quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Coluna Claquete – 21 de setembro de 2012




Newton Ramalho

 

colunaclaquete@gmail.com – www.colunaclaquete.blogspot.com  - @colunaclaquete

 

O que está em cartaz

Zumbis, vampiros e a ousadia dos anos 50 marcam os cinemas neste início de primavera. Neste final de semana estreiam o drama “Na Estrada”, de Walter Salles, a ação “Dredd”, a animação “Tinker Bell – O Segredo das Fadas”, e o nacional “Um Homem Qualquer”. Continuam em cartaz “Residente Evil 5: Retribuição” (vejam na Sessão Filme da Semana), “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”, o escrachado “Ted”, o drama nacional “Totalmente Inocentes”, e a ação “Os Mercenários 2”. Nas programações exclusivas, o Cinemark exibe “O Legado Bourne”, “E a Vida Continua...”, “ParaNorman 3D”, “As Aventuras de Agamenon, o Repórter”, e “Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios”, na Sessão Cine Cult, enquanto o Moviecom mantém os nacionais “O Diário de Tati”, “E Aí, Comeu?”, e “À Beira do Caminho”.

 

Estreia 1: “Na Estrada”


Estados Unidos, anos 50. Sal Paradise (Sam Riley) é um aspirante a escritor que acaba de perder o pai. Ao conhecer Dean Moriarty (Garrett Hedlund) ele é apresentado a um mundo até então desconhecido, onde há bastante liberdade no sexo e no uso de drogas. Logo Sal e Dean se tornam grandes amigos, dividindo a parceria com a jovem Marylou (Kristen Stewart), que é apaixonada por Dean. Os três viajam pelas estradas do interior do país, sempre dispostos a fugir de uma vida monótona e cheia de regras. Baseado no romance Cult de Jack Kerouac, “On the Road – Pé na Estrada”, que definiu a Geração Beat. A direção é do brasileiro Walter Salles. “Na Estrada” estreia nesta sexta-feira, na Sala 5 do Moviecom. Classificação indicativa 16 anos. (T. O.: “On The Road”)

Estreia 2: “Dredd”


O juiz Dredd (Karl Urban) vive na megalópole Mega City Um, um oásis de civilização na Terra Maldita, cerca de 120 anos no futuro. Bastante temido pelos infratores da lei, ele acumula os cargos de polícia, de juiz e ainda o de carrasco. Um dia, ele é encarregado de treinar uma candidata a juíza com poderes mediúnicos (Olivia Thirlby), e neste primeiro dia de teste os dois enfrentam a maior e mais perigosa traficante de drogas do local (Lena Headey). Os personagens do filme são baseados nos quadrinhos criados por Carlos Ezquerra  e John Wagner, que já inspiraram uma outra versão, vivida por Sylvester Stallone em “O Juiz”, de 1995. A direção é de Pete Travis. “Dredd” estreia nesta sexta-feira, na Sala 4 do Cinemark. Classificação indicativa 18 anos. (T. O.: “Dredd”)

Estreia 3: “Tinker Bell - O Segredo das Fadas”


Além do Vale das Fadas, existe um reino dominado pelo inverno: a Floresta Branca. Apesar da interdição de entrar no local, a valente Sininho explora estas terras, quando um evento estranho ocorre: suas asas começam a brilhar como o fogo. Enquanto ela tenta descobrir o motivo desta transformação, ela conhece uma misteriosa rainha do gelo, muito parecida com ela mesma. Este encontro muda sua vida inteira, e também a rotina do Vale das Fadas. A direção é de Peggy Holmes. “Tinker Bell – O Segredo das Fadas” estreia nesta sexta-feira, na Sala 6 do Cinemark, e Sala 6 do Moviecom. Classificação indicativa livre. Cópias dubladas. (T. O.: “Tinker Bell: Secret of the Wings”)

Estreia 4: “Um Homem Qualquer”


Aos 30 anos de idade, Jonas (Eriberto Leão) vive em São Paulo, está desempregado e cansado da vida na metrópole. Em busca de alguma motivação para viver, ele acaba conhecendo Lia (Nanda Costa) naquele que seria o pior dia de sua vida. O que ele não sabe é que Lia já o acompanhava há algum tempo, juntamente com o colega de teatro Ígor (Pedro Neschling). Os dois o observavam como laboratório sobre a vida de um homem qualquer, para aplicar nas aulas de teatro. Só que logo Lia se apaixona por Jonas, se envolvendo também em um projeto de sequestro idealizado por Tico (Norival Rizzo), amigo de sua atual paixão. A direção é de Caio Vecchio. “Um Homem Qualquer” estreia nesta sexta-feira, na Sala 3 do Moviecom. Classificação indicativa 16 anos. (T. O.: “Um Homem Qualquer”)


Filme da Semana: “Resident Evil 5: Retribuição”

Resident Evil, também conhecido como Biohazard no Japão, é uma franquia de mídia que pertence à empresa de videogames Capcom. Foi criada por Shinji Mikami como uma série de jogos de survival horror, iniciada em 1996 com Resident Evil para PlayStation. Desde então, a série de jogos passou a incluir o gênero ação, e até agora já vendeu mais de cinquenta milhões de unidades.
A primeira adaptação para os cinemas foi feita em 2002, com o título “Resident Evil - O Hóspede Maldito”, dirigido por Paul W. S. Anderson, e estrelado pelas atrizes Milla Jovovich e Michelle Rodriguez. A história mostrada no filme baseava-se livremente nas primeiras versões do jogo, mas, não trazia os personagens clássicos, introduzindo a heroína Alice.
Na trama, Alice (Milla Jovovich) acorda desmemoriada, no banheiro de uma mansão, que fica sobre um laboratório secreto da megacorporação Umbrella, onde eram desenvolvidas armas biológicas. Um acidente espalha o T-vírus, que transforma as pessoas em zumbis. Uma equipe de soldados profissionais é enviada para investigar a situação, levando Alice com eles. A moça é a única sobrevivente, e quando sai do laboratório, o vírus já se espalhou pela cidade de Raccoon.
Depois do tremendo sucesso do filme original, vieram as sequências “Resident Evil – Apocalipse” (2004), “Resident Evil 3 – A Extinção” (2007), “Resident Evil 4 – Recomeço” (2010), e o atual “Resident Evil 5: Retribuição”.
No filme atual, a abertura foi magnificamente mostrada com o final do filme anterior mostrada em rewind, ou seja, de trás para frente. Além disso, a personagem Alice (Milla Jovovich) aparece fazendo um breve e importante descritivo de todas as sequencias anteriores, contextualizando o espectador que vê a série pela primeira vez.
Descobrimos, então, que Alice está em uma instalação da Umbrella, no norte da Rússia, onde existem réplicas de Nova York, Tóquio, Moscou, e de subúrbios americanos, onde clones humanos são utilizados para testar e exibir para possíveis compradores os efeitos do T-vírus.
Alice é ajudada a sair de sua cela por Ada Wong (Li Binqbinq), enviada por Albert Wesker (Shawn Roberts), o vilão do filme anterior, que oferece ajuda à moça para que esta se una a ele contra a Umbrella. Ele também envia um grupo para ajudar as duas mulheres a sair da instalação.
Mas, para que o grupo consiga fugir, terão de enfrentar inúmeros obstáculos, pois além dos zumbis “normais”, temos alguns monstruosos gigantes que lembram o Coisa do Quarteto Fantástico, soldados-zumbis armados de metralhadoras que parecem alemães da Segunda Guerra, além dos soldados da Umbrella, liderados por Jill Valentine (Sienna Gillory) e Rain Ocampo (Michelle Rodriguez), e sob o comando da poderosa Rainha Vermelha, o supercomputador mostrado no filme original.
O resultado disso tudo? Ação incessante, do início ao fim do filme, com uma profusão de tiros e explosões de fazer inveja a qualquer exército, embalada por uma trilha sonora de rock pesado, muitas cenas em câmara lenta, principalmente nas belíssimas cenas das lutas coreografadas.
Se a história não tem muita complexidade, o clima de videogame vai agradar os aficionados dos jogos que reclamavam do distanciamento dos games originais. Independente disso, os amantes dos filmes de ação, muito comuns nas gerações atuais, não terão do que reclamar.
Para os que reclamam da violência nestes tipos de filme, usa-se a desculpa de que não são pessoas que morrem, mas sim monstros, e, claro, zumbis – que já estão mortos. A filosofia é a mesma dos jogos: atirar em tudo o que se move, para sair com vida do nível.
“Resident Evil 5: Retribuição” é um produto feito sob medida para as plateias atuais, com muita ação e pouco raciocínio, para ser consumido como pipoca. Para os que preferem um drama, comédia, ou algo com um roteiro mais profundo, é melhor procurar outra opção.
De resto, podemos concluir que um dos motivos de sucesso da grife deve-se à ucraniana Milla Jovovich, que mata zumbis e monstros com a mesma expressão angelical que tinha em sua estreia, aos 13 anos, em “O Expresso de Katmandu”, quando se assinava simplesmente Milla.


