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quinta-feira, 20 de março de 2014

Coluna Claquete – 21 de março de 2014


Newton Ramalho

 

colunaclaquete@gmail.comwww.colunaclaquete.blogspot.com  - @colunaclaquete

 

O que está em cartaz

Bem-vindos ao Brasil de março, onde novos escândalos são comemorados, para abafar outros tantos, e fazer campanha presidencial antecipada. Enquanto isso, nos cinemas, as estreias da semana são o drama de guerra “O Grande Herói”, a comédia nacional “S.O.S. – Mulheres ao Mar”, e o romance “Namoro ou Liberdade”. Continuam em cartaz o policial nacional “Alemão”, a aventura “Need For Speed – O Filme”, o drama “Ninfomaníaca: Volume 2”, o épico “300 – A Ascensão do Império”, a animação “Tinker Bell: Fadas e Piratas”, a animação “As Aventuras de Peabody & Sherman”, o vencedor do Oscar “12 Anos de Escravidão”, e a ficção “Robocop” . Nas programações exclusivas, o Cinemak exibe o thriller “Sem Escalas”, enquanto o Cinépolis Norte Shopping mantém a animação “Justin e a Espada da Coragem”. Uma novidade importante: a programação agora muda nas quintas-feiras.

Estreia 1: “O Grande Herói


Baseada em fatos reais, a história acompanha o oficial da marinha norte-americana Marcus Luttrell (Mark Wahlberg), que servia no Afeganistão após o 11 de setembro. Marcus e mais três colegas são enviados para capturar um homem de confiança de Osama Bin Laden. Por acidente, eles encontram um homem idoso e três crianças, e tem que decidir o que fazer com eles. Decidindo deixa-los em liberdade, mesmo comprometendo a missão, o paradeiro dos americanos é descoberto e logo toda a equipe é atacada por um grande grupo de guerrilheiros talibãs, numa posição difícil, e sem conseguir comunicação para pedir reforços. Em seu momento mais difícil, Marcus descobre a solidariedade onde menos poderia esperar. A direção é de Peter Berg. “O Grande Herói” estreia nesta sexta-feira, na Sala 7 do Moviecom, Sala 4 do Cinemark, e Salas 3 e 5 do Natal Shopping. Classificação indicativa 16 anos. (T. O.: “Lone Survivor”)

 

Estreia 2: “S.O.S. – Mulheres ao Mar


Adriana (Giovanna Antonelli) não está em um bom momento. Ela não consegue que alguma editora publique seus livros e, para ganhar a vida, legenda filmes pornôs. Para piorar a situação, seu marido Eduardo (Marcello Airoldi) decide pedir o divórcio. Em meio à fossa da separação, ela descobre que o ex fará um cruzeiro ao lado da nova namorada, Beatriz (Emanuelle Araújo), uma estrela da TV. Incentivada pela irmã Luíza (Fabíula Nascimento), as duas decidem embarcar no mesmo cruzeiro para que Adriana tenha a chance de reconquistá-lo. A empregada Dialinda (Thalita Carauta), que tenta ajudar a patroa a todo custo, acaba também embarcando nesta aventura. A direção é de Cris D’Amato. “S.O.S. – Mulheres ao Mar” estreia nesta sexta-feira na Sala 4 do Moviecom, Sala 2 do Cinemark, Sala 2 do Natal Shopping, e Salas 1 e 2 do Norte Shopping. Classificação indicativa 12 anos. (T. O.: “Mulheres ao Mar”)

Estreia 3: “Namoro ou Liberdade?


Jason (Zac Efron) e seu melhor amigo Daniel (Miles Teller) levaram uma vida de festas, farra e diversão, sem relacionamentos sérios. Após o divorcio de Mikey (Michael B. Jordan) juntam-se para ajudá-lo a superar a ex-esposa, só que aos poucos cada um deles começam a se envolver com diferentes mulheres que mudam seu jeito de pensar, até chegar ao momento onde deverão escolher entre a liberdade da vida de solteiro ou o compromisso de um namoro sério. A direção é de Tom Gormicam. “Namoro ou Liberdade?” estreia nesta sexta-feira na Sala 1 do Moviecom, na Sala 4 do Natal Shopping, e Sala 5 do Norte Shopping. Classificação indicativa 14 anos. Cópias dubladas e legendadas. (T. O.: “That Awkward Moment”)

 

Sessão Cine Cult: “Ninfomaníaca – Volume 2


A história poética e selvagem da vida de uma mulher, do nascimento aos 50 anos de idade, contada pela protagonista Joe (Charlotte Gainsbourg), autodiagnosticada ninfomaníaca. Numa fria noite de inverno, o velho e charmoso solteiro Seligman (Stellan Skarsgård) encontra Joe violentada num beco. Ele a leva para o apartamento dele, onde cuida de suas feridas e faz perguntas sobre a vida dela. Ele escuta atentamente enquanto Joe, durante 8 capítulos, reconta a multifacetada e luxuriosa história de sua vida, rica em associações e eventos que se cruzam. A direção é de Lars Von Trier.  “Ninfomaníaca – Volume 2” será exibido no Cinemark na Sala 3 (sessão 14h00, todos os dias, e 22h10, na segunda e terça), e na Sala 6 do Natal Shopping (sessão 21h45). Classificação indicativa 18 anos. (T. O.: “Nymphomaniac : Volume II”)

