeiro, quando Nando (Luca Bianchi) sai da prisão, e é recebido carinhosamente pela mãe, Márcia (Divana Brandão), enquanto o irmão mais novo, Lipe (César Cardadeiro) mantém uma atitude fria e distante.
Quando Nando encontra vários comprimidos de extasy no quarto do irmão, o espectador é levado para eventos que aconteceram anos antes, em Amsterdam, quando ele próprio viajava por lá, em companhia do amigo Mouse (Emilio Orciollo Netto).
Os dois curtem a cidade, as raves, bebidas e drogas. As drogas, aliás, tinham sido o patrocínio da viagem, já que os dois haviam ganhado as passagens para transportar algumas “encomendas” para o Brasil.
Lá, Nando encontra a DJ Érika (Nathalia Dill), com que tem um relacionamento intenso. Mas, embora o rapaz não lembre, eles já haviam se encontrado antes.
Voltando mais ainda no tempo, presenciamos um evento em uma praia do Nordeste, aonde uma multidão de jovens vindos de várias partes do mundo se reúne para uma grande rave, com vários palcos e DJ famosos, onde além da música e da dança desenfreada, rolam muita droga e sexo.
Para esse evento estão chegando Érika, muito ansiosa para a estreia como DJ, e sua amiga Lara (Lívia de Bueno). As duas mantém um relacionamento afetivo, e fazem muitos planos juntas, enquanto dividem as drogas e a cama. No mesmo evento, Nando e Mouse curtem a festa, em meio à multidão, fazendo a estreia no mundo das drogas sintéticas.
Esta rave irá mudar radicalmente a vida dos jovens, com suas tragédias e vitórias pessoais, com consequências que irão se propagar muitos anos além. Se revelar mais alguma coisa, irei estragar a surpresa do espectador.
“Paraísos Artificiais” foi uma boa surpresa ao fugir das histórias tradicionais, mergulhando sem fantasias no universo das raves, revelando a face negra das drogas ilícitas que circula livremente neste tipo de evento.
Embora o “bate-estacas” esteja sempre presente, a trilha sonora é repleta de boas músicas, e a fotografia é fantástica, tanto nas cenas internas das boates, quanto das externas, em Amsterdam e na rave nordestina.
Após ter atuado com sucesso como produtor de “Tropa de Elite”, “Tropa de Elite 2” e “Ônibus 174”, Marcos Prado estreia como diretor de um longa-metragem de ficção. Seus dois primeiros trabalhos na direção foram os documentários “Estamira” (2004) e “Brazil's Vanishing Cowboys” (2003), este feito para a televisão.
O elenco formado por atores jovens, em sua maioria, todos com pequenas participações no cinema e na televisão. O destaque é Nathalia Dill, com sua beleza e talento, em um papel ousado e mais exigente que o trivial.
“Paraísos Artificiais” é um filme interessante, não só pela história de amor dos personagens, mas, também, por expor com frieza o ambiente nocivo que permeia o universo das raves, com o consumo e tráfico de drogas ilícitas, e todos os seus efeitos nocivos.
 (Títulos originais: “The Lucky One” e “Paraísos Artificiais”)


Eventos

“Machuca” no Ciclo America Latina no Cinema

Na próxima semana, o projeto América Latina no Cinema, realização da UFRN e UERN, promoverá mais uma exibição, desta vez com a produção chilena “Machuca”, dirigido por Andrés Wood. O filme trata da amizade entre dois garotos, Gonzalo Infante (Matías Quer) e Pedro Machuca (Ariel Mateluna), de condições sociais bem diferentes, que aprendem a conviver muito bem, apesar do abismo de classe existente entre eles. A exibição será no Auditório do NEPSA/CCSA da UFRN, na terça-feira, dia 15/5, às 18.30 h. Depois do filme, como sempre, sorteio de brindes e debate.


Lançamentos em DVD/Blu-Ray

“Corações Perdidos”

Doug e Lois tem o casamento abalado por uma tragédia familiar. O tempo e o silêncio só os distanciam mais até o dia em que Doug participa de uma convenção na agitada New Orleans e conhece Mallory: uma jovem dançarina em um strip club, de pavio curto e língua afiada. Inesperadamente esta jovem fará com que o casal lembre-se do real motivo que os uniu, em uma história fora do comum, sobre o encontro do amor e a perda dele também. Disco com formato de tela widescreen anamórfico e áudio Dolby Digital 5.1. (T.O.: “Welcome to the Rileys”).

“Homens e Deuses”
 
Década de 90. Um grupo de oito monges franceses vive em um mosteiro localizado no alto de uma montanha na Argélia. Liderados por Christian (Lambert Wilson), eles vivem em perfeita harmonia com a comunidade muçulmana local. O exército oferece proteção contra as ameaças que surgem, mas os monges a recusam. Preferem levar sua vida de forma simples, dando continuidade à sua missão independente do que vier a acontecer com eles. O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio Dolby Digital 2.0. (T.O.: “Des hommes et des dieux”).