Lançamentos em DVD/Blu-Ray

“O Enigma do Outro Mundo”

Em uma expedição na Antártica, um grupo de pesquisadores se depara com uma criatura enterrada no gelo, aparentemente há algumas eras glaciais. Contudo, um simples experimento realizado pelos cientistas nos arredores do posto de pesquisa, acaba libertando "a coisa" de sua gélida prisão. Agora, o grupo, liderado por Kate Lloyd (Elizabeth Winstead), precisa lutar para afastar o perigo e o terror que essa criatura pode provocar. Disco com formato de tela widescreen anamórfico e áudio em Dolby Digital 5.1.  (T. O.: “The Thing”)


“A Grande Mentira”

Hellen Mirren e Sam Worthington estrelam “A Grande Mentira”, a poderosa história de Rachel Singer (Mirren), uma ex-agente do Mossad que tentou capturar um notório criminoso de guerra nazista - o cirurgião de Birkenau - em uma missão secreta israelense que culminou com a morte do criminoso nas ruas de Berlim Oriental. Agora, 30 anos depois, surge um homem alegando ser o médico, e Rachel precisa voltar para a Europa para descobrir a verdade. O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio em Dolby Digital 5.1. (T.O.: “The Debt”).

“Sabrina”
 
Sabrina é charmosa, engraçada e brilha como todas as grandes estrelas de Hollywood. Humphrey Bogart, William Holden e Audrey Hepburn vivem esta história de Cinderela, dirigida pelo renomado cineasta Billy Wilder (Crepúsculo dos Deuses, Quanto Mais Quente Melhor). Bogie e Holden são os multimilionários irmãos Larrabee, de Long Island. Bogie só pensa em trabalho e Holden só pensa em se divertir. Mas quando Sabrina, filha do chofer, volta de Paris, adulta e glamourosa, o palco está montado para atritos em família, com os irmãos enfeitiçados pela encantadora moça. O disco traz o filme com formato de tela standard e áudio 2.0 True-HD. (T.O.: “Sabrina”).

“O Grande Ano”

Brad Harris (Jack Black), Stu Preissler (Steve Martin) e Kenny Bostick (Owen Wilson) estão meio que passando por uma crise em suas respectivas vidas. Eles se conhecem e têm comum a paixão pelos pássaros, mas se o que une os três é o amor pelos seres alados, o que vai separá-los é uma competição de vigília onde o trio disputa quem consegue identificar as espécies mais raras na América do Norte. Será que isso vai dar certo? O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio Dolby Digital 5.1.  (T.O.: “The Big Year”).



Film de la semaine: "Resident Evil 5: Retribution"

Comme je l'ai mentionné à plusieurs fois dans cette colonne, l'excès de continuations déforme et banalise un héros ou un thème qui a réussi dans un film original.Il s'agit donc d'une exception agréable et surprenant le cas du film Resident Evil, qui arrivent déjà à la suite cinquième, "Resident Evil 5: Retribution", avec une dose notable de qualités et de surprises.
Resident Evil, aussi connu comme Biohazard au Japon, est une franchise de médias qui appartient à la société de jeux vidéo Capcom.Il a été créé par Shinji Mikami comme une série de jeux de survival horror, avec debut en 1996, avec Resident Evil pour PlayStation. Depuis, la série de jeu a inclus le genre action, et à ce jour a vendu plus de cinquante millions d'unités.
La première adaptation au cinéma a été faite en 2002 avec le titre "Resident Evil", réalisé par Paul W. S. Anderson, et mettant en vedette les actrices Milla Jovovich et Michelle Rodriguez. L'histoire montrée dans le film était basé lâchement sur les premières versions du jeu, mais n'a pas apporté les personnages classiques, avec l'introduction de l'héroïne Alice.
Dans l'histoire, Alice (Milla Jovovich) se réveille oublieux, dans la salle de bains d'une maison, qui se trouve sur un laboratoire secret de la megacorporation Umbrella, où ils ont été développées des armes biologiques. Un accident propage le T-virus, qui transforme les gens en zombies. Une équipe de soldats professionnels est envoyé pour enquêter sur la situation, en prenant Alice avec eux. La jeune fille est le seul survivant, et lorsque elle quitte le laboratoire, le virus s'est répandu dans Raccoon City.
Après l'énorme succès du film original, sont venu les séquences "Resident Evil - Apocalypse" (2004), "Resident Evil 3 - Extinction" (2007), "Resident Evil 4 - Afterlife" (2010), et le courant "Resident Evil 5 : Retribution ".
Dans le film en cours, l'ouverture a été magnifiquement affichées avec la fin du film précédent présenté en rewqind, c'est à dire vers l'arrière.En outre, le caractère (Milla Jovovich) Alice apparaît avec une description brève et importante de toutes les films précédentes, en contextualisant le spectateur qui voit la série pour la première fois.
Nous découvrons alors qu'Alice est dans une installation de Umbrella dans le nord de Russie, où il ya des répliques de New York, Tokyo, Moscou et banlieues américaines, où des clones humains sont utilisés pour tester et montrer aux acheteurs potentiels les effets de T-virus.
Alice est aidée à sortir de sa cellule par Ada Wong (Li Binqbinq) envoyé par Albert Wesker (Shawn Roberts), le vilain du film précédent, qui fournit de l'aide pour cette jeune fille à se joindre à lui contre Umbrella.Il envoie également un groupe pour aider les deux femmes à quitter l'installation.
Mais, pour le groupe sortir, ils devront faire face à de nombreux obstacles, parce que, au-delà les zombies "normaux", il y a quelques géants monstrueux qui ressemblent à la Chose des Quatre Fantastiques, zombie-soldats armés de mitraillettes qui ont l'air de guerre allemand, et soldats de Umbrella, dirigées par Jill Valentine (Sienna Gillory) et Rain Ocampo (Michelle Rodriguez), et sous le commandement de la puissante Reine Rouge, le superordinateur montré dans le film original.
Le résultat de tout cela? Action incessante, du début à la fin du film avec une profusion de tirs et des explosions, emballé par une bande sonore de rock lourd, de nombreuses scènes au ralenti, en particulier dans les belles scènes de combats chorégraphiés.
Si l'histoire n'a pas de grande complexité, le environnement de jeu video plaira les fans des jeux qui se plaignaient de la distance des jeux originaux.Quoiqu'il en soit, les amateurs de films d'action, très communs dans les générations actuelles n'auront pas à se plaindre.
Pour ceux qui se plaignent de la violence dans ces types de films, l'excuse est qu'il ya des gens qui meurent, mais les monstres, et bien sûr, les zombies - qui sont déjà morts. La philosophie est les mêmes des jeux: tirer sur tout qui se déplace, pour sortir vivant du niveau.
"Resident Evil 5: Retribution" est un produit adapté au public d'aujourd'hui, avec beaucoup d'action et de peu pensée, pour être consommée comme des pop-corn. Pour ceux qui préfèrent un drame, comédie, ou quelque chose avec un scénario plus profond, ils feront mieux de chercher une autre option.
En outre, nous pouvons conclure que l'une des raisons du succès de la marque est la ukrainienne Milla Jovovich, qui tue des zombies et des monstres avec la même expression angélique qu'il avait lors de se début à 13 ans dans "The Katmandou Express", lorsque signait simplement Milla.