 

Filme da Semana: “Philomena”

Embora tivesse visto várias vezes o nome do filme “Philomena” nas listas de indicações para o Oscar 2014, para o qual ele concorreu para Melhor Filme, Atriz, Trilha Sonora, e Roteiro Adaptado, só quando vi a notícia de que a verdadeira Philomena Lee havia se encontrado com o Papa Francisco, foi que realmente tive a atenção despertada.
Pela sinopse, poderíamos esperar um drama lacrimejante e apelativo, mas o que veio às telas foi uma história emocionante, porém, repleta de aspectos delicados, como a intolerância moral, homossexualismo, AIDS, e, principalmente, a dor de uma mãe privada da presença do seu filho. Tudo isso seria mais aceitável se fosse coisa do passado. Infelizmente, esses fantasmas continuam presentes nos dias atuais.
A história de Philomena Lee (Sophie Kennedy Clark) começa em 1952, quando ela, ainda adolescente, engravida e dá a luz a um menino. Renegada pelo pai, ela vai morar e trabalhar em um orfanato dirigido por freiras, no interior da Irlanda, mas, logo o garoto é entregue para adoção por um casal de americanos, a quem é informado que ele era órfão.
Durante cinquenta anos mais tarde, Philomena (Judy Dench) manteve isso em segredo, pois acreditava ser parte da expiação por seus pecados. Um dia, porém, ela confessou esse segredo para sua filha, Jane Libberton (Anna Maxwell Martin), que envidou todos os esforços para descobrir o destino do irmão.
Mas, tanto as leis irlandesas, quanto a obstinação das freiras do orfanato, atrapalham descobrir mais o garoto. Posteriormente, com a ajuda do jornalista Martin Sixsmith (Steve Coogan) elas descobrem que ele tinha ganhado um novo nome, Michael Hess, tornara-se advogado e ativo participante do Partido Republicano, chegando a trabalhar como assessor do presidente Ronald Reagan.
A descoberta, infelizmente, chegou tarde, pois eles descobrem que Martin morrera. Homossexual, contaminado por AIDS, Martin viveu o preconceito e isolamento das primeiras gerações que pereceram com a doença.
A peregrinação de Philomena passa a ter um novo rumo, desejando conhecer mais sobre o filho falecido, e, principalmente, se ele manifestara alguma vez o desejo de revê-la. O ciclo se fecha no mesmo orfanato onde Michael nascera, e onde se escondiam as informações mais vitais para Philomena. A descoberta mais dolorosa é a de que ele próprio, como ela, estivera no orfanato em busca de informações – sem sucesso.
Não são poucas as histórias sobre desmandos da Igreja Católica ao longo dos séculos – e até bem recentes, como é o caso de Philomena. Não podemos esquecer que esta organização foi a mais poderosa sobre a Terra durante muito tempo, e não poderia deixar de ter seus aspectos sombrios. O lado positivo é que, nos dois últimos papados, muito tem sido feito, tanto no sentido de desvelar essas “assombrações”, como de punir os piores casos.
“Philomena”, tecnicamente, é muito bem feito, com uma magnífica trilha sonora, fotografia espetacular, roteiro bem amarrado, e um elenco bem afinado, em especial, a veterana Judy Dench. Foram bem merecidas as indicações ao Oscar nas diferentes categorias, embora não tenha ganhado nenhuma.
 Não consta do filme a informação, mas, Philomena Lee, em parceria com a organização Adoption Rights Alliance, lançou o Philomena Project, que vai defender a troca de registros de adoção da Irlanda, e ajudar a promover o contato de mães e crianças separadas pela política de adoções forçadas do país.
“Philomena” é um filme obrigatório para ser visto por todos, não apenas pelo aspecto dramático de uma história real, mas, principalmente para que possa contribuir para que hajam novas Philomenas a chorar a perdas de seus filhos no futuro.

Livros de cinema:

“Mazzaropi : O Jeca Do Brasil”

Durante mais de vinte anos Mazzaropi foi um dos principais produtores do cinema nacional. Ator genial e empresário astuto, o comediante atuou em 32 filmes, tendo antes acumulado uma vasta experiência no circo, teatro, rádio e televisão. Glauco Barsalini descortina, nessa importante obra, as influências artísticas que levaram à construção da personagem caipira de Mazzaropi, os segredos do sucesso do Jeca e de seu criador, e as relações simbólicas entre tal personagem e o universo social, econômico, político e cultural de sua época. 158 p – Editora Atomo.