“O Pecado de Hadewiijch”

Chocada com a fé cega de Hadewijch, uma jovem noviça, a madre superior expulsa a jovem freira do convento. Hadewijch volta a ser Celine, uma jovem parisiense filha de diplomatas. Seu amor obsessivo por Deus, sua raiva e seu reencontro com Nassir e Yassine levam-na ao limite que há entre a graça e a loucura, ambas as estradas muito perigosas. Disco com formato de tela widescreen, e som mono. (T.O.: “Hadewiijch”).

“Suez”

Este é um épico histórico sobre a política no início do século 19 francês e a construção do Canal de Suez. Tyrone Power estrela como Ferdinand de Lesseps, engenheiro e filho de um nobre francês (Henry Stephenson). Ele é apaixonado por Eugenie (Loretta Young), assim como o presidente da França Napoleão III (Leon Ames). Depois que seu pai é nomeado cônsul francês no Egito, o mais jovem dos Lesseps viaja para lá e concebe a idéia de um canal ligando os mares Mediterrâneo e Vermelho. De volta à França, Eugenie, agora amante de Napoleão, lhe promete ajuda em troca de um acordo com o Conde de Lesseps para dissolver o governo temporariamente. Napoleão, em seguida, declara-se imperador, fazendo de Eugenie a sua imperatriz. O ancião dos Lesseps morre de choque com a traição política, enquanto seu filho inicia a construção do canal, superando os ataques das tribos locais e o calor insuportável. A França corta o apoio e Lesseps tem de obter ajuda da Inglaterra para terminar o projeto. Uma tempestade de areia fere Lesseps e sua amante, a francesa-egípcia Toni (Annabella), sacrifica sua própria vida para salvar seu amado e o Canal. O disco traz o filme com formato de tela standard e áudio em Dolby Digital 5.1. (T.O.: “Suez”).


Films de la semaine: «The Lucky One» et «Paradis Artificiels»

