quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Coluna Claquete – 19 de outubro de 2012

 

Newton Ramalho


 

colunaclaquete@gmail.comwww.colunaclaquete.blogspot.com  - @colunaclaquete


 

O que está em cartaz

 

Depois do feriadão, tudo volta ao normal. Neste final de semana estreiam o terror “Atividade Paranormal 4”, o policial “Relação Explosiva”, o relançamento de “Procurando Nemo” em 3D, e a cinebiografia chilena “Violeta Foi Para o Céu”, na Sessão Cine Cult do Cinemark. Continuam em cartaz o terror “A Entidade”, a animação “Hotel Transilvânia”, o thriller “Busca Implacável 2”, com Liam Neeson, a comédia “Até Que a Sorte nos Separe”, e o drama “E a Vida Continua...”. Nas programações exclusivas, o Moviecom mantém o drama “Na Estrada”, e as comédias nacionais “O Diário de Tati”, e “E Aí, Comeu?”. Na Sessão Filmes da Semana, análise de três filmes sobre o terrorismo.
 

Estreia 1: “Atividade Paranormal 4

 
Cinco anos após Katie (Kathie Featherston) matar a irmã Kristi (Sprague Grayden) e o cunhado Daniel (Brian Boland) e levar consigo o sobrinho Hunter, eles vivem juntos em um pacato subúrbio. Na casa ao lado vive a adolescente Alice, que acompanha os passos do garoto sem que ele perceba, ao menos aparentemente. Até que estranhos eventos acontecem em sua casa, colocando-a em perigo. A direção é de Henry Joost e Ariel Schulman. “Atividade Paranormal 4” estreia nesta sexta-feira, na Sala 6 do Cinemark, e na Sala 4 do Moviecom. Classificação indicativa 16 anos. (T. O.: “Paranormal Activity 4”)
 

Estreia 2: “Relação Explosiva

 

Charlie Bronson (Dax Shepard) abandonou a vida do crime, quando costumava ser o motorista oficial durante roubos. Hoje, ele adotou uma nova identidade graças ao programa de proteção às testemunhas. No entanto, quando sua namorada (Kristen Bell) precisa de sua ajuda para chegar à Los Angeles, Charlie coloca em risco sua proteção do governo para ajudá-la. No caminho, ele é perseguido tanto pelo FBI quanto por sua antiga gangue. A direção é de Dax Shepard e David Palmer. “Relação Explosiva” estreia nesta sexta-feira, na Sala 7 do Cinemark. Classificação indicativa 14 anos. (T. O.: “Hit and Run”)
 

Estreia 3: “Violeta Foi Para o Céu (Sessão Cine Cult)

 
O filme conta a trajetória da compositora, artista e cantora chilena Violeta Parra. Esta biografia não segue uma linha cronológica, focando-se em diversos momentos da vida de Violeta, como sua infância na província de Ñuble, sua viagem pelo interior do Chile, as visitas à França e à Polônia, além do romance que ela teve com o suíço Gilbert Favre. O filme é inteiramente intercalado com trechos de uma entrevista que Violeta Parra deu à televisão em 1962. A direção é de Andrès Wood. “Violeta Foi Para o Céu” será exibido terça-feira (23/10) e quinta-feira (25/10), na Sala 5 do Cinemark, na sessão de 19h40. Classificação indicativa dez anos. (T. O.: “Violeta se Fue a Los Cielos”)
 

Pré-Estreia: “007 – Operação Skyfall

 
O vazamento de dados confidenciais revela a posição de diversos agentes infiltrados em células terroristas, colocando suas vidas em risco. O próprio James Bond (Daniel Craig) é um dos afetados e precisa demonstrar sua lealdade a M (Judi Dench) para ajudá-la a resolver o problema. Logo ele passa a investigar quem está por trás do ataque ao MI6 e percebe que o responsável está bastante familiarizado com o modo de funcionamento da agência de espionagem britânica, por ter sido um de seus agentes no passado. Dirigido por Sam Mendes e com Javier Bardem, Ralph Fiennes, Albert Finney, Helen McCrory e Ben Whishaw no elenco. “007 – Operação Skyfall” terá pré-estreia na próxima quinta-feira, à meia-noite, na Sala 2 do Cinemark. Classificação indicativa 16 anos. (T. O.: “Skyfall”)

 

 

Filmes da Semana: “O Ataque”, “Segredo de Estado” e “Cleanskin”
 

Aproveitando o feriadão para por em dia os filmes que tenho acumulados em casa, assisti três produções que, apesar de óticas diferentes, exploram o mesmo tema, o terrorismo. Os filmes são os franceses “O Ataque” (“L’Assaut”), “Segredo de Estado” (“Secret Défense”), e o britânico “Cleanskin”.

Embora o fato que mais impactou o mundo nos últimos anos tenha sido o ataque às torres gêmeas em 11 de setembro de 2001, os atos terroristas não são nenhuma novidade na história da Humanidade.

Na década de 70 foram frequentes os casos de sequestros de avião, alguns deles acontecidos até mesmo no Brasil. Mas, os mais famosos eram praticados por grupos palestinos, em sua luta por uma pátria.