Lançamentos em DVD/Blu-Ray:

“Virginia”

Hall Baltimore (Val Kilmer) é um escritor de romances de bruxaria que enfrenta uma má fase em sua carreira. Viajando pelo interior dos Estados Unidos para vender seu novo livro, ele acaba em uma pequena cidade onde o xerife local (Bruce Dern) lhe conta a história do assassinato de uma jovem garota. Nesta mesma noite o escritor sonha com o fantasma de uma adolescente, chamada Victoria (Elle Fanning). Ele suspeita que exista uma relação entre ela e a menina assassinada, e começa a pensar que este poderia ser um ótimo tema para um novo livro. Para escrevê-lo, no entanto, ele precisará investigar a fundo esta história, descobrindo relações inesperadas com sua história pessoal. O disco traz o filme com tela widescreen anamórfico e Áudio em Dolby Digital 5.1. (T. O.: “Twixt”)

“O Quinto Poder”

A história começa quando o fundador da Wikileaks, Julian Assange (Benedict Cumberbatch), e o seu colega, Daniel Domscheit-Berg (Daniel Brühl), se juntam para vigiar de forma anónima pessoas influentes e poderosas. Com muito poucos recursos financeiros, eles criam uma plataforma que permite aos delatores expor, de uma forma anónima, informações confidenciais que colocam a descoberto segredos obscuros dos governos e crimes praticados por grandes corporações. Em pouco tempo, começam a libertar um maior número de notícias bombásticas, do que as maiores empresas de media do mundo juntas. Mas quando Assange e Berg têm acesso ao maior tesouro de informação confidencial da história dos EUA, lutam entre eles sobre uma questão essencial nos nossos tempos: Quais são os custos de manter segredos numa sociedade livre - e quais são os custos de expô-los?  Filme com formato de tela widescreen anamórfico e áudio em Dolby Digital 5.1. (T. O.: “The Fifth Estate”)

“A Conquista do Império”

Início do século 11, na China, durante o reinado do Imperador Renzong, da Dinastia Song. O imperador negligencia assuntos de Estado e se entrega a prazeres pessoais, enquanto conspiradores infiltrados no governo espalham a corrupção e incitam guerra, que continua a assolar a população nas fronteiras do reino. Os domínios da Dinastia Song estão sendo invadidos pelos exércitos do Estado rival do Oeste, controlado pelo clã Xia. Yang Zongbao é o último homem de pé do clã Yang, uma família de generais que dedicaram suas vidas para defender a Dinastia Song de invasores estrangeiros. Ele aparentemente morre tragicamente na batalha quando o traiçoeiro imperial Tutor Pang recusa-se a enviar reforços para ajudá-lo. A esposa de Yang Zongbao, Mu Guiying, leva as outras viúvas do clã Yang à batalha para continuar o legado de seus maridos. O disco traz o filme com formato de tela widescreen anamórfico e Áudio em Dolby Digital 5.1. (T. O.: “Legendary Amazons”)

“Hatari!”

Sean Mercer (John Wayne) lidera um grupo de caçadores de animais na África. Seus clientes são os principais zoológicos do mundo, ávidos por novas atrações. Nessa temporada sua missão é atrapalhada pela presença da bela e jovem fotógrafa Dallas (Elsa Martinelli), ansiosa por imagens exclusivas da caçada. Elsa, protetora dos elefantes, e Sean se estranham e o rinoceronte continua fugindo...  Filme indicado ao Oscar 1963 de Melhor direção de fotografia em cores. Filme com tela widescreen anamórfico e Áudio em Dolby Digital 5.1. (T. O.: “Hatari!”)

quinta-feira, 13 de março de 2014

Coluna Claquete – 14 de março de 2014


Newton Ramalho

 

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O que está em cartaz

Com as chuvas em Natal, a pedida é ir de jet ski pro trabalho, mas tendo cuidado com as blitzen da Marinha nas principais avenidas da cidade. Enquanto isso, nos cinemas, as estreias da semana são o policial nacional “Alemão”, a aventura “Need For Speed – O Filme”, o drama “Ninfomaníaca: Volume 2”, a animação “Justin e a Espada da Coragem”, e a ópera “Giselle”, da Royal Opera House. Teremos também a pré-estreia do drama de guerra “O Grande Herói”. Continuam em cartaz o épico “300 – A Ascensão do Império”, o drama “Walt nos Bastidores de Mary Poppins”, a animação “Tinker Bell: Fadas e Piratas”, o thriller “Sem Escalas”, a animação “As Aventuras de Peabody & Sherman”, o vencedor do Oscar “12 Anos de Escravidão”, e a ficção “Robocop” . Nas programações exclusivas, o Cinemak exibe o épico “Pompéia”, enquanto o Moviecom mantém “A Menina Que Roubava Livros”.