Vinicius de Morais a dit que la vie est l'art des rendez-vous, mais il ya tant de détorunement dans la vie. Cette idée semble avoir été le principe directeur de ces deux films dont la première a ce week-end, en dépit d'être tout à fait différent. Les films sont «The Lucky One» et «Paradis Artificiels».
Dans «The Lucky One», le point de départ se passe dans quelque part en Irak dans une opération de l'armée américaine. Après une lutte violente qui a tué plusieurs combattants, le sergent Logan Thibault (Zac Efron) repose, en attendant le transport.
Quand il a vu quelque chose qui brillait, il a été vérifier et il a aperçu qui etait l'image d'une jeune fille. A ce moment, un obus de mortier frappe le place où il était avant, et plusieurs soldats meurent.
Logan vient à croire que cette photographie lui apportait la chance, et la garde avec lui, en cherchent toujours à savoir à qui elle appartenait. À son retour aux États-Unis, Logan ne pouvez pas restaurer une vie normale.
Croyant qu'il avait besoin de trouver la personne sur la photo, il décide de la chercher. Accompagné de son fidèle chien Zeus, Logan marche sur une longue distance pour atteindre la ville de la photo, en Louisiane, qui a reconnu grâce à l'image d'un phare.
En demandant ici et là, il rencontre Beth Green (Taylor Schilling), la jeune fille de la photo, qui vivait avec son fils Ben (Riley Thomas Stewart) et sa grand-mère Ellie (BlytheDanner), dans un centre de formation pour les chiens. Incapable d'expliquer pourquoi il était venu là-haut, Logan a pris un siège pour aider dans les affaires, même contre la volonté de Beth.
Malgré la résistance initiale, une attraction réciproque émerge lentement entre Logan et la jeune fille, ce qui fait empirer les choses avec Beth et son ex-mari, le jaloux policier Keith Clayton (Jay R. Ferguson), qui n'aime pas qui c'est passe.
La confrontation entre les deux est inévitable, surtout après Keith découvrir la photo de Beth qui a resté avec Logan, et soulève des soupçons quant à leurs véritables intentions.
Si le lecteur pense que vous avez vu cette histoire avant, est certainement tout à fait raison. «The Lucky One» est un roman sans grandes nouvelles, avec un casting travailleur, mais rien d'exceptionnel, et avec un script assez prévisible, mais cela ne fait pas de mal à regarder, même si pour la belle photographie des merveilleuses paysages de la Louisiane .
L'autre film en question est diamétralement différente, bien que il joue avec la même impondérabilité du destin. L'histoire commence au Rio de Janeiro, lorsque Nando (Luca Bianchi) sort de prison, et il est accueilli affectueusement par sa mère, Marcia (Divana Brandão), tandis que le frère cadet, Lipe (César Cardadeiro) a une attitude froide et distante.
Lorsque Nando trouvé plusieurs comprimés de extasy au chambre de son frère, le spectateur est amené à des événements qui se sont produites ans avant, à Amsterdam, quand Nando s'est rendu là-bas, en compagnie de son ami Mouse (Emilio Orciollo Netto).
Les deux profitent de la ville, les raves, du boisson et des drogues. Drogues, en fait, avait été le sponsor du voyage, qui avaient tous deux ont reçu les billets por ammener certains «ordres» pour le Brésil.
Nando rencontra la DJ Erika (Nathalia Dill), avec lequel il entretient une relation intense. Mais bien que le garçon ne se souvient pas, ils avaient rencontré avant.
En remontant plus loin dans le temps, nous découvrons un événement sur une plage dans le Nord-Est, où une foule de jeunes gens venus du monde entier se réunissent pour une grande rave à différentes étages et DJ célèbres, où plus de la musique et la danse effrénée il y a beaucoup de drogues et sexe.
Pour cet événement sont à venir Erika, très soucieux de ses débuts en tant que DJ, et sa petite amie Lara (Livia Bueno). Les deux entretiennent une relation amoureuse, et de faire de nombreux plans ensemble, tout en divisant les drogues et le lit. Lors du même événement, Nando et Mouse profitent de la fête, à travers la foule, faisant ses débuts dans le monde des drogues synthètiques.
Cette rave va radicalement changer la vie des jeunes avec leurs tragédies personnelles et les triomphes, avec des conséquences qui se propagent depuis de nombreuses années au-delà. Si je révèle quelque chose de plus, je vais gâcher la surprise du spectateur.
«Paradis Artificiels» était une agréable surprise, en sortant des traditionnelles histoires, en plongeant dans le monde des raves, révélant le côté obscur de drogues illicites qui circulant librement dans ce type d'événement.
Bien que le "battage" est toujours présent, la bande sonore est plein de bonne musique, et la photographie est fantastique, aussi bien dans des scènes d'intérieur de la boîte de nuit, que l'externe, à Amsterdam et à la rave dans la plage.
Ayant travaillé avec succès en tant que producteur de "Tropa de Elite (Troupe D'Élite)", "Tropa de Elite 2 (Troupe D'Élite 2)" et "Bus 174", Marcos Prado débuts en tant que directeur d'un long métrage de fiction. Ses deux premiers films comme directeur ont été les documentaires "Estamira" (2004) et "Brazil's Vanishing Cowboys" (2003), ce fait pour la télévision.
Le casting se compose de jeunes acteurs, pour la plupart tous avec de petits rôles au cinéma et à la télévision. C'est intéressant de noter la performance de Nathalia Dill, sa beauté et son talent dans un rôle audacieux et plus exigeant que le trivial.
"Paradis Artificiels" est un film intéressant, non seulement par l'histoire d'amour des personnages, mais aussi pour exposer froidement l'environnement nocif qui imprègne le monde des raves, à la consommation et le trafic de drogues illicites, et tous ses effets nuisibles.
(Titres originaux: «The Lucky One» et «Paradis Artificiels»)

Movies of the Week: "The Lucky One" and "Artificial Paradises"