Movie of the Week: "Resident Evil: Retribution"

As I have mentioned several times in this column, the excess of sequels distorts and trivializes a hero or a theme that was successful in the original film.It is therefore a pleasant and surprising exception the case of Resident Evil movies, which arrive to the fifth sequel, "Resident Evil: Retribution", with a notable dose of qualities and surprises.
Resident Evil, also known as Biohazard in Japan, is a media franchise that belongs to the video game company Capcom.It was created by Shinji Mikami as a series of survival horror games, started in 1996 with Resident Evil for PlayStation. Since then, the game series has included the action genre, and so far has sold over fifty million units.
The first adaptation to theaters was made in 2002 with the title "Resident Evil", directed by Paul W. S. Anderson, and starred by Milla Jovovich and Michelle Rodriguez. The history shown in the movie was based freely on the early versions of the game, but did not bring the classic characters, introducing the heroine Alice.
In the plot, Alice (Milla Jovovich) wakes forgetful, in the bathroom of a mansion, which sits on a megacorporation Umbrella's secret laboratory, where they were developed bioweapons. An accident spreads the T-virus that turns people into zombies. A team of professional soldiers is sent to investigate the situation, taking Alice with them. The girl is the only survivor, and when she leaves the lab, the virus has spread throughout Raccoon City.
After the tremendous success of the original film, the sequences came "Resident Evil: Apocalypse" (2004), "Resident Evil: Extinction" (2007), "Resident Evil: Afterlife" (2010), and the current "Resident Evil: Retribution ".
In the current movie, the opening was magnificently displayed with the end of the previous film shown in rewind, ie backwards.Moreover, the character Alice (Milla Jovovich) appears with a brief and important description of all previous films, contextualizing the viewer who sees the series for the first time.
We discovered then that Alice is in an Umbrella facility in northern Russia, where there are replicas of New York, Tokyo, Moscow, and American suburbs, where human clones are used to test and show to prospective buyers the effects of T-virus.
Alice is helped out of his cell by Ada Wong (Li Binqbinq) sent by Albert Wesker (Shawn Roberts), the villain of the previous film, which provides aid for this girl to join him against Umbrella.He also sends a group to help the two women to leave the facility.
But for the group to get away, they will face many obstacles, because besides the "normal" zombies, we have some monstrous giants that resemble the Thing of the Fantastic Four, zombie-soldiers armed with machine guns that look nazi soldiers, beyond Umbrella soldiers, led by Jill Valentine (Sienna Gillory) and Rain Ocampo (Michelle Rodriguez), and under the command of the powerful Red Queen, the supercomputer shown in the original film.
The result of all this? Incessant action, from beginning to end the film with a profusion of gunfire and blasts, packaged by a soundtrack of heavy rock, many scenes in slow motion, especially in the beautiful scenes of choreographed fights.
If the story does not have much complexity, the climate game will please fans of the games who complained about the distance of the original games.Regardless, lovers of action films, very common in current generations will not have to complain about.
For those who complain about the violence in these types of film, the excuse is that there are not people dying, but monsters, and of course, zombies - that are already dead. The philosophy is the same of the games: shoot everything that moves, to get out alive from the level.
"Resident Evil: Retribution" is a product tailored to audiences of today, with lots of action and little thought, to be consumed like popcorn. For those who prefer a drama, comedy, or something with a deeper screenplay, it is better look for another option.
Moreover, we can conclude that one of the reasons for success of the brand is the ukrainian Milla Jovovich, who kills zombies and monsters with the same angelic expression she had on her debut at age of 13 in "The Night Train To Katmandu", when she signed herself simply Milla.

 
Película de la Semana: "Resident Evil 5: La Venganza"

Como ya he mencionado varias veces en esta columna, exceso de continuaciones distorsiona y trivializa un héroe o un tema que fue un éxito en la película original.Por tanto, es una excepción agradable y sorprendente el caso de las películas de Resident Evil, que llegan a la quinta secuela, "Resident Evil 5: La Venganza", con una dosis notable de cualidades y sorpresas.
Resident Evil, también conocido como Biohazard en Japón, es una franquicia de medios que pertenece a la compañía de video juegos Capcom.Fue creado por Shinji Mikami como una serie de juegos de terror y supervivencia, que comenzó en 1996 con Resident Evil para PlayStation. Desde entonces, el juego de la serie ha incluido el género de acción, y hasta ahora ha vendido más de cincuenta millones de unidades.
La primera adaptación al cine se hizo en 2002 con el título "Resident Evil - El huésped maldito", dirigida por Paul W. S. Anderson y protagonizada por Milla Jovovich y Michelle Rodriguez. La historia mostrada en la película ha sido basada libremente en las primeras versiones del juego, pero no a los personajes clásicos, con la introducción de la heroína Alice.
En la trama, Alice (Milla Jovovich) se despierta desmemoriada, en el baño de una mansión, abajo de donde se encuentra un laboratorio secreto de la megacorporación Umbrella, donde se desarrollan armas biológicas. Un accidente propaga el T-virus que convierte a las personas en zombies. Un equipo de soldados profesionales es enviado a investigar la situación, teniendo Alice con ellos. La chica es la única sobreviviente, y al salir del laboratorio, el virus se ha extendido por todo Raccoon City.
Tras el enorme éxito de la película original, las secuencias fueran "Resident Evil - Apocalipsis" (2004), "Resident Evil 3: Extinctión" (2007), "Resident Evil 4: La resurrección" (2010), y el actual "Resident Evil 5: La Venganza".
En la película actual, la abertura ha sido magníficamente mostrada, con el final de la película anterior en rewind.Por otra parte, el personaje Alice (Milla Jovovich) aparece con una brevee importante descripción de todas las películas anteriores, contextualizando el espectador que ve la serie por primera vez.
Descubrimos, entonces que Alicia está en una instalación de Umbrella en el norte de Rusia, donde se encuentran réplicas de Nueva York, Tokio, Moscú, y los suburbios estadounidenses, e donde los clones humanos són utilizados para mostrar a los posibles compradores los efectos del T -virus.
Alice es ayudada a salir de su celda por Ada Wong (Li Binqbinq) enviada por Albert Wesker (Shawn Roberts), el villano de la película anterior, que proporciona ayuda a esta chica para unirse a él contra Umbrella.Él también envía un grupo para ayudar a las dos mujeres a salir de la instalación.
Pero para el grupo escapar, enfrentará a muchos obstáculos, porque además de los zombies "normales", tenemos algunos gigantes monstruosos que se asemejan a la Cosa de los Cuatro Fantásticos, zombi-soldados armados con ametralladoras que parecen soldados Nazis, más allá de soldados de Umbrella, dirigidos por Jill Valentine (Sienna Gillory) y Rain Ocampo (Michelle Rodriguez), y bajo el mando de la Reina Roja, la poderosa supercomputadora mostrada en la película original.
El resultado de todo esto? Acción incesante, de principio a fin la película con una profusión de disparos y explosiones, con una banda sonora de rock pesado, muchas escenas en cámara lenta, especialmente en las bellas escenas de peleas coreografiadas.
Si la historia no tiene mucha complejidad, el clima de juego agradará los fans de videojuegos que se quejan de la distancia de los juegos originales.En cualquier caso, los amantes de las películas de acción, muy comúnes en las generaciones actuales no tienen de qué quejarse.
Para aquellos que se quejan de la violencia en las pantallas, en este tipo de película se utiliza la excusa de que no hay gente muriendo, pero los monstruos, y por supuesto, zombies - que ya están muertos. La filosofía es la misma del juego: Dispara a todo lo que se mueve, para salir con vida del nivel.
"Resident Evil 5: La Venganza" es un producto adaptado a las audiencias de hoy, con mucha acción y poco pensamiento, para ser consumido como palomitas. Para aquellos que prefieren un drama, comedia, o algo con un guión más profundo, es mejor buscar otra opción.
Por otra parte, se puede concluir que una de las razones del éxito de la marca es debido a la ucraniana Milla Jovovich, que mata zombies y monstruos con la misma expresión angelical que tenía en su debut a los 13 años en "The Night Train to Kathmandu", cuando firmaba simplemente Milla.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Coluna Claquete – 31 de agosto de 2012




Newton Ramalho

 

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O que está em cartaz

Agosto se despede com muitas novidades nos cinemas. Neste final de semana estreiam a ação “Os Mercenários 2”, o drama “Procura-se um Amigo Para o Fim do Mundo”, a ótima produção francesa “Intocáveis” (vejam na Sessão Filme da Semana), e “A Delicadeza do Amor”, na Sessão Cine Cult do Cinemark. Teremos, também, as pré-estreias de “O Legado Bourne” e “Abraham Lincoln: Caçador de vampiros”, ambas no Moviecom. Continuam em cartaz o musical “Rock Of Ages – O Filme”, a comédia “O Ditador”, a ficção “O Vingador do Futuro”, “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, e “E Aí, Comeu?”. Nas programações exclusivas, o Cinemark exibe o drama “Um Divã Para Dois”, as animações “Valente”, e “A Era do Gelo 4”, e “Agamenon, o Repórter”, enquanto o Moviecom mantém “Outback – Uma Galera Animal”, e “À Beira do Caminho”.