O filme “O Ataque” conta a história do sequestro de um avião da Air France na Argélia, no final de 1994. Quatro homens do Grupo Islâmico Armado – GIA, fortemente armados, tomaram o avião com mais de duzentas pessoas a bordo, exigindo a libertação de dois companheiros presos.

Proibidos de decolar pela autoridades argelinas, o avião só saiu do aeroporto após a execução de três passageiros. Com pouco combustível, o avião chegou em Marselha, onde os terroristas exigiram que fosse reabastecido.

Certos de que aquele seria um voo suicida, o avião foi invadido por uma equipe do GIGN (Groupe d'Intervention de la Gendarmerie Nationale), um grupo antiterrorista da polícia francesa, em sua primeira ação de grande porte.

Mais do que uma propaganda do GIGN, que é considerado um dos melhores grupos do mundo neste tipo de operação, o filme mostra o evento de uma forma quase jornalística, embora tenha algumas nuances pessoais, ligadas ao oficial Thierry (Vincent Elbaz), único policial ferido na ação. No mais, bastante adrenalina nas cenas do assalto ao avião.

O outro filme francês, “Segredo de Estado”, é uma ficção que está muito próxima da realidade. A história é contada do ponto de vista de dois personagens. Diane (Vahina Giocante) é uma universitária que se prostituía para manter os estudos. Pierre (Nicolas Duvauchelle) é um jovem pobre da periferia que se envolve em drogas e vai parar na cadeia.

Meio seduzida, meio chantageada, Diane é recrutada para trabalhar no serviço secreto francês, em parte por seu conhecimento da língua árabe, e parte por sua vida anterior. Alex, na prisão, é arregimentado por militantes islâmicos, que o atraem para a religião, e posteriormente, para o extremismo.

De cada lado, os manipuladores agiam nos bastidores. Alex (Gérard Lanvin) era o chefe de Diane, que obrigou a jovem a ir para a perigosa Beirute, onde Al Barad (Simon Abkarian) liderava um grupo de extremistas islâmicos. O ponto em comum entre eles era um atentado suicida planejado para acontecer em Paris.

Embora o filme seja um thriller de ação excelente, o mais evidente é a manipulação das pessoas para que objetivos sejam alcançados, e nem sempre há muita ética de qualquer dos lados em conflito.

O terceiro filme em foco, e o de visão mais atual é o britânico “Cleanskin”. Essa gíria serve para nomear pessoas que não têm histórico ou antecedentes criminais e, portanto, são desconhecidos dos serviços secretos.

Ewan (Sean Bean) é um agente do serviço secreto do governo inglês. Ao fazer a escolta de um executivo, o mesmo é atacado por desconhecidos, e a carga de explosivos plásticos que transportava é levada.

Quando um restaurante de Londres é explodido em um atentado suicida por um extremista islâmico, Ewan é convocado por Charlotte (Charlotte Rampling), a chefe do serviço secreto, para procurar o grupo responsável e eliminá-lo “sem deixar vestígios”.

A pessoa por trás do roubo dos explosivos era Ash (Abhin Galeya), um estudante de direito inconformado com a visão estreita do Ocidente em relação ao Oriente Médio, que se vê envolvido por Nabil (Peter Polycarpou), o sedutor líder de um grupo radical.

Enquanto Ewan se aprofunda mais nas investigações, e mata pessoas sobre as quais não sabe nada, Ash planeja o que será o maior golpe, com o sacrifício de sua própria vida: um atentado em um hotel onde se reunirá um grupo de pessoas muito influentes.

Embora o foco maior seja na ação, o filme trata com maestria das motivações das pessoas envolvidas no terrorismo e contra-terrorismo, chegando à conclusão que os meios e motivações nem sempre são os mais nobres, e onde as pessoas são meros peões.

Estes três filmes tratam do assunto terrorismo de uma forma diferente do padrão hollywoodiano, onde tudo é preto e branco, e o herói corajoso vence a todos. O que se percebe destes três filmes, cuja ficção é tristemente gêmea da realidade, é que a violência e a ambição são duas faces de uma mesma moeda, e que nada tem a ver com o bem comum.

Esses filmes dificilmente entrarão no circuito comercial, e podem ser encontrados no mercado de vídeo doméstico. São um bom contraponto para os “Mercenários” e “Missão Impossível” que encontramos aos montes no cinema.

 

Lançamentos em DVD/Blu-Ray

 

“O Homem Que Mudou o Jogo”
 
O gerente geral da Oakland A, Billy Beane (Brad Pitt), desafia o sistema e a sabedoria convencional quando é forçado a recompor sua pequena equipe com um orçamento baixo. Apesar da oposição da velha guarda, a mídia, fãs e o próprio gerente de campo (Philip Seymour Hoffman), Beane - com a ajuda de um economista jovem, formado em Yale (Jonah Hill) - cria uma lista de desajustados e acaba mudando para sempre o modo como o beisebol é jogado. Disco com formato de tela widescreen anamórfico e áudio em Dolby Digital 5.1, e como extras, Cenas Excluídas, Billy Beane: Reinventando o Jogo, Erros de Gravação com Brad Pitt e Jonah Hill, Documentário, Seleção da Equipe. (T. O.: “Moneyball”)