Vinicius de Morais has said that life is the art of meetings, although there are so many mismatches in life. This idea seems to have been the guiding principle of the two films that premiered this weekend, despite being quite different. The films are "The Lucky One" and "Artificial Paradises".
In "The Lucky One," the starting point happens somewhere in Iraq in an operation of the U.S. Army. After a violent struggle that killed several fighters, Sergeant Logan Thibault (Zac Efron) rests, awaiting transport.
When he sees something shining, he goes to check and find that is the picture of a girl. At that moment, a mortar shell hits the spot where he was before, and several soldiers die.
Logan comes to believe that photography brought him luck, and keeps it to himself, always trying to find out who it belonged to. Upon returning to the United States, Logan can not restore a normal life.
Believing he needed to find the person in the photo, he decides to seek her. Accompanied by his faithful dog Zeus, Logan walks a long distance to reach the city of the photo, in Louisiana, which he recognized from the image of a lighthouse.
Asking here and there, he meets Beth Green (Taylor Schilling), the girl portayed in the photo, living with his son Ben (Riley Thomas Stewart) and her grandmother Ellie (BlytheDanner), in a training center for dogs. Unable to explain why he had come up there, Logan acept a job to assist in business, even against the will of Beth.
Despite her initial resistance, slowly emerges a mutual attraction between Logan and Beth, what makes matters worse with the girl's ex-husband, the jealous police officer Keith Clayton (Jay R. Ferguson), who do not like the ways things happens.
The confrontation between the two is inevitable, especially after Keith discovers the photo of the girl who brought by Logan, and raises suspicions about the newcomer's true intentions.
If the reader thinks he had already seen this story before, certainly is absolutely right. "The Lucky One" is a love story with no big news, with a competent cast, but no exceptionality, and with a fairly predictable script, but that does not hurt to watch, even if it by the beautiful photography of the marvelous scenery of Louisiana .
The other movie in focus is diametrically different, but it plays with the same weightlessness of Destiny. The story begins in Rio de Janeiro, when Nando (Luca Bianchi) gets out of prison, and is greeted affectionately by his mother, Marcia (Divana Brandão), while the younger brother, Lipe (Caesar Cardadeiro) mantain a cold and distant attitude.
When Nando found several tablets of extasy in brother's room, the viewer is led to events that happened years before, in Amsterdam, when nando traveled there, in company of his friend Mouse (Emilio Orciollo Netto).
The two enjoy the city, raves, drinking and drugs. Drugs, in fact, had been the sponsor of the trip, as both had won passes to carry some "orders" for Brazil.
There, Nando finds the DJ Erika (Nathalia Dill), with whom he has an intense relationship. But although the guy did not remember, they had met before.
Going back further in time, we witness an event on a beach in the Northeast of Brasil, where a crowd of young people from all around the world for a big rave with various stages and famous DJ, where besides the music and unbridled dance rolls a lot of drugs and sex.
For this event are coming Erika, very anxious to debut as a DJ and his girlfriend Lara (Livia Bueno). The two maintained a loving relationship, and make many plans together, while dividing the drugs and the bed. At the same event, Nando and Mouse enjoy the party, through the crowd, making their debut in the world of synthetic drugs.
This rave will radically change the lives of the young couple, with their personal tragedies and triumphs, with consequences that will propagate many years beyond. If I say something else, I'll spoil the surprise of the spectator.
"Artificial Paradises" was a nice surprise, in getting away from the traditional stories, plunging without fantasies in the world of raves, revealing the dark side of illegal drugs flowing freely in this type of event.
Although the "piling" music it is always present, the soundtrack is full of good music, and photography is fantastic, both in indoor scenes of the nightclub, as the external, in Amsterdam and the beach rave.
Having successfully worked as a producer of "Elite Squad", "Elite Squad 2" and "Bus 174", Marcos Prado debut as a director of a feature-length fiction. His first two jobs in the direction were the documentaries "Estamira" (2004) and "Brazil's Vanishing Cowboys" (2003), this made for television.
The cast consists of young actors, mostly with small roles in film and television. The highlight is Nathalia Dill, with her beauty and talent in a bold and more demanding role than the trivial.
"Artificial Paradises" is an interesting film, not only by the love story of the characters, but also for exposing coldly the damaging environment that permeates the world of raves, with the consumption and trafficking of illicit drugs, and all its prejudicial effects.
(Original titles: "The Lucky One" and "Paraísos Artificiais") 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Coluna Claquete – 04 de maio de 2012

Newton Ramalho

 

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O que está em cartaz

O mês de maio chegou, trazendo algumas estreias discretas. Entre elas, o drama nacional “Paraisos Artificiais”, o romance “Um Homem de Sorte”, com Zac Efron, o policial “Anjos da Lei”, com Channing Tatum, e o drama francês “A Criança da Meia-Noite”, na Sessão Cine Cult do Cinemark. Continuam em cartaz a ficção-científica “Vingadores” (vejam na Sessão Filme da Semana), com Robert Downey Jr e grande elenco, a comédia “American Pie: O Reencontro”, e o infantil “Espelho, Espelho Meu”, com Julia Roberts.

 

 

Estreia 1: “Paraísos Artificiais”


Erika (Nathalia Dill) é uma DJ de relativo sucesso e muito amiga de Lara (Lívia de Bueno). Juntas, durante um festival onde Erika trabalhava, elas conheceram Nando (Luca Bianchi) e, juntos, vivem um momento intenso. Entretanto, logo em seguida o trio se separa. Anos depois Erika e Nando se reencontram em Amsterdã, onde se apaixonam. Só que apenas Erika se lembra do verdadeiro motivo pelo qual eles se afastaram pouco após se conhecerem, anos antes. A direção é de Marcos Prado (“Estamira”). Coautor do roteiro, Prado afirmou sentir necessidade de realizar um filme falando sobre as drogas sintéticas e o mundo das raves, principalmente, por ter um filho de 18 anos. “Paraísos Artificiais” estreia nesta sexta-feira, na Sala 5 do Cinemark, e na Sala 3 do Moviecom. Classificação indicativa 16 anos. (T. O.: “Paraisos Artificiais”).