 

Estreia 1: “Os Mercenários 2”


Os Mercenários estão de volta e desta vez é pessoal! Depois que Tool (Mickey Rourke), a alma do grupo, é brutalmente morto em uma missão, seus camaradas juram vingança - mas não são os únicos sedentos por sangue. A bela e selvagem filha de Tool, Fiona, embarca em sua própria missão de vingança, mas complica a situação quando é capturada por um cruel ditador que planeja destruir o movimento de resistência a que se opõe. Agora Barney (Stalone) e os mercenários devem arriscar tudo para salvar a moça e a humanidade. A direção é de Simon West. “Os Mercenários 2” estreia nesta sexta-feira, nas Salas 2 e 6 do Cinemark, e nas Salas 4 e 7 do Moviecom. Classificação indicativa 16 anos. Cópias dubladas e legendadas. (T. O.: “The Expendables 2”)

Estreia 2: “Procura-se um Amigo Para o Fim do Mundo”


Um meteoro está em rota de colisão com a Terra, e a última missão humana enviada para desviá-lo falha em sua tentativa. Não há mais saída: em três semanas, o mundo vai acabar. Algumas pessoas aproveitam os últimos dias de vida para beber e fazer sexo sem compromisso, e outras se rebelam pelas ruas. Dodge (Steve Carell), corretor solitário, abandonado pela esposa, e Penny (Keira Knightley), sua vizinha triste, que nunca teve um namoro satisfatório, decidem percorrer o país para reencontrar suas famílias e seus amores de juventude antes que seja tarde demais. A direção é de Lorene Scafaria. “Procura-se um Amigo Para o Fim do Mundo” estreia nesta sexta-feira, na Sala 3 do Cinemark, e na Sala 6 do Moviecom. Classificação indicativa 16 anos. (T. O.: “Seeking a Friend for the End of the World”)

Estreia 3: “Intocáveis”


Philippe (François Cluzet) é um aristocrata rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar Sy), um jovem problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado. Aos poucos ele aprende a função, apesar das diversas gafes que comete. Philippe, por sua vez, se afeiçoa cada vez mais a Driss por ele não tratá-lo como um pobre coitado. Aos poucos a amizade entre eles se estabelece, com cada um conhecendo melhor o mundo do outro. A direção é de Eric Toledano e Olivier Nakache. “Intocáveis” estreia nesta sexta-feira, na Sala 3 do Moviecom. Classificação indicativa 14 anos. (T. O.: “Intouchables”)

Sessão Cine Cult: “A Delicadeza do Amor”


Nathalie (Audrey Tautou) é jovem, bonita, tem um casamento perfeito e leva uma vida tranquila, com tudo no lugar. Contudo, quando seu marido vem a falecer após uma acidente, seu mundo vira de cabeça para baixo. Para superar os momentos tristes, ela decide focar no trabalho e deixa de lado seus sentimentos. Até o dia em que ela, sem mais nem menos, tasca um beijo em Markus (François Damiens), seu colega de trabalho e os dois acabam embarcando numa jornada emocional não programada, revelando uma série de questões até então despercebida por ambos, o que os leva a fugir para redescobrir o prazer de viver e entender melhor esse amor recém-descoberto. A direção é de David Foenkinos e Stéphane Foenkinos. “A Separação” será exibido na terça-feira e na quinta-feira, na Sala 3 do Cinemark, na sessão de 20h15. Classificação indicativa 12 anos. (T. O.: “La Délicatesse”)

Pré-Estreia 1: “O Legado Bourne”


Inspirado nos livros de Robert Ludlum, "O Legado Bourne" traz uma história totalmente original que envolve o universo do personagem Jason Bourne - interpretado por Matt Damon nos três primeiros filmes da franquia. A trama gira em torno do agente Aaron Cross (Jeremy Renner), que passou pelo mesmo tipo de recrutamento de Bourne no misterioso programa conhecido como Treadstone. Escrito e dirigido por Tony Gilroy, o longa conta com as presenças de Rachel Weisz, Edward Norton, Oscar Isaac, Joan Allen e Albert Finney no elenco. “O Legado Bourne” terá pré-estreia neste final de semana, na Sala 3 do Moviecom, na sessão de 21h40. Classificação indicativa 14 anos. (T. O.: “The Bourne Legacy”)

Pré-Estreia 2: “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”


Nancy Lincoln (Robin McLeavy) é a mãe do presidente Abraham Lincoln (Benjamin Walker) e foi assassinada por uma criatura sobrenatural. Inconformado com o fato, ele declara uma guerra sem piedade contra os seres das trevas, e começa a destruir todos os vampiros e os humanos que os ajudam. Dirigido por Timur Bekmambetov (“O Procurado”) e estrelado por Benjamin Walker, Dominic Cooper e Mary Elizabeth Winstead. “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros” terá pré-estreia neste final de semana, na Sala 6 do Moviecom, na sessão de 22h00. Classificação indicativa 14 anos. (T. O.: “Abraham Lincoln: Vampire Hunter”)



Filmes da Semana: “Um Divã Para Dois” e "Intocáveis"

Na semana passada tivemos uma verdadeira overdose cinematográfica, fato que há muito não presenciávamos em nossa cidade. Em vista disso, esta semana farei um passagem rápida sobre alguns títulos que mais me chamaram a atenção.
O primeiro deles foi o drama “Um Divã Para Dois”. Embora o título sugira alguma comédia de costumes, tipo “A Máfia no Divã”, com Robert de Niro, ou “Três em um Sofá”, com Jerry Lewis, este filme estrelado por Meryl Streep e Tommy Lee Jones é muito mais profundo do que sugere a sinopse.
Kay (Meryl Streep) e Arnold Soames (Tommy Lee Jones) estão casados há 30 anos. Com os filhos já emancipados e vivendo suas próprias vidas, Kay e Arnold acordam e dormem numa rotina constante, onde a afeição, lealdade e cumplicidade estão muito presentes, mas, o romantismo e o sexo parecem não ter mais lugar entre eles.
Insatisfeita com essa situação, Kay decide investir em uma terapia de casais com o renomado Dr. Feld (Steve Carell), da qual Arnold só é avisado no dia, e que termina aceitando totalmente a contragosto.
As sessões, que transcorrem com muita má vontade para Arnold e com esperança para Kay, revivam lembranças e sentimentos, nem sempre agradáveis, que expõem o lado doloroso de uma relação com amor, mas, sem paixão.
A técnica do terapeuta, que parece basear-se em exercícios simples, obriga o casal a desnudar-se num nível emocional que os deixa quase à beira do desastre.
A genialidade deste filme, com um roteiro bem redondo, e atuações maravilhosas do trio central, é tratar um problema sério, e extremamente presente na maioria dos casais, com graça e naturalidade, sem nunca derrapar para o piegas ou para o deboche, tão comum nas comédias atuais. Falar da capacidade cênica de Meryl Streep e de Tommy Lee Jones seria redundante, mas, vale salientar a presença de Steve Carell, que apesar de ser um dos melhores cômicos de Hollywood, encarna um personagem sério e sensível.
“Um Divã Para Dois” é um filme que merece ser visto, revisto e discutido por casais de todas as idades, pois consegue reunir a inteligência e a sensibilidade de um drama com a leveza e bom humor de uma comédia. Não saia imediatamente do cinema antes dos créditos finais pois ainda tem algumas cenas adicionais após o divertido final.
O outro filme que me chamou a atenção foi “Intocáveis”, produção francesa de 2011, que fez um tremendo sucesso de público na França, alcançando a segunda maior bilheteria naquele país, e foi exibido recentemente no Brasil no Festival Varilux de Cinema Francês. Poderíamos até imaginar que é bairrismo o fato de ter sido visto por 19 milhões de franceses, mas, alcançar a cifra de 360 milhões de dólares de arrecadação mundo a fora já sugere que tem algo a mais.
A sinopse do filme é meio simplória, dizendo que “Intocáveis” é a história de Driss (Omar Sy), um jovem negro que vive num subúrbio pobre de Paris, recém-saído da prisão, e que se submete ao trabalho de auxiliar de um aristocrata tetraplégico, Philippe (François Cluzet). Apesar da diferença dos mundos em que ambos vivem, desenvolve-se entre os dois uma duradoura e forte amizade.
A história é essa mesma, e é baseada em fatos reais. Mas, o que só vamos percebendo ao longo do filme, é que se tratam de pessoas fora do comum, cada um em sua realidade, e que fugiam aos padrões convencionais.
Philippe era um homem rico, habituado a fortes emoções, e ficara paralítico devido a um acidente em um esporte radical. Apesar de suas limitações, ele detestava ser tratado com um pobre coitado, e ficou atraído pela atitude extremamente honesta de Driss, que disse logo de cara que só queria a comprovação de que estivera ali, para entregar na Previdência Social.
Philippe, percebendo algo mais em Driss, o desafia a aceitar o emprego. O jovem tem alguma dificuldade para adaptar-se àquele mundo tão diverso do seu, mas, aos poucos consegue deixar sua marca naquele ambiente bastante artificial. Ele faz isso com o seu jeito rude e direto, como quando “convence” o vizinho a não estacionar mais na frente da garagem, ou quando o namorado da filha de Philippe a deixa de lado.
Mas, se a história é interessante, a forma como foi contada foi simplesmente genial. Os pontos de atrito e de atração, frequentes em uma relação de pessoas tão diferentes, poderia ter se tornado um dramalhão, ou uma série de gags sem graça.
O que observamos na tela, porém, é a utilização do humor como um elemento acessório, fazendo parte da história, seja nos diálogos, nas situações, ou mesmo na caracterização dos diversos personagens. Obviamente, o talento da dupla central, Omar Sy e François Cluzet, revela uma química toda especial. A atuação de Cluzet é impressionante, e não tivesse visto dezenas de filmes com ele, poderia jurar que ele é tetraplégico mesmo.
“Intocáveis” é um filme leve e divertido, que certamente agradará as audiências de todas as idades. E é melhor assistir logo, pois já está a caminho uma versão hollywoodiana, que dificilmente manterá a mesma qualidade do original.