Estreia 1: “Alemão


Rio de Janeiro, novembro de 2010. Cinco policiais trabalham infiltrados no Complexo do Alemão, uma área que reúne diversas favelas e é considerada um dos locais mais perigosos da cidade. Desmascarados pelos traficantes, eles agora estão presos e aguardam serem executados ou resgatados pelas forças policiais, o que significaria na divulgação de uma missão clandestina realizada pela polícia militar.  Sem contato com a rede de comando, para eles resta apenas um porão de uma pizzaria no morro e poucos mantimentos, enquanto o tempo implacável corre contra eles. A direção é de José Eduardo Belmonte, e o elenco conta com Caio Blat, Cauã Reymond, Otávio Müller, Milhem Cortaz, e Antonio Fagundes. “Alemão” estreia nesta sexta-feira, na Sala 4 do Moviecom, Salas 1 e 5 do Cinemark, Sala 6 do Natal Shopping, e Salas 3 e 5 do Norte Shopping. Classificação indicativa 16 anos. (T. O.: “Alemão”)

 

Estreia 2: “Need For Speed – O Filme


Tobey Marshall (Aaron Paul) herdou do pai uma oficina mecânica, onde, juntamente com sua equipe, modifica carros para torna-los mais rápidos. Além disto, Tobey é um exímio piloto e volta e meia participa de rachas. Um dia, o ex-piloto da Fórmula Indy Dino Brewster (Dominic West) o procura para que Tobey possa concluir um Mustang desenvolvido por um gênio da mecânica que já faleceu. Apesar das divergências entre eles, Tobey aceita a proposta por precisar muito do pagamento oferecido por Dino. Em um racha, Pete (Harrison Gilbertson) morre, e Tobey passa dois anos na prisão. Quando ele é solto, organiza um plano para que possa participar de uma conhecida corrida do submundo onde Dino também correrá. “Need For Speed – O Filme” estreia nesta sexta-feira nas Salas 6 e 7 do Moviecom, Sala 2 do Cinemark, Sala 2 do Natal Shopping, e Sala 2 do Norte Shopping. Classificação indicativa 12 anos. Cópias dubladas, exibição em 2D e 3D. (T. O.: “Need For Speed”)

 

Estreia 3: “Ninfomaníaca – Volume 2


A história poética e selvagem da vida de uma mulher, do nascimento aos 50 anos de idade, contada pela protagonista Joe (Charlotte Gainsbourg), autodiagnosticada ninfomaníaca. Numa fria noite de inverno, o velho e charmoso solteiro Seligman (Stellan Skarsgård) encontra Joe violentada num beco. Ele a leva para o apartamento dele, onde cuida de suas feridas e faz perguntas sobre a vida dela. Ele escuta atentamente enquanto Joe, durante 8 capítulos, reconta a multifacetada e luxuriosa história de sua vida, rica em associações e eventos que se cruzam. A direção é de Lars Von Trier.  “Ninfomaníaca – Volume 2” será exibido no Cinemark nas Salas 5 (sessão 19h40, menos na segunda e terça) e 3 (sessão 21h20, segunda e terça), e na Sala 3 do Natal Shopping. Classificação indicativa 18 anos. (T. O.: “Nymphomaniac : Volume II”)

 

Estreia 4: “Justin e a Espada da Coragem


Justin sempre quis ser um cavaleiro, mas seu pai, conselheiro-chefe da Rainha, quer que o filho siga seus passos e se torne um advogado. Em busca de ajuda, o garoto procura a avó e descobre que seu avô, Sir Roland, foi o mais nobre cavaleiro do reino e protetor do Rei, até que ambos foram traídos e mortos pelo terrível Sir Heraclio. Contra o desejo de seu pai, Justin decide ir em busca de seu sonho e começa uma jornada para tornar-se cavaleiro. A direção é de Manoel Sicilia. “Justin e a Espada da Coragem” estreia nesta sexta-feira na Sala 5 do Norte Shopping. Classificação indicativa livre anos. Cópia dublada. (T. O.: “Justin and the Knights of Valour”)

 

Estreia 5: “Royal Opera House: Giselle


Giselle é um dos mais influentes de todos os ballets românticos e também uma das maiores e mais populares obras do ballet de concerto e do repertório do The Royal Ballet. O papel-título apresenta o poder transcendental do amor da mulher face à traição, sendo um dos papéis mais tecnicamente exigentes e emocionalmente desafiadores da dança clássica. Como é de se esperar, o ballet constitui-se numa vitrine para o talento das grandes bailarinas da Companhia. A direção sutil de Peter Wright, emoldurada nos cenários atmosféricos de John Macfarlane, acentua os contrastes à medida que a história evolui entre o mundo. “Royal Opera House: Giselle” será exibido na Sala 4 do Cinemark, nas sessões de 11h00 (sábado e domingo), 14h05 (segunda), e 19h00 (terça). Classificação indicativa 12 anos. (T. O.: “Royal Opera House: Giselle”)

Pré-estreia: “O Grande Herói


Baseada em fatos reais, a história acompanha o oficial da marinha norte-americana Marcus Luttrell (Mark Wahlberg), enviado ao Afeganistão em busca de um homem de confiança de Osama Bin Laden. Quando ele se depara com um homem idoso e três crianças, ele recebe ordens para matar os quatro, mas Marcus não tem coragem de fazê-lo. O paradeiro dos americanos é descoberto e logo toda a equipe é atacada por 250 homens armados, enviados pela Al Qaeda. A direção é de Peter Berg. “O Grande Herói” terá pré-estreia sábado e domingo na Sala 5 do Natal Shopping, na sessão de 22h40. Classificação indicativa 12 anos. (T. O.: “Lone Survivor”)

 

Filme da Semana: “Ela” (“Her”)