 

Estreia 2: “Um Homem de Sorte”


Enquanto estava no meio do conflito no Iraque, o sargento da Marinha norte-americana Logan Thibault (Zac Efron) encontra a fotografia de Beth (Taylor Schilling), sem conhecê-la e passa a considerar o fato como uma espécie de amuleto em terras inimigas. Quando retorna para seu país, decide que vai encontrá-la e através de um pedido de emprego que fez para a mãe dela, Nana (Blythe Danner), começa a manter contato, mas mantendo em segredo o verdadeiro motivo de sua vinda. Só que Beth tem problemas pessoais com seu ex-marido, com quem tem um filho, mas o romance entre os dois acaba brotando, apesar de toda a desconfiança que ela mantém sobre o misterioso funcionário da casa. A direção é de Scott Hicks. “Um Homem de Sorte” estreia nesta sexta-feira, na Sala 5 do Moviecom. Classificação indicativa 14 anos. (T. O.: “The Lucky One”)

Estreia 3: “Anjos da Lei”


Jenko (Channing Tatum) e Schmidt (Jonah Hill) estudaram juntos, mas jamais foram amigos. A situação muda quando se reencontram na academia de polícia, onde passam a ajudar um ao outro. Já formados, se envolvem em uma confusão ao tentar realizar a prisão de um traficante de drogas, que atuava no parque onde trabalhavam. Remanejados para uma divisão comandada pelo capitão Walters (Ice Cube), onde jovens policiais trabalham infiltrados, eles recebem a missão de desvendar quem é o fornecedor de uma nova e perigosa droga. De volta ao ambiente escolar e atuando sob nomes falsos, Jenko e Schmidt precisam se acostumar aos novos tempos sem perder o foco na tarefa que lhes foi incumbida. A direção é de Phil Lord e Chris Miller. “Anjos da Lei” estreia nesta sexta-feira, na Sala 7 do Cinemark, e na Sala 1 do Moviecom. Classificação indicativa 16 anos. (T. O.: “21 Jump Street”)

Sessão Cine Cult: “A Criança da Meia-Noite”


Romain (Quentin Challal) nasceu com uma rara doença genética, que faz com que raios solares provoquem danos ao DNA de suas células. Desta forma ele é conhecido como "a criança da meia-noite", já que apenas pode sair de casa à noite. Sob os cuidados de David (Vincent Lindon), um professor de dermatologia do Hospital Universitário de Bayonne, ao longo dos anos eles estabelecem uma forte amizade. Só que, quando David consegue uma vaga na Organização Mundial da Saúde, em Genebra, ele precisa encontrar um jeito de contar ao garoto que irá embora. A direção é de Delphine Gleize. “A Criança da Meia-Noite” estreia nesta sexta-feira, na Sala 5 do Cinemark, sempre na sessão de 14h00. Classificação indicativa 12 anos. (T.O.: “La Permission de Minuit”)

Filme da Semana: “Vingadores”