Lançamentos em DVD/Blu-Ray

“A Lenda de Paul e Paula”

Paul e Paula tiveram más experiências com o amor: Paul está financeiramente bem, mas perdeu todo o carinho por sua esposa. Paula leva uma vida problemática criando dois filhos sozinha, eles se encontram e descobrem uma paixão muito forte um pelo outro. A vida parece um sonho quando estão juntos, mas os seus voos de curta distância da realidade são uma e outra vez interrompidos pelos laços de Paul com a família e sua carreira. Disco com formato de tela widescreen e áudio em Dolby Digital 5.1.  (T. O.: “Die Legende von Paul und Paula”)


“Um Negócio Nada Seguro”

Ed Helms interpreta um vendedor de seguros que, pela primeira vez, deixa a segurança de sua cidadezinha para representar sua empresa em uma convenção em Cedar Rapids, Iowa. O problema é que o sujeito simples e tímido depara com outro vendedor (John C. Reilly), que vai apresentá-lo à farra e às tentações do circuito das convenções de seguros. O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio em Dolby Digital 5.1. (T.O.: “Cedar Rapids”).

“O Exótico Hotel Marigold”
 
Os aposentados Muriel (Maggie Smith), Douglas (Bill Nighy), Evelyn (Judi Dench), Graham (Tom Wilkinson) e mais três amigos decidem curtir a aposentadoria em lugar diferente e o destino é a Índia. Encantados com o exotismo do local e com imagens do recém-restaurado Hotel Marigold, a trupe parte para lá sem pestanejar e são recebidos pelo jovem sonhador Sonny (Dev Patel). O único detalhe é que nada era muito bem como parecia ser, mas as experiências que eles irão viver mudarão para sempre o futuro de todos. O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio Dolby Digital 5.1. (T.O.: “The Best Exotic Marigold Hotel”).

“As Bruxas”

“As Bruxas”, um filme com cinco episódios, aborda de forma bem humorada o universo feminino através da ótica de grandes diretores do cinema italiano: “A Bruxa Queimada Viva”, de Luchino Visconti. Silvana Mangano é Gloria, uma atriz de sucesso que decide, no auge de sua carreira, fugir por um dia para longe dos jornalistas e paparazzi. “Senso Cívico”, de Mauro Bolognini. Alberto Sordi vive um caminhoneiro que sofre um acidente e é socorrido por uma elegante mulher que se oferece para levá-lo ao hospital. “A Terra Vista da Lua, de Pier Paolo Pasolini. Totò vive um homem que, após perder a esposa, parte com seu filho em busca de uma nova mulher, até que encontra Assurdina, por quem se apaixona. “A Siciliana”, de Franco Rossi. Uma jovem de coração partido leva seu pai ao mais profundo desejo de vingança, ao contar como seu amado Niccolo a desprezou. “Uma Noite Como as Outras”, de Vittorio De Sica. Clint Eastwood é Charlie, o marido insensível de Giovanna. Durante uma conversa cotidiana, Giovanna entra em crise ao notar a frieza crescente de seu relacionamento. (T.O.: “Le Streghe”).

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Coluna Claquete – 24 de agosto de 2012




 

Newton Ramalho

 

colunaclaquete@gmail.com – www.colunaclaquete.blogspot.com  - @colunaclaquete

 

O que está em cartaz

Depois da tempestade vem a calmaria? Não tenha muita certeza. Após a enxurrada de títulos da semana passada, teremos agora as estreias do musical “Rock Of Ages – O Filme”, com Tom Cruise, e a comédia “O Ditador”. Continuam em cartaz a ficção “O Vingador do Futuro” (vejam na Sessão Filme da Semana), o drama “Um Divã Para Dois”, o infantil “Outback – Uma Galera Animal”, “À Beira do Caminho”, “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, e “E Aí, Comeu?”. Nas programações exclusivas, o Cinemark exibe as animações “Valente”, e “A Era do Gelo 4”, “Agamenon, o Repórter”, e a produção iraniana “A Separação”, na Sessão Cine Cult, enquanto o Moviecom mantém o ótimo. drama “360”, de Fernando Meirelles.

 

Estreia 1: “Rock Of Ages – O Filme”


Sherrie (Julianne Hough) é uma jovem que chega de uma cidade pequena na grande Hollywood e se depara com um cenário musical em plena ebulição com muitas bandas de rock e com todos os excessos da vida dos grandes músicos. Lá, ela conhece Drew (Diego Boneta), um aspirante a roqueiro, o arrogante rock star Stacce Jaxx (Tom Cruise) e acaba indo dançar num clube de strip-tease comandado por Justice (Mary J. Blidge). A vida de Sherrie chega ao limite, mas o verdadeiro amor é capaz de provocar grandes revoluções. Adaptado do musical de sucesso da Broadway, Rock of Ages - O Filme apresenta canções de Journey, Def Leppard, Poison, Whitesnake, Bon Jovi, Foreigner, Joan Jett e REO Speedwagon. A direção é de Adam Shankman. “Rock Of Ages” estreia nesta sexta-feira, na Sala 4 do Cinemark, e na Sala 1 do Moviecom. Classificação indicativa dez anos. (T. O.: “Rock Of Ages”)

Estreia 2: “O Ditador”


General Almirante Shabazz Aladeen (Sacha Baron Cohen), um dos mais excêntricos e egocêntricos ditadores de um país localizado no Oriente Médio, que o mundo já alguma vez conheceu. Aladeen colocou em risco a própria vida para que a democracia jamais chegasse ao local que governa. Ele e um pastor de cabras resolvem viajar aos Estados Unidos, onde cruzam o país para conhecê-lo melhor. Popular pela sua indestrutível barba, por dormir com centenas de celebridades ávidas pelo seu dinheiro e por organizar e determinar os seus próprios Jogos Olímpicos. Aladeen atrai a atenção internacional quando surgem novidades acerca do seu programa secreto nuclear. A direção é de Larry Charles. “O Ditador” estreia nesta sexta-feira, na Sala 2 do Cinemark, e na Sala 4 do Moviecom. Classificação indicativa 14 anos. (T. O.: “The Dictator”)



Sessão Cine Cult: “A Separação”


Nader e Simin divergem sobre a possibilidade de deixar o Irã. Simin quer deixar o país para dar melhores oportunidades a sua filha, Termeh. Nader, no entanto, quer continuar no Irã para cuidar de seu pai, que sofre do Mal de Alzheimer. Chegam à conclusão de que devem se separar, mesmo ainda estando apaixonados. Sem uma esposa para cuidar da casa, Nader contrata uma empregada para ser responsável pelos afazeres domésticos e por tratar da rotina de seu pai. A empregada, que está grávida, aceita o trabalho sem avisar o seu marido. A direção é de Asghar Farhadi. “A Separação” será exibido na terça-feira e na quinta-feira, na Sala 3 do Cinemark, na sessão de 19h45. Classificação indicativa 12 anos. (T. O.: “Jodaeiye Nader az Simin”)



Filme da Semana: “O Vingador do Futuro”