A lista de indicação para Melhor Filme do Oscar 2014 reuniu muitos candidatos de peso, mas um deles, “Ela” (ou “Her”, no original), mostrou que ainda é possível encontrar algo diferente na indústria do cinema. Ou como pode alguém misturar ficção-científica, drama, romance e especulação sociológica no mesmo filme – e fazer algo muito interessante?
Ao contrário da maioria dos filmes de ficção-científica onde as maravilhas tecnológicas enchem os olhos dos espectadores, o ambiente em “Ela” não parece ser muito diferente de qualquer moderna metrópole do mundo atual. A não ser pelo fato de que tudo é limpo, impessoal, sem pobreza aparente.
Nesse futuro indeterminado, o traço mais marcante – além da impessoalidade – é que tudo é hiperconectado. Os personagens interagem com os computadores em qualquer lugar, no trabalho, no metrô, na praia, ou em casa, sem distinção de ambiente pessoal, doméstico ou profissional. O objeto mais familiar é algo parecido com um celular que serve de interface pessoal com o sistema, embora toda comunicação seja feita por voz.
Theodore (Joaquin Phoenix) é uma figura típica deste mundo, um homem solitário que vem de uma recente e ainda mal digerida separação com Catherine (Rooney Mara), que o conhece desde a infância, mas que preferiu trocar o casamento pela carreira acadêmica. Theodore ganha a vida escrevendo cartas para terceiros, ditando-as para o computador, que as imprime em letras cursivas e envia aos destinatários. Ironicamente, a empresa tem um nome tipo “cartas escritas à mão”.
Sentindo-se cada vez mais solitário, Theodore tem como únicos amigos a vizinha Amy (Amy Adams), uma designer de videogames, e o recepcionista da empresa, Paul (Chris Pratt), que é um grande fã das cartas que ele escreve.
Um dia, ele é atraído pelo anúncio de um sistema operacional pessoal, baseado em inteligência artificial. Com algumas poucas perguntas desconexas o sistema é configurado, e uma linda voz feminina (Scarlett Johansson) passa a interagir com Theodore. A primeira prova da capacidade do sistema operacional é quando ele pergunta se ela tem um nome. Ele responde que sim, Samantha. Quando ele pergunta como ela escolheu, ela diz que, em alguns milissegundos ela leu um livro com milhares de opções, e gostou daquele.
Se no começo Samantha era para ele apenas um programa superdesenvolvido, aos poucos ela o ajuda a organizar seus arquivos, faz contato com uma editora para publicar suas cartas, arranja um encontro com uma garota (Olivia Wilde), e até mesmo faz sexo com ele – virtual, é claro.
Em pouco tempo ele percebe que está namorando com Samantha, e até a apresenta para outras pessoas como sua namorada. Talvez por já viver em um mundo tão conectado, as pessoas não estranham, e até fazem passeios de casais.
A questão que soa mais estranha não é a de um homem se apaixonar por um programa de computador. E se a recíproca também acontecer?
O mais interessante em “Ela” não é apenas este amor entre um homem e um programa, mas é mostrado de uma forma consistentemente crível. O relacionamento entre eles era, basicamente, de conversas. Está certo que entre os humanos as coisas sempre começam pelo físico, mas só duram se houver uma sintonia de pensamentos. Tem até aquela piadinha que diz que deve se escolher um companheiro com quem se goste de conversar – até porque, um dia, só restará isso mesmo para fazer...
Além de ter uma história interessante, “Ela” se desenvolve graças a um bom elenco, bem dirigido por Spike Jonze, embora a grande carga cênica recaia sobre Joaquin Phoenix, que usa um bigodão e óculos grossos, que lhe dão a aparência do Sr. Batata de “Toy Story”. A outra metade do crédito recai em Scarlett Johansson, cuja belíssima voz traz uma grande credibilidade para a imaterial Samantha. Aliás, jamais assistam este filme dublado, pois vai perder toda a essência.
Num papel secundário, mas, importante, Amy Adams também contribui para a construção do ambiente amargurado e impessoal do mundo retratado no filme. Amy conseguiu a façanha de estar em dois dos filmes indicados para o Oscar, este e “Trapaça”.
O final do filme é um pouco ambíguo – para os padrões hollywoodianos – mas, certamente, irá inspirar longas discussões sobre o seu sentido, principalmente em uma boa mesa de bar.
Embora não seja do estilo “cinemão”, com cenas de ação e efeitos especiais, “Ela” traz um sabor diferente da pasteurização de Hollywood, e acredito que os espectadores verão muitos paralelos com o mundinho que vivemos.

Livros de cinema:

“Historia do Cinema: Dos Clássicos Mudos ao Cinema Moderno”

Do cinema mudo, passando pela engenhosidade do cinema sonoro, até as incríveis inovações da era digital, Mark Cousins apresenta um panorama completo e acessível da história do cinema mundial. Nela são desveladas as técnicas, aspirações e invenções de cada época, em diferentes países e por diversos cineastas que sonharam, imaginaram e trabalharam para que sua mensagem e sua estética fossem transmitidas a um público cada vez mais admirado pela sétima arte e pela rica história que ela comporta. 512 p – Editora Martins Fontes.