Sempre que algum personagem de histórias em quadrinhos é levado às telas de cinema, há dúvidas na abordagem da história, se deve ser voltada para os fãs originais, ou se para o público normal, que pode estar conhecendo o personagem pela primeira vez. E o que fazer no caso de “Vingadores”, que trata de um grupo de super-herois?
Bem, ao menos desta vez, a lógica prevaleceu, principalmente por ser um projeto de longo prazo, onde todos os herois retratados já tiveram os seus filmes solos, e mais, todos tem algum tipo de ligação. É uma boa notícia para os fãs de carteirinha, e ruim para quem vai assistir esse tipo de filme pela primeira vez. O jeito é rever os filmes antes, ou então embarcar na aventura sem se preocupar muito.
Nossa história tem início quando Loki (Tom Hiddelston), o irmão adotivo de Thor (Chris Hemsworth), ressurge das profundezas do espaço para onde fora banido, graças a uma aliança com os Chitauri, uma raça alienígena que quer dominar o universo, e cuja ambição é o Tesseract, uma poderosa energia em forma de um cubo azul, trazida para a Terra na aventura “Thor” (2011).
Loki domina a mente do dr Erik Selvig (Stellan Skarsgard) e do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), fazendo-os passar para o seu lado. Com a ajuda dos dois, eles roubam a Tesseract, e tomam um destino ignorado.
Nick Fury (Samuel L. Jackson) resolve então convocar uma força-tarefa para localizar e reaver o Tesseract. Para isso ele chama Tony Stark (Robert Downey Jr), o Homem de Ferro, Steve Rogers (Chris Evans), o Capitão América, Natasha Romanoff (Scarlet Johansson), a Viúva Negra, e o mais complicado de todos: Bruce Banner (Mark Ruffalo), que vira Hulk, quando perde o controle.
A ideia de juntar esses notáveis era mais por conta do gênio inventivo de Stark aliado ao fato de Banner ser a maior autoridade em raios gama. Os demais atuariam quando fosse necessária alguma ação.
Quando Loki aparece na Alemanha, o grupo consegue capturá-lo e levá-lo para a fortaleza voadora da S.H.I.E.L.D., mas, logo o grupo descobre que tudo não passara de um lance planejado pelo vilão, para atacar os adversários e tentar matar Thor.
A fortaleza escapa por pouco de ser destruída, graças à ação do Homem de Ferro e do Capitão América. Contudo, Banner transforma-se em Hulk e desaparece no ar, depois de causar muita destruição.
De posse do Tesseract, Loki consegue abrir um portal dimensional por onde começam a chegar os soldados Chitauri, verdadeiras máquinas de destruição que atacam qualquer coisa que se mova. Nova York, aliás, é despedaçada mais uma vez.
Os únicos que poderão enfrentar os Chitauri são os Vingadores, que precisarão utilizar toda sua força e inteligência para evitar que a Terra seja dominada e destruída.
As conexões com os outros filmes estão presentes sempre. O Tesseract, Loki e o próprio Thor estiveram no filme de 2011. No final do filme “Capitão América – O Primeiro Vingador”, ele ficou preso no gelo ártico, sendo resgatado pelo pai de Toni Stark. O mesmo soro que transformou o fracote Steve Rogers no fortão Capitão América foi submetido a exposição de raios gama, e criou o Hulk.
Os personagens Viúva Negra e Gavião Arqueiro já haviam aparecido em “Homem de Ferro 2”, e “Thor”. O agente Phil Coulson (Clark Gregg), que já havia aparecido brevemente em todos os filmes anteriores, será a motivação para a união dos herois.
O humor está presente na maioria das cenas, principalmente quando está presente o cínico Toni Stark, que perturba o Capitão América, fazendo piadinhas sobre idade, já que este ficou congelado por mais de cinquenta anos, o Bruce Banner, sobre seu controle de temperamento, e até com o Loki, quando ficam frente à frente.
Mas, uma das cenas mais divertidas fica por conta do monstruoso Hulk, após um discurso imperioso de Loki, lembrando-o da insignificância do ser humano.
Os efeitos especiais estão presentes em todas as cenas, sem os excessos de Transformers, e muito bem integrados ao roteiro. A armadura do Homem de Ferro sempre merece alguns efeitos que ficam melhores a cada filme.
Outra coisa divertida é encontra o momento em que o autor dos quadrinhos, Stan Lee, aparece no filme em alguma ponta. Uma dica: preste atenção nas entrevistas no final do filme. E, por falar em final, não saia imediatamente da sala, aguarde a famosa “última cena”, que sempre dá alguma dica do próximo filme.
“Vingadores” é um filme divertido, muito bem realizado, e que certamente irá atingir um público muito maior que o infanto-juvenil, podendo ser considerado um dos melhores filmes de super-herois feitos até hoje.
(Título original: “Avengers”)


Lançamentos em DVD/Blu-Ray

“Confiar”

Após pensar muito Will (Clive Owen) e Lynn (Catherine Keener) resolvem presentear sua filha Annie (Liana Liberato) com um computador. O casal está convencido de que havia criado seus três filhos em um ambiente aberto e saudável e que já poderia confiar em Annie. Quando Annie faz um novo amigo pela internet - um garoto de 16 anos chamado Charlie que ela conheceu num chat de relacionamento, Will e Lynn deram toda a atenção. Sentaram com a filha, conversaram sobre o assunto e viram as fotos que o menino tinha enviado. Quando Annie e Charlie marcam um encontro, sem que os pais dela saibam, o que acontecerá em apenas 24 horas irá mudar a família para sempre.   Disco com formato de tela widescreen anamórfico e áudio Dolby Digital 5.1. (T.O.: “Trust”).

“Jackie Brown”
 
Jackie Brown (Pam Grier) é uma aeromoça de uma companhia área mexicana e aumenta sua renda mensal transportando dinheiro para um traficante de armas, Ordell Robbie (Samuel L. Jackson). Tudo vai bem até que um dia policiais a abordam no aeroporto e querem fazer um acordo para que ela os ajude a pegar o tal criminoso. Com direção do renomado Quentin Tarantino, esse filme mistura ação e muito humor negro. O disco traz o filme com formato de tela cheia e áudio Dolby Digital 5.1. Sem dúvida, o melhor filme de Tarantino, tem a participação de Robert Forster, Bridget Fonda, Michael Keaton, Robert De Niro, e Chris Tucker (T.O.: “Jackie Brown”).

“O Homem do Futuro”

João/Zero (Wagner Moura) é um cientista genial, mas infeliz porque há 20 anos atrás foi humilhado publicamente durante uma festa e perdeu Helena (Alinne Moraes), uma antiga e eterna paixão. Certo dia, uma experiência com um de seus inventos permite que ele faça uma viagem no tempo, retornando para aquela época e podendo interferir no seu destino. Mas quando ele retorna, descobre que sua vida mudou totalmente e agora precisa encontrar um jeito de mudar essa história, nem que para isso tenha que voltar novamente ao passado. Será que ele conseguirá acertar as coisas? Disco com formato de tela widescreen, e, como Extras, Trailer, Clipe, Teaser, e Making of. (T.O.: “Homem do Futuro”).