 

“Reis e Ratos”
 
Depois que um coreto de uma pequena cidade é destruído por uma misteriosa bomba no interior no Rio de Janeiro, um cantora (Rafaella Mandelli), que seria a principal vítima, descobre que o enigmático locutor Hervé (Cauã Reymond) foi o responsável por sua salvação. Mas o mediúnico funcionário da rádio não fazia ideia de que estaria atrapalhando os planos de desestabilizar o Brasil, arquitetados por Troy Sommerset (Selton Mello), agente da CIA, e o Major Esdras (Otávio Muller), auxiliados pelo meliante Ronny Rato (Rodrigo Santoro). O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio Dolby Digital 5.1, e como Extras, Trailer e Making Of.  (T.O.: “Reis e Ratos”).

 

“Românticos Anônimos”

Angélique Delange (Isabelle Carré) é uma talentosa confeiteira, que faz chocolates requintados reconhecidos por público e crítica especializada. Entretanto, como fica ansiosa quando olham para ela, Angélique prefere o anonimato e finge ser apenas uma entregadora. Sem emprego, ela consegue trabalho na Fábrica de Chocolates, que está à beira da falência. Só que, ao contrário do que imaginava a princípio, consegue a vaga de representante comercial da empresa. Ela pensa em pedir a mudança de cargo, mas é surpreendida com o convite para jantar de Jean-René Van Den Hudge (Benoît Poelvoorde), dono da empresa. O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio em Dolby Digital 5.1. (T.O.: “Les Émotifs Anonymes”).

 

“Nascida Para o Mal”
 
Stanley (Bette Davis), uma mulher egoísta, foge com o marido de sua irmã Roy (Olivia de Havilland). Após o suicídio de Peter (Dennis Morgan) ela retorna à sua casa e se vê novamente envolvida em uma tragédia quando atropela uma pessoa e coloca a culpa no filho de uma empregada negra. A direção é do lendário John Huston. O disco traz o filme com formato de tela standard e áudio Dolby Digital 2.0, e, como Extras, Trailer de cinema, e Vida e Obra de John Huston. (T.O.: “Is This Our Life”).



 

Films de la semaine: «L'Assaut», «Secret Défense» et «Cleanskin»

Profitant de la longue fin de semaine pour voir les films qui se sont accumulés chez moi, j'ai vu trois productions que, malgré les différentes optiques, en explorent le même thème, le terrorisme. Les films sont les français «L'Assaut», «Secret Défense», et le britannique «Cleanskin».

Bien que le fait que plus touché le monde ces dernières années a été l'attaque contre les tours jumelles le 11 Septembre 2001, les actes de terrorisme ne sont pas nouveaux dans l'histoire humaine.

Dans les années 70 étaient des cas fréquents de séquestres d'avions, certains d'entre eux sont même arrivés au Brésil. Mais les plus célèbres ont été les commis par des groupes palestiniens dans leur lutte pour une patrie.
Le film «L'Assaut» raconte l'histoire du séquestre d'un avion d'Air France en Algérie à la fin de 1994. Quatre hommes du Groupe islamique armé - GIA, lourdement armés, ont pris l'avion avec plus de deux cents personnes à bord, pour exiger la libération de deux camarades emprisonnés.

Interdite de décoller par les autorités algériennes, l'avion a quitté l'aéroport après l'exécution de trois passagers. Mais, avec peu de carburant, l'avion a été arrivé à Marseille, où les terroristes ont exigé qu'il soit réapprovisionné.

Certains qu'il serait un vol suicidaire, l'avion a été attaqué par une équipe de membres du GIGN (Groupe d'Intervention de la Gendarmerie Nationale), un groupe anti-terroriste de la police française, dans sa première action importante.

Plus que une propagande du GIGN, ce qui est considéré comme l'un des meilleurs groupes au monde dans ce type d'opération, le film montre l'événement dans une vision presque journalistique, même avec certaines nuances personnelles, du officiel Thierry (Vincent Elbaz), le seul policier blessé dans ce combat.Pas plus, assez d'adrénaline pour les scènes d'assaut de l'avion .

L'autre film français, «Secret Défense» est une fiction qui est très proche de la réalité. L'histoire est racontée du point de vue de deux personnages. Diane (Vahina Giocante) est une étudiante qui se prostitue pour manteinir les études. Pierre (Nicolas Duvauchelle) est un jeune homme pauvre de la banlieue qui s'engage dans la drogue et va à la prison.

Entre séduite et au chantage, Diane est recruté pour travailler dans les services secrets français, en partie par sa connaissance de l'arabe, et en partie pour sa vie antérieure. Alex, en prison, est enrôlé par des militants islamistes, qui l'attirent à la religion, et finalement à l'extrémisme.

De chaque côté, les gestionnaires ont agi derrière la scène. Alex (Gérard Lanvin) était le patron de Diane, qui a forcé la jeune femme d'aller à Beyrouth, où Al Barad (Simon Abkarian) a dirigé un groupe d'extrémistes islamiques. Le point commun entre eux était un attentat suicide qui devrait avoir lieu à Paris.