Nesta semana, todos os jornalistas ligados ao cinema ficaram aturdidos com um agradabilíssimo problema: que filmes comentar, dada a profusão de estreias, e mais um festival de cinema francês repleto de títulos inéditos? Como a nossa prioridade termina sendo o circuito comercial, optei pela ficção-científica “O Vingador do Futuro”.
Embora já tenham se passado 22 anos do lançamento do primeiro “O Vingador do Futuro” nos cinemas, o filme estrelado por Arnold Schwarzenegger, e dirigido por Paul Verhoeven ainda estava muito presente na memória das pessoas. Na trama, um operário descobre que era um agente secreto que tivera a memória apagada por participar de uma revolução em Marte, uma colônia brutalmente subjugada por uma corporação da Terra.
A busca pela verdade em relação ao seu passado o leva ao planeta vermelho, onde descobre fatos ainda mais aterradores, que revelam a herança de antigos seres extraterrestres, e que podem alterar totalmente a vida em Marte.
Fiz questão de rever este filme antes de conferir a estreia da nova versão de “O Vingador do Futuro”, desta vez com Colin Farrell no papel principal, e com a participação de Kate Beckinsale vivendo a personagem que fora de Sharon Stone, no filme anterior. A direção ficou a cargo do marido de Kate, Len Wiseman, que já trabalhara com ela em “Anjos da Noite”, e “Anjos da Noite – A Evolução”.
Os dois filmes tem pouco em comum, a não ser a ideia central, e os nomes dos personagens. Nos minutos iniciais, descobrimos que a Terra sofrera uma guerra de proporções mundiais, e a utilização de armas químicas e biológicas destruíra a maior parte das áreas habitáveis, restando apenas a Inglaterra, e sua colônia, a Austrália.
Enquanto ricos e pobres se aglomeravam no território inglês, a Austrália era utilizada para manter os indesejáveis fora da metrópole, bem utilizá-la para as indústrias, que fabricavam até policiais-robôs, com um leve parentesco com os clones de “Star Wars”.
Os funcionários dessas indústrias eram transportados de um ponto a outro do planeta através de um mecanismo denominado “A Queda”, que nada mais era que um gigantesco vagão de metrô que descia em queda livre até o outro lado do mundo, e isso em menos de vinte minutos, acredite se quiser.
Entre esses operários estava Douglas Quaid (Colin Farrell), casado com a paramédica Lori (Kate Beckinsale). Quaid vivia inquieto pois sempre sonhava a mesma coisa, uma fuga de uma instalação misteriosa, onde uma mulher o ajudava, mas ele terminava capturado. O sonho repetia-se sempre, o que o deixava agoniado, embora a mulher e os amigos sempre procurassem tranquilizá-lo.
Um dia, ele resolve procurar a Total Recall, uma empresa que vendia memórias de férias perfeitas, que eram implantadas diretamente nos cérebros dos clientes, sem que estes tivessem que viajar. Mas, quando Quaid escolhe a fantasia de um agente secreto, tudo se complica, pois não só ele descobre que realmente tinha sido isso, como passa a ser perseguido pela polícia, e por sua própria mulher, Lori, na verdade uma agente disfarçada.
Quaid obtém ajuda de onde menos espera, de um velho companheiro, e também da misteriosa mulher presente em seus sonhos, Melina (Jessica Biel), que o conduz até o líder da resistência, Matthias (Bill Nighy). Mas, quando as tropas leais ao governo invadem o quartel-general de Matthias, tudo leva a crer que a amnésia de Quaid é parte de um plano forjado pelo poderoso Vilos Cohaagen (Bryan Cranston) para exterminar a Resistência.
Os planos de Cohaagen, porém, não param por aí, pois a sua intenção é exterminar a população da colônia, utilizando para isso o seu exército de robôs. Quaid precisa lutar não apenas contra esses planos de massacre, mas, também, para evitar retornar a ser o que era antes, um assassino frio e desumano.
Apesar do filme de 1990 ter explorado bem os efeitos especiais existentes à época, estes hoje parecem primários. Do elenco da época, apenas Schwarzenegger alcançara o estrelato, graças ao sucesso de “O Exterminador do Futuro”. O resto do elenco era formado por atores pouco conhecidos, e mesmo Sharon Stone ainda teria que esperar por “Instinto Selvagem” para alcançar a fama mundial.
O elenco do filme atual já é bem melhor, com destaque para Farrell e Kate Beckinsale, embora Jessica Biel pareça tão inexpressiva quanto Schwarzenegger. Mas, a atuação fica um pouco de lado devido ao ritmo alucinante do filme, com muitas cenas de ação de tirar o fôlego, principalmente as perseguições no telhado, e nas pistas magnéticas dos carros, que lembra “Minority Report”.
Algumas figuras icônicas do primeiro filme foram mantidas, como a garota com três seios, o raio-x gigante, e até a mulher gorda, que fora o disfarce de Quaid ao chegar em Marte. Bem mais palatável para as novas gerações, o filme atual explora o futuro com pequenas surpresas, como o celular implantado na mão, embora dê umas escorregadas na verossimilhança, ao criar o minhocão que atravessa a Terra e outras coisinhas mais.
“O Vingador do Futuro” é mais um filme inspirado em obras do escritor americano Philip K. Dick, homem de vida tumultuada, e cuja visão pessimista do futuro se refletia em seus contos, diferindo de seus congêneres.
Entre os filmes inspirados em seus livros estão “Blade Runner – Caçador de Andróides”, “Assassinos Cibernéticos”, “Minority Report – A Nova Lei”, “O Pagamento”, “O Homem Duplo”, “O Vidente”, “Agentes do Destino”, e as duas versões de “O Vingador do Futuro”. Dick, jamais conheceu o sucesso de seus livros no cinema, pois morreria pouco antes da estreia de “Blade Runner”.
O filme de Wiseman é um pouco mais fiel à obra de Dick, com sua visão cinzenta do futuro, embora transmita uma mensagem de esperança na fala do personagem Matthias, quando diz que o que fazemos no presente é o que somos verdadeiramente.


Eventos


América Latina no Cinema: “Vozes Inocentes”

O projeto América Latina no Cinema retoma suas exibições, desta vez trazendo a produção mexicana “Vozes Inocentes”, de 2004, do cineasta Luis Mandoki. Chava (Carlos Padilla Leñero), um menino de onze anos, de repente se torna o "homem da casa", depois que seu pai abandona sua família no meio de uma guerra civil. A vida de Chava torna-se um jogo pela sobrevivência, não só das balas da crescente guerra, mas também dos temores surgidos da violência diária. A exibição será no Auditório do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Ciências Sociais Aplicadas da UFRN, na quarta-feira, dia29/8, às 18.30 h. Depois do filme haverá debate. Entrada livre e gratuita. (T. O.: “Voces Inocentes”)

Lançamentos em DVD/Blu-Ray


“Paraísos Artificiais”


Erika (Nathalia Dill) é uma DJ de relativo sucesso e muito amiga de Lara (Lívia de Bueno). Juntas, durante um festival onde Erika trabalhava, elas conheceram Nando (Luca Bianchi) e, juntos, vivem um momento intenso. Entretanto, logo em seguida o trio se separa. Anos depois, Erika e Nando se reencontram em Amsterdã, onde se apaixonam. Só que, apenas Erika se lembra do verdadeiro motivo pelo qual eles se afastaram pouco após se conhecerem, anos antes. Disco com formato de tela letterbox e áudio em Dolby Digital 5.1, e, como extras, Trailer Estendido, Bastidores com Comentários do Diretor, Fotos da Equipe, Paraísos, Porque Você Deve Assistir?, e Cenas Extras  (T. O.: “Paraísos Artiificiais”)


“A Condenação”


Baseado em uma história real, “A Condenação” conta a história de Batty Anne Walters (Hilary Swank), uma garçonete mãe de dois filhos que abre mão de toda a sua vida para defender seu irmão Kenny Walters (Sam Rockwell), condenado por assassinato. Anos atrás, Kenny foi acusado de matar uma moça, mas, por falta de provas, ele acabou liberado. Dois anos depois, novas testemunhas de acusação colocam o rapaz na cena do crime, e Kenny é julgado e condenado à prisão perpétua. Inconformada, Betty está determinada a tirar seu irmão da prisão. Para isso, ela deixa o trabalho e vai para a faculdade estudar direito e assumir a defesa de Kenny. O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio em Dolby Digital 5.1. (T.O.: “Conviction”).

“A Lua de Junho”

 
Nascido em uma pequena cidade alemã, Paul (Oliver Mommsen) é um jovem militar de olhar sensível, aspirante a músico, com futuro promissor. Mas uma tragédia ameaça mudar isso. Ele e seu melhor amigo são enviados para Kosovo, onde o Exército alemão mantém tropas de pacificação. Durante a tarefa, o amigo de Paul acaba morrendo. Desolado e de volta à Alemanha, Paul tenta se ajustar à vida civil novamente. Ele consegue um trabalho em uma empresa de vigilância e toca órgão na igreja local em seu tempo livre. Paul se interessa por sua tímida vizinha, a bela Nele (Laura Tonke), e em pouco tempo os dois se apaixonam. Porém, o destino de Paul não parece ser a felicidade. O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio Dolby Digital 5.1. (T.O.: “Junimond”).