“Aníbal – O Conquistador”

Após fazer a sua histórica travessia nos Alpes com seus magníficos elefantes, Aníbal (Victor Mature) parte para Roma em busca de vingança. Durante sua jornada, ele captura a bela Sylvia (Rita Gam), sobrinha do Senador Romano Fabius Maximus (Gabriele Ferzett). Ao contrário do que se esperava, Aníbal não a mantém como prisioneira. Ele mostra seu poderoso exército, seus elefantes, e a liberta; aguardando então pacientemente que Sylvia reporte seu poder para os romanos. Continuando com sua invasão, Aníbal derrota os romanos na famosa batalha de Trébia e envia uma mensagem para Sylvia anunciando sua chegada em Roma. Mas, Aníbal havia subestimado o inimigo e verá que destruir Roma não será tão fácil quanto imaginava. O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio em Dolby Digital 2.0. (T.O.: “Annibale”).


Film de la semaine: "Avengers"

Chaque fois qu'un personnage de bande dessinée est présenté au grand écran, il ya des doutes sur l'approche de l'histoire, si y doit être adressé à des fans originales, ou pour le public generale, qui peut être connaître le caractère pour le première fois. Et ce qu'il faut faire en cas de "Avengers", qui est un groupe de super-héros?
Eh bien, au moins cette fois, la logique a prévalu, principalement parce qu'il s'agit d'un projet à long terme, qui dépeint tous les héros ont eu leurs films sols, et plus, tout le monde a une sorte de connexion. Ce sont de bonnes nouvelles pour les fans de long temps, et mauvais pour ceux qui vont regarder ce genre de film pour la première fois. La solution est passer en revue les films avant, ou se lancer dans l'aventure sans se soucier trop.
Notre histoire commence lorsque Loki (Tom Hiddelston), le demi-frère de Thor (Chris Hemsworth), surgit des profondeurs de l'espace où il avait été interdit, grâce à une alliance avec les Chitauri, une race extraterrestre qui veut dominer l'univers, et dont l'ambition est le Tesseract, une puissante énergie sous la forme d'un cube bleu, porté à la Terre dans l'aventure "Thor" (2011).
Loki domine l'esprit du Dr Erik Selvig (Stellan Skarsgard) et Hawkeye (Jeremy Renner), pour les faire passer à côté de lui. Avec l'aide des deux, ils volent le Tesseract, et ils prennent une destination inconnue.
Nick Fury (Samuel L. Jackson) décide alors de convoquer un groupe de travail pour localiser et récupérer le Tesseract. Pour cela, il convoque Tony Stark (Robert Downey Jr), Iron Man, Steve Rogers (Chris Evans), Captain America, Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), la Black Widow, et le plus compliqué de tous: Bruce Banner (Mark Ruffalo ), qui devient Hulk quand il perd le contrôle.
L'idée de se joindre à ces remarquables était plus due au génie inventif de Stark couplé avec le fait de Banner être la plus haute autorité en rayons gamma. Les autres agiraient quand une action soit nécessaire.
Lorsque Loki apparaît en Allemagne, le groupe parvient à le capturer et l'emmener à la forteresse volante du SHIELD, mais le groupe découvre bientôt que tout avait été prévu par le méchant pour attaquer les adversaires et essayer de tuer Thor.
La forteresse échappe de justesse à la destruction, grâce à la Iron Man et Captain America. Toutefois, Banner se transforme en Hulk et disparaît dans l'air, après avoir causé beaucoup de destruction.
Armé de la Tesseract, Loki peut ouvrir un portail dimensionnel par lequel les soldats Chitauri commencent à arriver, véritables machines de destruction, en attaquant tout ce qui bouge. New York, en passant, est brisée à nouveau.
Les seuls qui pourraient faire face à les Chitauri sont les Avengers, qui auront besoin d'utiliser toute sa force et son intelligence pour éviter que la Terre soit dominée et détruite.
Connexions avec d'autres films sont toujours présents. Le Tesseract, Loki et Thor lui-même étaient dans le film de 2011. A la fin du film "Captain America - First Avenger", il a été pris au piège dans la glace arctique, est sauvé par le père de Toni Stark. Le même sérum qui a transformé le faible Steve Rogers en Captain America a été soumis à exposition des rayons gamma, et a créé le Hulk.
Les caractères Black Widow et Hawkeye avaient déjà paru dans "Iron Man" et «Thor».Agent Phil Coulson (Clark Gregg), qui avait fait une brève apparition dans tous les films précédents, sera la motivation pour l'union des héros.
L'humour est présent dans la plupart des scènes, surtout quand il s'agit du cynique Toni Stark, en dérangeant le Captain America, faisant des blagues au sujet de leur âge, car il a été gelé pendant plus de cinquante ans, Bruce Banner, sur son contrôle de l'humeur, et même Loki, quand ils sont face à face.
Mais l'une des scènes les plus drôles est sur le compte du monstrueux Hulk, après un impératif discours de Loki, en rappelant de l'insignifiance des êtres humains.
Les effets spéciaux sont présents dans toutes les scènes, sans les excès de Transformers, et très bien intégré dans le script. L'armure d'Iron Man mérite toujours quelques effets que s'améliorent à chaque film.
Une autre chose amusante à faire est de trouver le temps que l'auteur de bandes dessinées, Stan Lee, apparaît dans le film. Un conseil: regarder les interviews à la fin du film. Et en parlant de la fin, ne pas quittez la salle immédiatement, attendez que le fameux "dernière scène", qui donne toujours quelque soupçon de son prochain film.
"Avengers" est un film amusant, très bien fait, et qui va certainement toucher un public beaucoup plus large que les enfants, et pourrait être considéré comme l'un des meilleurs films de super-héros d'aujourd'hui.
(Titre original: "The Avengers")