Alors que le film est un thriller d'action excellente, la plus évidente est la manipulation des personnes afin que les objectifs soient atteints, et il n'est pas toujours l'éthique de chaque côté dans le conflit.

Le troisième film analysé, et de la vision la plus courante est la britannique «Cleanskin». Cet argot est utilisé pour nommer des personnes qui n'ont pas d'antécédents ou de casiers judiciaires et ne sont pas connues por ser services secrets.

Ewan (Sean Bean) est un agent des services secrets du gouvernement britannique. En faisant l'escorte d'un dirigeant, ils sont attaqués par des inconnus, et le fardeau des explosifs plastiques a été volé.

Quand un restaurant de Londres est explosé dans un attentat-suicide par un extrémiste islamique, Ewan est appelée par Charlotte (Charlotte Rampling), le chef des services secrets, pour chercher le groupe responsable et de les supprimer "sans laisser de trace".

La personne derrière le vol d'explosifs était Ash (Abhin Galeya), un étudiant en droit mécontent de la vision étroite de l'Occident au Moyen-Orient, et qui est impliqué par Nabil (Peter Polycarpou), le séduisante leader d'un groupe radical .

Alors que Ewan va plus profonde dans les investigations, et tue des gens sur qui il ne sait rien, Ash plane ce qui sera le plus grand coup, avec le sacrifice de sa propre vie: un attentat dans un hôtel où il rencontrera un groupe de personnes très influentes.

Bien que l'accent plus grand est l'action, le film traite avec maîtrise des motivations des personnes impliqués dans le terrorisme et contre-terrorisme. La conclusion est que les moyens et les motivations ne sont pas toujours les plus nobles, et où les gens sont simples pions.

Ces trois films traitent de la question du terrorisme différemment de Hollywood, où tout est noir et blanc, et les braves héros conquiert tout. Ce que nous voyons dans ces trois films, est que la fiction est - malheureusement - la sœur jumelle de la realité, et que la violence et la cupidité sont les deux faces d'une même médaille, et cela n'a rien à voir avec le bien commun.

Ces films à peine vont entrer dans le circuit commercial, et peuvent être trouvés sur le marché de la vidéo à domicile. Ils sont un bon contrepoint aux «Mercenaires» et «Mission Impossible» que l'on trouve beaucoup au cinéma.

 

Movies of the Week: "The Assault", "Secret Defense" and "Cleanskin"
 

Taking advantage of the long weekend to see movies that have accumulated at home, I watched three productions that, despite different optics, explored the same theme, terrorism. The movies are french "The Assault" ("L'Assaut"), and "Secret Defense" ("Secret Défense"), and the british "Cleanskin".

Although the fact that most impacted the world in recent years has been the attack on the twin towers on September 11, 2001, terrorist acts are nothing new in human history.

In the 70's were frequent cases of plane hijackings, some of them even happened in Brazil. But the most famous ones were committed by Palestinian groups in their struggle for a homeland.

The movie "The Assault" tells the story of the kidnapping of an Air France plane in Algeria in late 1994. Four men of the Armed Islamic Group - GIA, heavily armed, took the airplane with more than two hundred people on board, demanding the release of two imprisoned comrades.

Prohibited by the Algerian authorities to takeoff, the plane left the airport after the execution of three passengers. Low on fuel, the plane arrived in Marseille, where the terrorists demanded that he be restocked.

Certains that it would be a suicidal flight, the plane was raided by a team from the GIGN (Groupe d'Intervention de la Gendarmerie Nationale), a French anti-terrorist police, in his first impressive action.

More than a propaganda of GIGN, which is considered one of the best groups in the world in this type of operation, the film shows the event in an almost journalistic way, with some personal nuances, of the official Thierry (Vincent Elbaz), the only policeman wounded in that action.Besides, a lot fo adrenaline to the scenes of the assault aircraft.

Another French film, "Secret Defense" is a fiction that is very close to reality. The story is told from the point of view of two characters. Diane (Vahina Giocante) is a college student who prostituted herself to keep studying. Pierre (Nicolas Duvauchelle) is a poor young man from the suburbs who engages in drugs and ends in jail.

Half seduced, half blackmailed, Diane is recruited to work in the French secret service, in part by his knowledge of Arabic, and part by her earlier life. Alex, in prison, is enlisted by Islamist militants, who attract him to religion, and eventually to extremism.

On each side, the handlers acted backstage. Alex (Gérard Lanvin) was the head of Diane, and forced the young woman to go to dangerous Beirut, where Al Barad (Simon Abkarian) led a group of Islamic extremists. The common thread among them was a suicide bombing, planned to take place in Paris.

While the film is an excellent action thriller, the most obvious is the manipulation of people so that goals are achieved, and there is not always much ethics of either side in the conflict.

The third film in focus, and the most current vision is the British "Cleanskin". This slang is to appoint people who have no history or criminal records and therefore are unknown from intelligence services.

Ewan (Sean Bean) is a Secret Service agent of the British government. By doing the escort of an executive, they are attacked by unknown assailants, and the burden of carrying plastic explosives is taken.