“Alice nas Cidades”


O escritor Phil Winter está tendo sérios problemas criativos para escrever um artigo sobre os EUA, vivendo na América, ele decide voltar para a Alemanha. No caminho ele encontra sua mulher e sua filha, que estão fazendo o mesmo que o escritor. A mãe de Alice, pede a Phil que tome conta dela por uns instantes, logo ele percebe que terá que cuidar dela, mais do que o esperado.  Começa, então, uma peregrinação em busca da avó da menina. Disco com formato de tela widescreen, e som Dolby Digital 5.1, e, como extras, trailers e cenas avulsas. (T.O.: “Alice in den Städten”).


Film de la semaine: "Total Recall - Mémoires Programmées"

Cette semaine, tous les journalistes liées au cinéma ont été stupéfaits avec un problème très agréable: quel filme critiquer, compte tenu de la profusion des premières, et plus d'un festival de cinéma français avec dix-sept titres inédits?Comme notre priorité finit par être le circuit commercial, j'ai opté pour la science-fiction "Total Recall - Mémoires Programmées".
Bien que déjà 22 ans se sont écoulés depuis le lancement du premier «Total Recall» dans les salles, le film avec Arnold Schwarzenegger et dirigé par Paul Verhoeven était encore très présent dans la mémoire des gens.Dans la parcelle, un travailleur découvre qu'il était un agent secret qui avait sa la mémoire effacé, en participant à une révolution sur Mars, une colonie brutalement subjugué par une corporation sur Terre.
La recherche de la vérité sur son passé le mène vers la planète rouge, où il découvre des faits encore plus terrifiants qui révèlent l'héritage des anciens êtres extraterrestres, et peut changer complètement la vie sur Mars.
J'ai decidé de revoir ce film avant de voir la première de la nouvelle version de "Total Recall", cette fois avec Colin Farrell dans le rôle principal, et avec la participation de Kate Beckinsale comme la caractère de Sharon Stone dans le film précédent.La direction a été faite par le mari de Kate, Len Wiseman, qui avait travaillé avec elle dans "Underworld" et "Underworld - Evolution".
Les deux films ont peu en commun, sauf l'idée centrale, et les noms des personnages. Dans les premières minutes, nous avons découvert que la Terre a connu une guerre d'envergure mondiale, et l'utilisation d'armes chimiques et biologiques détruit la plupart des espaces de vie, à l'exception de la Grande-Bretagne et sa colonie Australie.
Alors que les riches et les pauvres rassemblés en territoire anglais, l'Australie a été utilisé pour garder les indésirables hors de la métropole, et de l'utiliser pour les industries, qui fabriquent jusqu'à ce que la police robot (avec une légère parenté avec des clones de "Star Wars").
Les employés de ces industries ont été transportés d'un point à un autre de la planète à travers un mécanisme appelé "Le Chute", qui n'était rien de plus qu'un wagon de métro géant qui descend en chute libre de l'autre côté du monde, en moins de vingt minutes, croyez-le ou non.
Parmi ces travailleurs était Douglas Quaid (Colin Farrell), marié à belle Lori (Kate Beckinsale). Quaid vivait agité pour rêver toujours la même chose, une fuite provenant d'une installation mystérieuse où une femme l'a aidé, mais il a fini capturé.Le rêve se répètait toujours, ce qui l'a laissé à l'agonie, tandis que sa femme et ses amis ont cherché à le rassurer.
Un jour, il décide de chercher Total Recall, une société qui a vendu des souvenirs de vacances parfaites qui ont été implantés directement dans le cerveau des clients, sans qu'ils voyagient jamais. Mais, quand Quaid choisit le fantaisie d'être un agent secret, tout est compliqué, non seulement parce qu'il trouve que c'est vraiment, comme il est maintenant poursuivi par la police, et sa propre femme, Lori, en fait une policier infiltrée.
Quaid reçoit de l'aide au où on l'attend, un vieux bonhomme, et aussi cette femme mystérieuse dans ses rêves, Melina (Jessica Biel), qui le conduit au chef de la Résistance, Matthias (Bill Nighy).Mais, lorsque les troupes fidèles au gouvernement envahient le siège de Matthias, il semble que l'amnésie de Quaid fait partie d'un plan forgé par de puissant Vilos Cohaagen (Bryan Cranston) pour exterminer la Résistance.
Les plans de Cohaagen, cependant, ne s'arrêtent pas là, parce que leur intention est d'exterminer la population de la colonie, à l'aide de son armée de robots. Quaid doit se battre non seulement contre ces plans de massacre, mais, aussi, pour éviter de revenir à ce qu'il était avant, un tueur froid et inhumain.
Malgré le film 1990 a été exploré bien les effets spéciaux disponibles à l'époque, aujourd'hui ils semblent primaires. Le casting de l'époque, seulement Schwarzenegger alcançara célébrité, grâce au succès de "The Terminator". Le reste du casting est composé de d'acteurs peu connus, et même Sharon Stone aurait encore à attendre "Basic Instinct" pour arriver a une renommée mondiale.
La troupe du film actuelle est beaucoup mieux maintenant, surtout Farrell et Kate Beckinsale, bien que Jessica Biel semble aussi inexpressif comme Schwarzenegger. Mais, la performance devient un peu de côté en raison du rythme effréné du film, avec des scènes d'action à couper le souffle sont nombreuses, en particulier la persécution sur le toit, et des voitures Mag-Lev, qui rappelle "Minority Report".
Certaines figures emblématiques du premier film ont été conservés, comme la jeune fille avec trois seins, le rayons X géant, et jusqu'à la grosse dame, qui était le déguisement de Quaid arrivée sur Mars. Beaucoup plus acceptable pour les jeunes générations, le film en cours explore l'avenir avec des petites surprises, comme la cellule implantée dans sa main, memme avec quelques feuillets dans la vraisemblance, comme ce train qui traverse la Terre et d'autres petites choses.
"Total Recall - Mémoires Programmées" est un autre film inspiré par les œuvres de l'écrivain américain Philip K. Dick, un homme de vie tumultueuse, et dont la vision pessimiste de l'avenir se reflétait dans ses histoires, que le diffèrait de ses congénères.
Parmi les films inspirés de ses livres sont "Blade Runner", "Cyber ​​Assassins," Minority Report", "Paycheck", "The Double Man", "The Seer", "The Adjustment Bureau", et les deux versions de" Total Recall ". Dick n'a jamais connu le succès de ses livres sur le cinéma, parce que il est mort peu de temps avant la première de "Blade Runner".
Le film de Wiseman est un peu plus fidèle à l'œuvre de Dick, avec sa vision gris de l'avenir, mais il transmet un message d'espoir dans les mots du personnage Matthias, quand il dit que ce que nous faisons dans le présent est ce que nous sommes vraiment.

Movie of the Week: "Total Recall"