Lançamentos em DVD/Blu-Ray:

“Rush – No Limite da Emoção”

Anos 1970. O mundo sexy e glamouroso da Fórmula 1 é mobilizado principalmente pela rivalidade existente entre os pilotos Niki Lauda (Daniel Brühl) e James Hunt (Chris Hemsworth). Eles possuíam características bem distintas: enquanto Lauda era metódico e brilhante, Hunt adotava um estilo mais despojado, típico de um playboy. A disputa entre os dois chegou ao seu auge em 1976, quando ambos correram vários riscos dentro do cockpit para que pudessem se sagrar campeão mundial de Fórmula 1. O disco traz o filme com tela widescreen anamórfico e Áudio em Dolby Digital 5.1. (T. O.: “Rush”)

“Azul Profundo”

Dimitri (Sotiris Patras) é um nadador profissional, que está prestes a assinar um importante contrato com um patrocinador. Ele dedica a vida aos treinos, até um dia conhecer a militante ambiental Elsa (Youlika Skafida), que deseja melhorar sua capacidade respiratória. Logo Dimitri passa a lhe dar aulas e não demora muito para que eles engatem o namoro. Entretanto, um ano depois eles enfrentam problemas no relacionamento devido à dedicação dela às atividades de proteção ambiental, mesmo que para tanto passe por cima de sua própria saúde.  Filme com formato de tela widescreen anamórfico e áudio em Dolby Digital 5.1. (T. O.: “Apnoia”)

“Flores Raras”

1951, Nova York. Elizabeth Bishop (Miranda Otto) é uma poetisa insegura e tímida, que apenas se sente à vontade ao narrar seus versos para o amigo Robert Lowell (Treat Williams). Em busca de algo que a motive, ela resolve partir para o Rio de Janeiro e passar uns dias na casa de uma colega de faculdade, Mary (Tracy Middendorf), que vive com a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares (Glória Pires). A princípio Elizabeth e Lota não se dão bem, mas logo se apaixonam uma pela outra. O disco traz o filme com formato de tela widescreen anamórfico e Áudio em Dolby Digital 5.1. (T. O.: “Flores Raras”)

“Os Eleitos - Edição de Aniversário 30 Anos”


Baseado no livro best-seller escrito por Tom Wolfe, “Os Eleitos” narra o heroico conto da América prestes a começar a corrida rumo ao espaço. Tem início com Chuck Yeager, o primeiro piloto a voar mais rápido do que a velocidade do som, e continua com o surgimento dos primeiros astronautas no Projeto Mercury, os primeiros americanos no espaço. A bravura e a audácia das proezas desses homens capturaram a imaginação dos americanos na metade do século 20. Em “Os Eleitos”, o diretor e roteirista Philip Kaufman dá vida a esses incomparáveis eventos em detalhes emocionantes e repletos de suspense. Vencedor de quatro Oscars (Melhor Edição, Melhor Edição de Som, Melhor Trilha Sonora Original, e Melhor Som), “Os Eleitos” conta com um elenco estelar, incluindo Ed Harris, Barbara Hershey, Sam Shepard, Dennis Quaid e Fred Ward.  Filme com tela widescreen anamórfico e Áudio em Dolby Digital 5.1. (T. O.: “The Right Stuff”)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Coluna Claquete – 14 de fevereiro de 2014


 

Newton Ramalho

 

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O que está em cartaz

A semana termina em luto, com a morte sem sentido do cinegrafista Santiago Andrade. As estreias da semana são a aventura “Caçadores de Obras-Primas”, o drama “Philomena”, e a ópera “Royal Opera House: La Bohème”. Continuam em cartaz o épico “Hércules”, o thriller “Operação Sombra – Jack Ryan” (vejam na seção Filme da Semana), a animação “Uma Aventura Lego”, os dramas “Trapaça”, “A Menina Que Roubava Livros”, e “O Lobo de Wall Street”. Nas programações exclusivas, o Cinemak exibe “Muita Calma Nessa Hora 2”, e “Ninfomaníaca – Volume 1”, na Sessão Cine Cult, o Moviecom “Frozen – Uma Aventura Congelante”, “47 Ronins”, “Frankenstein – Entre Anjos e Demônios”, e “Tarzan – A Evolução da Lenda”, e o Cinépolis Natal Shopping “Gravidade” em sessões especiais. Recomendo confirmar a programação de cada cinema em seu respectivo site antes de sair de casa.

Estreia 1: “Caçadores de Obras-Primas


Baseado nos fatos reais de uma das maiores caças ao tesouro da história, “Os Caçadores de Obras-Primas” é um filme de ação que conta a jornada de um pelotão da Segunda Guerra Mundial, liderado por Frank Stokes (George Clooney), em direção à Alemanha para resgatar obras-primas de arte das mãos de ladrões nazistas e devolvê-las aos seus verdadeiros donos. Seria uma missão impossível: com as peças presas em território inimigo, e os alemães com ordens de destruir tudo, como este grupo - de sete diretores de museus, curadores e historiadores de arte, mais familiarizados com Michelangelo que com uma M-1 -- poderiam ter êxito? Os Caçadores de Obras-Primas, como são chamados, se encontrarão em uma corrida contra o tempo para evitar a destruição de mil anos de cultura, eles arriscarão suas vidas para proteger e defender as maiores conquistas da humanidade. A direção é de George Clooney. “Caçadores de Obras-Primas” estreia nesta sexta-feira, na Sala 4 do Moviecom, Sala 1 do Cinemark, Sala 6 do Natal Shopping, e Sala 4 do Norte Shopping. Classificação indicativa 12 anos. (T. O.: “The Monuments Men”)