When a London restaurant is blown up in a suicide bombing by an Islamic extremist, Ewan is summoned by Charlotte (Charlotte Rampling), the head of the secret service, to search and eliminate the group responsible, doing it "without a trace".

The person behind the theft of explosives was Ash (Abhin Galeya), a law student unhappy with the narrow vision of the West about the Middle East, and who becomes involved by Nabil (Peter Polycarpou), the seductive leader of a radical group .

While Ewan goes deeper in his investigations, and kills people over he knows nothing about, Ash is planning what will be the biggest blow, with the sacrifice of his own life: a bombing at a hotel where he will meet a group of very influential people.

Although the focus is more on the action, the film deals with mastery of the motivations of those involved in terrorism and counter-terrorism, concluding that the means and motivations are not always the most noble, and where people are mere pawns.

These three films deal with the issue of terrorism differently from the standard Hollywood, where everything is black and white, and the brave hero conquers all. What we see in these three films, s that fiction is sadly twin of reality, and that violence and greed are two sides of the same coin, and that has nothing to do with the common good.

These films hardly will enter into the commercial circuit, but they can be found on the home video market. They are a good counterpoint to the "Mercenaries" and "Mission Impossible" that we find in movie stores.

 

 

Películas de la Semana: "El Ataque", "Secreto de Estado" y "Cleanskin"

Aprovechando el largo fin de semana para ponerme al día con las películas que se han acumulado en mi casa, he visto tres producciones que a pesar de ópticas distintas, exploran el mismo tema, el terrorismo. Las películas son la francesa "El Ataque" ("L'Assaut"), "Secreto de Estado" ("Secret Défense"), y el británico "Cleanskin".

Aunque el hecho qué más conmocionó al mundo en los últimos años ha sido el ataque a las Torres Gemelas el 11 de septiembre de 2001, los actos terroristas no son nada nuevo en la historia humana.

En los años 70 eran frecuentes los casos de secuestros de aviones, algunos de ellos ocurridos en Brasil. Pero los más famosos fueron cometidos por grupos palestinos en su lucha por una patria.

La película "El Ataque", cuenta la historia del secuestro de un avión de Air France en Argelia a finales de 1994. Cuatro hombres del Grupo Islámico Armado - GIA, fuertemente armados, tomaron el avión con más de 200 personas a bordo, exigiendo la liberación de dos compañeros presos.

Prohibidos a despegar por las autoridades de Argelia, el avión salió del aeropuerto después de la ejecución de tres pasajeros. Con poco combustible, el avión llegó a Marsella, donde los terroristas exigieron que lo rellenasen.

Seguros de que sería un vuelo suicida, el avión fue atacado por un equipo de la GIGN (Groupe d'Intervention de la Gendarmerie Nationale), un grupo antiterrorista de la policía francesa, en su primera acción de gran tamaño.

Más que una propaganda de GIGN, que es considerado uno de los mejores grupos del mundo en este tipo de operaciones, la película muestra el evento de una manera casi periodística, aunque con algunos matices personales, relacionados con el oficial Thierry (Vincent Elbaz), el único policía herido en la acción.No más, mucha adrenalina en las escenas del ataque al avion.

Otra película francesa, "Secreto de Estado" es una ficción que es muy cercana a la realidad. La historia es contada desde el punto de vista de dos personajes. Diane (Vahina Giocante) es una estudiante universitaria que se prostituye para seguir estudiando. Pierre (Nicolas Duvauchelle) es un joven pobre de los suburbios que se involucra en las drogas y va al cárcel.

Medio seducida, medio chantajeada, Diane ha sido contratada para trabajar en el servicio secreto francés, en parte por su conocimiento del árabe, y también por su vida anterior. Alex, en el cárcel, es reclutado por los militantes islamistas, que o atraen a la religión, y, finalmente, al extremismo.

En cada lado, los controladores actúan en los bastidores. Alex (Gérard Lanvin) era el jefe de Diane, que obligó a la joven a ir a la peligrosa Beirut, donde Al Barad (Simon Abkarian) lideraba un grupo de extremistas islámicos. El hilo común entre ellos era un atentado suicida planeado para ser hecho en París.

Mientras que la película es un thriller de acción excelente, el más evidente es la manipulación de las personas para que los objeticos sean alcanzados, y ni siempre hay mucho de ética en ambos lados del conflicto.

La tercera película en foco, y de visión más actual es el británico "Cleanskin". Esta jerga es para nombrar a personas que no tienen antecedentes criminales o penales y por lo tanto son desconocidas por los servícios de inteligencia.

Ewan (Sean Bean) es un agente del servicio secreto del gobierno británico. Al hacer la escolta de un ejecutivo, Ewan es atacado por asaltantes desconocidos, y la carga de explosivos plásticos que transportaba es llevada por los ladrones.

Cuando un restaurante de Londres es destruido en un atentado suicida por un extremista islámico, Ewan es convocado por Charlotte (Charlotte Rampling), la jefe de los servicios secretos, para buscar el grupo responsable del atentado y eliminarlo "sin dejar rastro".

La persona detrás del robo de explosivos fue Ash (Abhin Galeya), un estudiante de derecho, descontento con la estrecha visión de Occidente en relación al Oriente Medio, que se ve envuelto por Nabil (Peter Polycarpou), el seductor líder de un grupo radical .