This weekend, all journalists linked to the cinema were stunned with a very pleasant problem: what movies review, given the profusion of premieres, and more a festival of French cinema full of unreleased titles?{As our priority heads toward the commercial circuit, I opted for science fiction "Total Recall."
Although already 22 years have passed from the launch of the first "Total Recall" in theaters, the movie starring Arnold Schwarzenegger and directed by Paul Verhoeven was still very present in people's memory.In the plot, a worker discovers that he was a secret agent who had the memory erased, by participating in a revolution on Mars, a colony brutally subjugated by a corporation on Earth.
The search for the truth about his past leads him to the Red Planet, where he discovers even more terrifying facts that reveal the legacy of ancient extraterrestrial beings, and can completely change the life on Mars.
I decided review this movie before seeing the new version of "Total Recall", this time with Colin Farrell in the lead role, and with the participation of Kate Beckinsale as the character lived by Sharon Stone in previous film .The direction was made ​​by Kate's husband, Len Wiseman, who had worked with her ​​in "Underworld" and "Underworld - Evolution".
The two films have little in common, except the central idea, and the characters' names. In the opening minutes, we discover that Earth had suffered a war of global proportions, and use of chemical and biological weapons destroyed most of the living areas, remaining only Britain and its colony, Australia.
While rich and poor gathered in English territory, Australia was used to keep the undesirables out of the metropolis, and use it for industries, which manufactured everything, even police-robots (with a slight resemblance with "Star Wars" clones).
The employees of these industries were transported from one point to another through a mechanism called "The Fall," which was nothing more than a giant subway car coming down in free fall to the other side of the world, and that in less than twenty minutes, believe it or not.
Among these workers was Douglas Quaid (Colin Farrell), married to Lori (Kate Beckinsale). Quaid lived restless as he ever dreamed the same thing, an escape from a mysterious facility where a woman helped him, but he was always captured.The dream repeated itself forever, which left him in agony, while his wife and friends always sought to reassure him.
One day, he decides to seek the Total Recall, a company that sold a perfect vacation memories that were implanted directly into the brains of customers, without them they had to travel. But when Quaid chooses the fantasy of a secret agent, everything is complicated, not only because he finds it really was, as is now being chased by the police, and his own wife, Lori, actually an undercover agent.
Quaid gets help where least expected, from an old fellow, and also from the mysterious woman in his dreams, Melina (Jessica Biel), which leads him to the resistance leader, Matthias (Bill Nighy).But, when troops loyal to the government invade the headquarters of Matthias, it seems that the Quaid's amnesia was part of a plan forged by powerful Vilos Cohaagen (Bryan Cranston) to exterminate the Resistance.
Cohaagen plans, however, did not stop there, because his intention is to exterminate the population of the colony, using for this his army of robots. Quaid must fight not only against these massacre plans, but also to avoid returning to what he was before, a cold and ruthless killer.
Despite the 1990 film well have explored the special effects available at the time, today they seem primary. From that casting, only Schwarzenegger had reached stardom, thanks to the success of "The Terminator." The rest of the cast was made up of little-known actors, and even Sharon Stone would still have to wait for "Basic Instinct" to achieve worldwide fame.
The cast of the current film is much better now, especially Farrell and Kate Beckinsale,even if Jessica Biel seems as though expressionless as Schwarzenegger. But the action has little space here, due to the vertiginous pace of the film, with many breathtaking action scenes, especially the persecution on the roof, and the magnetic strip of the cars, reminding "Minority Report."
Some iconic figures from the first film were kept, as the girl with three breasts, the giant x-ray, and until the fat lady, who was the disguise of Quaid arriving on Mars. Much more palatable to younger generations, the current movie explores the future with little surprises, like cell implanted in his hand, while giving some slips in verisimilitude, creating the subway that crosses the Earth and other little things.
"Total Recall" is another movie inspired by the works of american writer Philip K. Dick, man of tumultuous life, and whose pessimistic view of the future was reflected in his stories, differing from his congeners.
Among the films inspired by her books are "Blade Runner", "Cyber ​​Assassins," "Minority Report", "Paycheck," "The Double Man", "The Seer", "The Adjustment Bureau", and the two versions of "Total Recall". Dick never knew the success of his books on cinema, because he die shortly before the premiere of "Blade Runner".
Wiseman's film is a little more faithful to the work of Dick, with his gray vision of the future, but conveys a message of hope in the character Matthias speaks when he says that what we do in the present is what we truly are.



Película de la Semana: "El Vengador del Futuro"

Esta semana, todos los periodistas vinculados al cine se sorprendieron con un agradable problema: ¿de quales películas hablar, dada la profusión de estrenos, y más un festival de cine francés lleno de títulos inéditos?A medida que nuestra prioridad termina siendo el circuito comercial, opté por la ciencia ficción "El Vengador del Futuro".
Aunque ya han pasado 22 años desde el lanzamiento del primer "El Vengador del Futuro" en los cines, la película protagonizada por Arnold Schwarzenegger y dirigida por Paul Verhoeven estaba todavía muy presente en la memoria de las personas.En la trama, un trabajador descubre que él era un agente secreto que había la memoria borrada, al participar en una revolución en Marte, una colonia brutalmente subyugada por una sociedad en la Tierra.
La búsqueda de la verdad sobre su pasado le lleva al planeta rojo, donde descubre hechos aún más terribles que revelan el legado de los antiguos seres extraterrestres, y que pueden cambiar completamente la vida en Marte.
Io he decidido rever la primera película antes de veer el estreno de la nueva versión de "El Vengador del Futuro", esta vez con Colin Farrell en el papel principal, y con la participación de Kate Beckinsale viviendo de personaje de Sharon Stone en la película anterior.La dirección fue hecha por el marido de Kate, Len Wiseman, quien había trabajado con ella en "Underworld" y "Underworld - Evolution".
Las dos películas tienen poco en común, excepto la idea central, y los nombres de los personajes. En los primeros minutos, descubrimos que la Tierra sufrió una guerra de proporciones mundiales, y el uso de armas químicas y biológicas destruyó la mayor parte de las zonas de vida, dejando sólo Gran Bretaña y su colonia, Australia.
Mientras que ricos y pobres vivian en territorio Inglés, Australia era utilizada para mantener a los indeseables fuera de la metrópoli, y para las industrias, que fabrican todo, hasta que la policía robot (con un ligero parentesco con los clones de "Star Wars").
Los trabajadores de estas industrias fueron transportados de un punto a otro del planeta a través de un mecanismo llamado "La Caída", que no era más que un vagón de metro gigante cayendo en caída libre hacia el otro lado del mundo, y en menos de veinte minutos, lo creas o no.
Entre estos trabajadores era Douglas Quaid (Colin Farrell), casado con la paramédica Lori (Kate Beckinsale). Quaid vivía inquieto porque siempre soñaba la misma cosa, un escape de una planta misteriosa donde una mujer le ayudaba, pero terminaba capturado.El sueño se repetía siempre, lo que lo dejaba en agonía, mientras que su esposa y sus amigos siempre trataban de tranquilizarlo.
Un día, él decide buscar la Total Recall, una empresa que vende recuerdos de vacaciones perfectas, que se implantaban directamente en el cerebro de los clientes, sin ellos tuviesen que viajar. Pero cuando Quaid decide tener la fantasía de un agente secreto, todo se complica, no sólo porque le resulta realmente era, como ahora está siendo perseguido por la policía, y su esposa, Lori, en realidad una agente encubierta.
Quaid consigue ayuda donde menos se espera, un viejo amigo, y también de la misteriosa mujer de sus sueños, Melina (Jessica Biel), que llevalo al líder de la resistencia, Matthias (Bill Nighy).Pero cuando las tropas leales al gobierno invaden la sede de Matthias, parece que la amnesia Quaid es parte de un plan forjado por el poderoso Cohaagen Vilos (Bryan Cranston) para exterminar a la Resistencia.
Los planes de Cohaagen, sin embargo, no se detuvo ahí, ya que su intención es la de exterminar a la población de la colonia, utilizando para este su ejército de robots. Quaid debe luchar no sólo contra estos planes de matanza, sino también para evitar volver a lo que era antes, un asesino frío y despiadado.
A pesar de la película de 1990 haber explorado los efectos especiales disponibles en ese momento, hoy ellos parecen primarios. El elenco de la temporada, sólo Schwarzenegger alcanzó el estrellato gracias al éxito de "The Terminator". El resto del elenco estaba formado por actores poco conocidos, e incluso Sharon Stone todavía tendría que esperar a "Basic Instinct" para alcanzar la fama mundial.
El elenco de la película actual es mucho mejor, sobre todo Farrell y Kate Beckinsale, aunque Jessica Biel parece tan inexpresiva como Schwarzenegger. Sin embargo, lo desempeño se pone un poco de lado debido al ritmo vertiginoso de la película, con muchas escenas de acción impresionantes, especialmente la persecución en el techo, y la banda magnética de los coches, que recuerda a "Minority Report".
Algunas figuras icónicas de la primera película se mantuvieron, como la chica con tres senos, el rayos X gigante, y hasta la señora gorda, que era el disfraz de Quaid llegando a Marte. Mucho más aceptable para las generaciones más jóvenes, la película actual explora el futuro con pequeñas sorpresas, como el télefono celular implantado en la mano, al tiempo que algunos tropiezos en la verosimilitud, como o subterráneo que atraviesa la Tierra y otras pequeñas cosas.
"Total Recall" es otra película inspirada en la obra de Philip K. escritor estadounidense Dick, hombre de vida tumultuosa, y cuya visión pesimista del futuro se reflejó en sus historias, a diferencia de sus congéneres.
Entre las películas inspiradas en sus libros están "Blade Runner", "Cyber ​​Asesinos", "Minority Report", "Paycheck", "El hombre de doble", "El Vidente", "Los Agentes del Destino ", y las dos versiones de "El Vengador del Futuro". Dick nunca conoció el éxito de sus libros sobre cine, porque ha muerto poco antes del estreno de "Blade Runner".
La película de Wiseman es un poco más fiel a la obra de Dick, con su visión gris del futuro, pero transmite un mensaje de esperanza en la habla del personaje Matthias, cuando dice que lo que hacemos en el presente es lo que realmente somos.