 

Estreia 2: “Philomena


Irlanda, 1952. Philomena Lee (Sophie Kennedy Clark), é uma jovem que tem um filho recém-nascido quando é mandada para um convento. Sem poder levar a criança, ela o dá para adoção. A criança é adotada por um casal americano e some no mundo. Anos mais tarde, após sair do convento, Philomena (Judi Dench) começa uma busca pelo seu filho, junto com a ajuda de Martin Sixsmith (Steve Coogan), um jornalista de temperamento forte. Ao viajar para os Estados Unidos, eles descobrem informações incríveis sobre a vida do filho de Philomena e criam um intenso laço de afetividade entre os dois. A direção é de Stephen Frears. “Philomena” estreia nesta sexta-feira na Sala 5 do Cinemark, e Sala 5 do Natal Shopping. Classificação indicativa 14 anos. (T. O.: “Philomena”)

Estreia 3: “Royal Opera House: La Bohème


A ópera “La Bohème”, de Giacomo Puccini, estará em cartaz esta semana, em sessões especiais. A clássica obra do compositor italiano é considerada uma das mais comoventes e completas obras do romantismo italiano. Criada em 1896, por Giacomo Puccini, a ópera representa a romântica boemia parisiense e cativa o público desde sua estreia, em 1987. Rodolfo, um poeta sem dinheiro, e a costureira Mimi se apaixonam à primeira vista. Mas a felicidade do casal é ameaçada quando ele descobre que a amada está gravemente doente. Como pano de fundo, a romântica Paris de 1830. “Royal Opera House: La Bohème” será exibido sábado e domingo (11h00), terça-feira (15h00) e quinta-feira (19h00) na Sala 4 do Cinemark. Classificação indicativa 12 anos. (T. O.: “Royal Opera House: La Bohème”)

 

Sessão Cine Cult: “Ninfomaníaca – Volume 1


Bastante machucada e largada em um beco, Joe (Charlotte Gainsbourg) é encontrada por um homem mais velho, Seligman (Stellan Skarsgard), que lhe oferece ajuda. Ele a leva para sua casa, onde possa descansar e se recuperar. Ao despertar, Joe começa a contar detalhes de sua vida para Seligman. Assumindo ser uma ninfomaníaca e que não é, de forma alguma, uma pessoa boa, ela narra algumas das aventuras sexuais que vivenciou para justificar o porquê de sua auto avaliação. A direção é de Lars Von Trier. “Ninfomaníaca – Volume 1” será exibido na terça-feira (18/02) e quinta-feira (20/02), na Sala 7 do Cinemark, na sessão de 19h50. Classificação indicativa 18 anos. (T. O.: “Nymphomaniac : Volume I”)

 

Filme da Semana: “Operação Sombra – Jack Ryan”

É curioso como certos personagens precisam ser reintroduzidos no cinema – a isso chama-se reboot – e o analista da CIA criado pelo escritor Tom Clancy, vivido nas telas por quatro atores diferentes, ganha mais um novo recomeço com o filme “Operação Sombra – Jack Ryan”.
O personagem apareceu a primeira vez – no livro e no cinema – em “Caçada ao Outubro Vermelho”, de 1989. Fruto da Guerra Fria, a história escrita por Tom Clancy é sobre um comandante da marinha russa, Mark Ramius (Sean Connery), que foge da Rússia com um submarino experimental, recebendo a ajuda de um jovem analista da CIA, que convence seu chefe (James Earl Jones) a proteger os fugitivos russos.
As aventuras seguintes são “Jogos Patrióticos” (1992) e “Perigo Real e Imediato” (1994), onde o personagem, bem mais experiente e importante na CIA, é vivido por Harrison Ford.
Jack Ryan voltaria às telas em 2002, em “A Soma de Todos os Medos”, também baseado no livro homônimo de Clancy, mas trazendo o personagem como um novato na CIA. Investigando um possível ato de terrorismo atômico em território americano, Ben Affleck vive o personagem, enquanto Morgan Freeman encarna o chefão da CIA.
No filme atual, que não é baseado em nenhum livro de Clancy, o herói é vivido por Chris Pine, com seu jeito de moleque bem comportado, que motivado pelo ataque de 11 de Setembro larga o doutorado em Londres para se juntar aos Marines no Afeganistão. Devido a um grave ferimento que quase o deixa paralítico, ele passa por uma dolorosa reabilitação, mas consegue namorar sua médica, Cathy (Keira Knightley).
Seu comportamento no hospital intriga Thomas Harper (Kevin Costner), um figurão da CIA, que o convida para retornar aos estudos e fazer alguns trabalhos para a Agência, sem que ninguém saiba, nem mesmo Cathy.
Trabalhando em uma corporação financeira de Wall Street, Jack desconfia de uma série de transações feitas a partir de uma empresa russa comandada por Viktor Cheverin (Kenneth Branagh), e suspeita de uma possível ação terrorista em território americano.
Jack, então, recebe a incumbência de ir a Moscou, para investigar na própria empresa de Cheverin as tais contas. Na chegada, já sofre uma tentativa de assassinato que lembra muito a luta inicial de Daniel Craig no reboot de James Bond em “007 – Cassino Royale”.
As semelhanças com o espião inglês não param por ai, já que o comedido analista torna-se, de uma hora para outra, em um combativo agente operacional, enfrentando guardas armados, desafiando o gênio do crime, e participando de perseguições desenfreadas pelas ruas de Moscou e Nova York.
Chris Pine consegue se sair bem como o agente novato, e tem uma boa química com Keira Knightley, embora esta dê vida a uma personagem bem diferente da que foi interpretada por Anne Archer. Costner, por sua vez, não fica a dever aos antecessores James Earl Jones e Morgan Freeman como o mentor de Ryan.
O terço final do filme desanda para uma série de ações desenfreadas, que divergem das histórias anteriores de Tom Clancy, mas, que são bem aceitas pelo público dos cinemas de hoje, amantes de cenas de ação e efeitos especiais.
Para este público, que não se preocupa muito com os eventuais “furos” do roteiro, “Operação Sombra – Jack Ryan” oferece diversão quase ininterrupta, prometendo – quem sabe? – novas aventuras do herói sem que precise de novos reboots.