Mientras Ewan va más profundo en las investigaciones, y mata a personas sobre las que no sabe nada, Ash está planeando lo que será el mayor golpe, con el sacrificio de su propia vida: un atentado con bomba en un hotel donde se reunirá un grupo de personas muy influyentes.

Aunque la atención se centra más en la acción, la película trata con maestria de las motivaciones de las personas implicadas en el terrorismo y contra-terrorismo, concluyendo que los medios y las motivaciones no son siempre los más nobles, y donde las personas son meros peones.

Estas tres películas tratan el tema del terrorismo de forma diferente del estándar de Hollywood, donde todo es blanco y negro, y los héroes valientes vencen a todos. Lo que vemos en estas tres películas, es que la ficción es tristemente gemela de la realidad, que la violencia y la codicia son las dos caras de la misma moneda, y que no tienen nada que ver con el bien común.

Estas películas difícilmente entrarón en el circuito comercial, y se puede encontrarlas en el mercado del vídeo doméstico. Son un buen contrapunto a los "Mercenarios" y "Misión Imposible", que encontramos en montones en el cine.



 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Coluna Claquete – 05 de outubro de 2012


  

Newton Ramalho

 

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O que está em cartaz

Outubro começa bem, com muitos títulos em nossos cinemas. Neste final de semana estreiam a animação “Hotel Transilvânia”, o thriller “Busca Implacável 2”, com Liam Neeson, o nacional “Até Que a Sorte nos Separe”, e o drama francês “My Way, o Mito Além da Música”. Continuam em cartaz a ficção “Looper: Assassinos do Futuro” (vejam na Sessão Filme da Semana), com Bruce Willis, a ficção “Residente Evil 5: Retribuição”, o drama “E a Vida Continua...”, e “Ted”. Nas programações exclusivas, o Cinemark exibe “As Aventuras de Agamenon, o Repórter”, “Tinker Bell – O Segredo das Fadas”, e “O Que Eu Mais Desejo”, na Sessão Cine Cult, enquanto o Moviecom mantém o drama “Na Estrada”, “Os Mercenários 2”, “O Diário de Tati”, e “E Aí, Comeu?”.

 

Estreia 1: “Hotel Transilvânia


Bem-vindos ao Hotel Transilvânia, o pródigo resort cinco estacas do Drácula, onde monstros e suas famílias podem viver livres para ser os monstros que são, sem os seres humanos para incomodá-los. Em um fim de semana especial, Drácula convidou alguns dos monstros mais famosos do mundo para celebrar o aniversário de 118 anos de sua filha Mavis. Para Drác, a presença de todos esses monstros lendários não é um problema – mas, o seu mundo pode desabar quando um cara normal vai parar no Hotel e se encanta por Mavis. A direção é de Genndy Tartakovsky. “Hotel Transilvânia” estreia nesta sexta-feira, na Sala 2 do Cinemark, e na Sala 6 do Moviecom. Classificação indicativa livre. Cópias dubladas, exibição em 3D. (T. O.: “Hotel Transylvania”)

Estreia 2: “Busca Implacável 2


Após salvar sua filha Kim (Maggie Grace) dos sequestradores albaneses em Paris, o agente aposentado da CIA Bryan Mills (Liam Neeson) resolveu tirar férias ao lado da esposa Lenore (Famke Janssen) em Istambul, na Turquia. O que ele não esperava era que o pai de um dos sequestradores resolvesse se vingar pelo que aconteceu com o filho, sequestrando Bryan e Lenore durante a viagem. Agora ele precisa contar com a ajuda de Kim para que possam escapar. A direção é de Olivier Megaton. “Busca Implacável 2” estreia nesta sexta-feira, na Sala 3 do Cinemark, e na Sala 7 do Moviecom. Classificação indicativa 14 anos. (T. O.: “Taken 2”)

Estreia 3: “Até Que a Sorte nos Separe


Tino (Leandro Hassum) é um pai de família comum que vê sua vida virar de ponta a cabeça após ganhar na loteria, e gasta todo o dinheiro em 10 anos. Ao se ver quebrado, Tino aceita a ajuda do vizinho Amauri (Kiko Mascarenhas), um consultor de finanças super. Tentando evitar que Jane descubra a nova situação financeira, afinal ela está grávida do terceiro filho não pode passar por fortes emoções, Tino se envolve em várias confusões para fingir que tudo continua bem. Para isso, conta com ajuda do melhor amigo, Adelson (Aílton Graça), e dos filhos. A direção é de Roberto Santucci. “Até Que a Sorte nos Separe” estreia nesta sexta-feira, nas Salas 1 e 6 do Cinemark, e na Sala 4 do Moviecom. Classificação indicativa 12 anos. (T. O.: “Até Que a Sorte nos Separe”)