Movie of the Week: "The Avengers"

Whenever a comic book character is brought to the big screen, there are doubts on the approach, if it should be directed to the original fans, or for the ordinary public, who might be knowing the character for the first time. And what to do in case of "The Avengers", which is a group of superheroes?
Well, at least this time, logic prevailed, mainly because it is a long term project, where all heroes portrayed already have had their proper films, and more, everything has some kind of connection. This is good news for old fans, and bad for those who will watch this kind of film for the first time. The best is review the movies before, or embark on the adventure without worrying too much.
Our story begins when Loki (Tom Hiddelston), the half-brother of Thor (Chris Hemsworth), rises from the depths of space where he had been banned, thanks to an alliance with the Chitauri, an alien race that wants to dominate the universe, and whose ambition is the Tesseract, a powerful energy in the form of a blue cube, brought to Earth in the adventure "Thor" (2011).
Loki dominates the mind of Dr. Erik Selvig (Stellan Skarsgard) and Hawkeye (Jeremy Renner), taking them to his side. With the help of the two, they steal the Tesseract, and take an unknown destination.
Nick Fury (Samuel L. Jackson) then decides to convene a task force to locate and retrieve the Tesseract. For this he calls Tony Stark (Robert Downey Jr), the Iron Man, Steve Rogers (Chris Evans), the Captain America, Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), the Black Widow, and the most complicated of all: Bruce Banner (Mark Ruffalo ), who becomes Hulk when he loses control.
The idea of ​​joining these remarkable was more due to the inventive genius of Stark coupled with the fact Banner be the highest authority in gamma rays. The other would act when some action was necessary.
When Loki appears in Germany, the group manages to capture him and take him to the flying fortress of SHIELD, but the group soon discovers that everything had been a planned bid by the villain to attack his opponents and try to kill Thor.
The fortress narrowly escapes being destroyed, thanks to the Iron Man and Captain America. However, Banner becomes Hulk and disappears into the air, after causing much destruction.
Armed with the Tesseract, Loki can open a dimensional portal through which the Chitauri soldiers begin to arrive, true engines of destruction,attacking anything that moves. New York, incidentally, is shattered once again.
The only ones who could face the Chitauri are the Avengers, which will need to use all his strength and intelligence to prevent the Earth be dominated and destroyed.
Connections with other films are always present. The Tesseract, Loki and Thor himself were in the 2011 "Thor" movie. At the end of the movie "Captain America - The First Avenger", he was trapped in Arctic ice, and was rescued by the father of Toni Stark. The same serum that turned the weakling Steve Rogers in strong Captain America one was subjected to gamma-ray exposure, and created the Hulk.
The characters Black Widow and Hawkeye had already appeared in "Iron Man 2" and "Thor." Agent Phil Coulson (Clark Gregg), who had briefly appeared in all previous films, will be the motivation for the union of heroes.
The humor is present in most scenes, especially with the cynical Toni Stark, disturbing Captain America, making jokes about their age, since it was frozen for more than fifty years, Bruce Banner, on his control of temper, and even Loki, when they are face to face.
But one of the funniest scenes is on account of the monstrous Hulk, after a imperative speech of Loki, reminding him of the insignificance of human beings.
The special effects are present in all scenes, without the excesses of Transformers, and very well integrated into the script. The armor of Iron Man always deserves some effects that get better with each film.
Another fun thing to do is find the time that the author of comics, Stan Lee, who always appears in the film at some point. A tip: watch the interviews at the end of the film. And speaking of the end, do not leave the room immediately, wait for the famous "last scene", which always gives some hint of the next film.
"The Avengers" is a fun movie, very well done, and that will certainly reach a much larger audience that the juvenile, and can be considered one of the best superhero movies made today.
(Original title: "The Avengers")