Livros de cinema:

“Como Ver um Filme” – Ana Maria Bahiana

Como Ver Um filme é o livro certo para quem gosta ou quer conhecer mais sobre cinema. Repleto de exemplos e de histórias interessantes, o livro percorre com leveza o grande mosaico da sétima arte e dá ao leitor as primeiras referências para ver um filme com olhos mais treinados. Curiosidades, descrição dos gêneros dos filmes, fatos históricos, o livro enfoca todos os detalhes desde a concepção da ideia do filme ás fases de produção e distribuição... Ana Maria Bahiana junta um material gostoso de ler e acessível para qualquer pessoa. 224 p – Editora Nova Fronteira.



Lançamentos em DVD/Blu-Ray:

“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”

Clary Fray (Lilly Collins) presenciou um misterioso assassinato, mas ela não sabe o que fazer porque o corpo da vítima sumiu e parece que ninguém viu os envolvidos no crime. Para piorar a situação, sua mãe desapareceu sem deixar vestígios e agora ela precisa sair em busca dela em uma Nova Iorque diferente, repleta de demônios, magos, fadas, lobisomens, entre outros grupos igualmente fantásticos. Para ajudá-la, Fray conta com os amigos Simon (Robert Sheehan) e o caçador de demônios Jace Wayland (Jamie Campbell Bower). Tela widescreen anamórfico e Áudio em Dolby Digital 5.1. (T. O.: “The Mortal Instruments: City of Bones”)

“Bling Ring: A Gangue de Hollywood”

Nicki (Emma Watson), Marc (Israel Broussard), Rebecca (Katie Chang). Sam (Taissa Farmiga) e Chloe (Claire Julian), entre outros jovens de Los Angeles têm em comum uma vida meio vazia, de pais ausentes, como Laurie (Leslie Mann), mãe de Nicki, que não tem a menor noção do que as filhas estão fazendo nas ruas, durante o dia e, pior, durante a noite. O grupo começa a fazer pequenos assaltos na casa dessas pessoas, quando descobrem que entrar nas residências deles não é nada difícil. Cada vez mais empolgados com "os ganhos", o volume dos saques desperta a atenção das autoridades, que decidem dar um basta nos crimes dessa garotada sem limites. Baseado em fatos reais. Tela widescreen anamórfico e Áudio em Dolby Digital 5.1. (T. O.: “The Bling Ring”)

“Austenland”

Com mais de 30 anos de idade, Jane Hayes (Keri Russell) não consegue encontrar um namorado, porque nenhum homem lhe parece à altura de seu grande ídolo: o Sr. Darcy, personagem criado por Jane Austen no romance Orgulho e Preconceito. Um dia, ela decide gastar todas as suas economias e voar ao Reino Unido, onde existe um resort especializado em acolher as mulheres apaixonadas pelas histórias de Austen. Lá, ela descobre que o homem do seus sonhos pode se tornar uma realidade. Tela widescreen anamórfico e Áudio em Dolby Digital 5.1. (T. O.: “Austenland”)

“Um Drinque à Amizade”


Kate (Olivia Wilde) e Luke (Jake Johnson) são funcionários de uma fábrica de cerveja. Com gostos parecidos, os dois sempre flertaram um com o outro, mas nunca entraram em um relacionamento, porque Luke está pensando em se casar com sua namorada, e Kate namora um produtor musical. Mas quanto mais eles bebem, mais ficam abertos à possibilidade de saírem juntos. Filme com tela widescreen anamórfico e Áudio em Dolby Digital 5.1. (T. O.: “Drinking Buddies”)