Estreia 4: “My Way, o Mito Além da Música


O ídolo da música francesa Claude François, morto aos 39 anos de idade, sempre fascinou os fãs. Ele conseguiu combinar uma imagem complexa e multifacetada, oscilando entre o amante ciumento e possessivo, o patrão tirânico da própria empresa de discos, o filho inseguro e o artista com medo constante de perder a fama. Internacionalmente, ele ficou conhecido pela canção original "Comme d'Habitude", que se tornou conhecida internacionalmente como o clássico “My Way” na voz de Frank Sinatra. A direção é de Florent Emilio Siri. “My Way, o Mito Além da Música” estreia nesta sexta-feira, na Sala 3 do Moviecom. Classificação indicativa 14 anos. (T. O.: “Cloclo”)




Filme da Semana: “Looper: Assassinos do Futuro”

Quando aparece um filme com viagens no tempo, a reação dos espectadores depende do grupo ao qual pertence: os amantes de ficção-científica adoram, e as pessoais “normais” não entendem muito essas idas e vindas no tempo. Essa poderia ser a reação a “Looper: Assassinos do Futuro”, não fosse o detalhe de o filme ser fora do lugar comum.
Seguindo a narração do herói, Joe (Joseph Gordon-Levitt), em 2042, o mundo parece estar um pouco pior, com muito mais pobres, alguns ricos, e os criminosos que se aproveitam da situação.
Joe é um looper, um assassino recrutado por uma organização criminosa para matar pessoas indesejadas pelo grupo. A diferença é que estas pessoas são enviadas do futuro, trinta anos mais tarde, quando as viagens no tempo foram inventadas, e a polícia é muito mais eficaz para investigar os crimes. A solução? Enviá-los para o passado, onde serão mortos e destruídos.
O grupo é chefiado por Abe (Jeff Daniels), que veio do futuro para recrutar os loopers e mantê-los sob controle. Os loopers cumprem o seu papel até o dia em que são dispensados, recebem uma pequena fortuna para matar a si mesmos, trinta anos mais velhos, e vão viver uma vida folgada, sabendo que tem um prazo de validade.
O esquema começa a ficar estranho quando os loopers começam a ser demitidos em massa, e chegam rumores de que um novo líder, no futuro, está implantando um regime de terror, com extermínio de pessoas em massa.
Quando chega a sua vez, o jovem Joe é surpreendido por sua versão mais velha (Bruce Willis), que consegue escapar da execução, e tenta avisá-lo do que está para acontecer no futuro.
O velho Joe tomou para si a missão de matar o novo líder ainda quando criança, para modificar o futuro, e assim evitar a morte da mulher com quem ele casou. Mas, as coisas não são fáceis, pois mesmo o jovem Joe não está nem um pouco convencido dos planos de sua versão mais velha.
Como três crianças nasceram no mesmo dia e hora, há dúvidas sobre qual deles será o líder do futuro.  O jovem fica encarregado de ir a um dos endereços, enquanto o velho Joe vai procurar os outros.
No endereço indicado, uma fazenda, o jovem Joe encontra apenas Sara (Emily Blunt), uma jovem mãe solteira que vive com o seu filho Cid (Pierce Gagnon). Embora Sara procure viver da forma mais reclusa possível, ela aceita, a contragosto, que Joe permanece em sua propriedade para proteger o menino.
Logo descobrimos que Cid não é tão desprotegido e inocente como aparenta ser, já que possui alguns poderes que podem ter causado a morte da mãe de criação, a irmã de Sara.
Mas, o confronto é inevitável, pois embora tenha que enfrentar todo um exército de bandidos e policiais, o velho Joe está disposto a tudo para salvar a mulher que ama – e que salvou a sua vida, ensinando-lhe um caminho diferente do ódio e violência.
É curioso como este filme, com um argumento tão diferente, praticamente tenha passado despercebido na grande imprensa. O mais incrível é ter sido produzido com um orçamento de apenas trinta milhões de dólares – isso, para Hollywood, é mixaria.
Mas, apesar de alguns efeitos especiais e a ambientação futurista, o ponto forte do filme está no roteiro, muito bem escrito, e na ótima atuação do elenco, sem exageros, mesmo Bruce Willis tem uma participação discreta.
O tema “viagem do tempo” segue a linha do futuro alterável, seguindo a filosofia de que o seu futuro é determinado por suas ações no passado.
Mas, a abordagem mais interessante mesmo – e que passa quase despercebida – é a clara mensagem de que a violência gera mais violência, e só quebrando este paradigma é possível transformar o círculo vicioso em virtuoso.
“Looper: Assassinos do Futuro” é, sem dúvida, um dos melhores filmes do ano, e merece ser assistido, discutido, e pensado, pois não é preciso muito exercício filosófico para reconhecer o nosso próprio mundo nele – e sem nenhuma máquina do tempo.

Lançamentos em DVD/Blu-Ray

“Um Homem de Sorte”

Em meio a uma batalha em plena Guerra do Iraque, o fuzileiro Logan Thibault (Zac Efron) encontra no chão a foto de uma mulher desconhecida. Ele a guarda e passa a cuidá-la como se fosse um talismã, prometendo que, caso sobreviva à guerra, irá encontrá-la. Meses depois, ele retorna aos Estados Unidos e consegue encontrar a moça, que mantém um canil. Ele passa a trabalhar com ela, sem revelar o motivo de sua vinda. Disco com formato de tela widescreen anamórfico e áudio em Dolby Digital 5.1, e como extras, Zac Efron becomes a marine; Watch the sparks fly: the romantic world of The Lucky One; Zac and Taylor's amazing chemistry.  (T. O.: “The Lucky One”)

“Filha do Mal”

Maria Rossi (Susan Crowley) assassinou três pessoas durante um ritual de exorcismo que estava sendo realizado com ela e a igreja resolveu interná-la em um manicômio situado em Roma. Sua filha Isabella (Fernanda Andrade), além de preocupada em saber se existe algo genético que possa ter herdado, quer entender o que aconteceu com a mãe e segue para o local em busca de explicações. Acompanhada de uma câmera que vai documentar toda a sua jornada investigativa, ela recebe a orientação dos padres Ben (Simon Quarterman) e David (Evan Helmuth) de que seria melhor presenciar um exorcismo de verdade para evoluir em sua pesquisa. O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio Dolby Digital 5.1.  (T.O.: “The Devil Inside”).

“A Difícil Vingança”

Remake do faroeste estrelado por John Wayne em 1935. Quando o pai do atirador John Mason (Christian Slater) é morto por bandidos mascarados, ele vai com toda a fúria caçar aqueles que o mataram. Durante sua missão, Mason se vê envolvido em um amargo triângulo amoroso, quando se apaixona pela bela e decidida Alice (Jill Hennessy), também adorada por seu melhor amigo. O disco traz o filme com formato de tela widescreen e áudio em Dolby Digital 5.1. (T.O.: “Dawn Rider”).

“De Volta ao Terror”
 
Aspirante a diretor de cinema, Julian (Johnny Pacar) decide fazer um projeto escolar com filmes de terror baseados nos assassinatos do maníaco Harlan Diehl. Mas quando ele e seu amigo Nate (Jonathan Keltz) passam a assistir ao conteúdo das imagens, inconscientemente desbloqueiam um mal que possui as suas vítimas, ameaçando expor o segredo mais profundo e secreto da cidade. O disco traz o filme com formato de tela widescreen anamórfico e áudio Dolby Digital 5.1. (T.O.: “Playback”).


Film de la semaine: «Looper»


Lorsque il y a n'importe quel film sur voyage dans le temps, la réaction des téléspectateurs dépend du groupe auquel ils appartient: les amoureux de science-fiction, et le personnel "normal", qui ne comprend pas vraiment ces allées et venues dans le temps.Cela pourrait être une réaction à «Looper», n'était pas le détail du film étant hors du commun.
Après l'histoire du héros, Joe (Joseph Gordon-Levitt), en 2042, le monde semble un peu plus pire, avec beaucoup des très pauvres, quelques riches et des criminels qui profitent de la situation.
Joe est un looper, un assassin professionel, recruté par une organisation criminelle pour tuer des gens indésirables par le groupe. La différence est que ces personnes sont envoyées à partir de l'avenir, trente ans plus tard, quand les voyages dans le temps sont déjà inventés, mais la police est beaucoup plus efficace pour enquêter sur les crimes. La solution? Envoyez-les au passé, où ils seront abattus et détruits.
Le groupe est dirigé par Abe (Jeff Daniels), qui est venu du futur pour recruter les loopers et de les garder sous contrôle. Les loopers remplissent leur rôle jusqu'au jour où ils sont déchargés, ils reçoivent une petite fortune pour se tuer ils mêmes âgés de trente ans, et vivrent une vie facile, sachant que ça vas avoir un temps limité.
Le système commence à devenir bizarre quand les loopers commencent à être licenciés en masse et viennent des rumeurs selon lesquelles un nouveau leader dans l'avenir, met en œuvre un système de terreur, avec d'extermination de masse de la population.
Quand c'est son tour, le jeune Joe est surpris par son ancienne version (Bruce Willis), qui parvient à échapper à la exécution, et tente de l'avertir l'autre de ce qui se passera dans le futur.
Le vieux Joe s'est donné pour mission de tuer le nouveau leader tout comme un enfant, pour changer l'avenir, et d'éviter ainsi la mort de la femme qu'il a épousée. Mais les choses ne sont pas faciles, parce que même le jeune Joe n'est même pas un peu convaincu des plans de sa version agée.
Comme trois enfants sont été nés le même jour et l'heure, il y a doute sur qui sera le leader de l'avenir.  Le jeune homme est chargé d'aller à l'une des adresses que le vieux Joe cherchera d'autres.
À l'adresse, une ferme, le jeune Joe conais Sara (Emily Blunt), une jeune mère célibataire qui vit avec son fils Cid (Pierce Gagnon). Bien que Sara cherche vivre le plus solitaire possible, elle accepte, à contrecoeur, que Joe reste sur sa propriété, a fin de protéger le garçon.
Nous découvrons rapidement que Cid n'est pas aussi innocente qu'il apparaît et, il a certains pouvoirs qui peuvent avoir causé la mort de la sœur de sa mère.
Mais la confrontation est inévitable, parce que même si a besoin de faire face à toute une armée de voyous et policiers, le vieux Joe est prêt à faire n'importe quoi pour sauver la femme qu'il aime - et qui lui a sauvé la vie, en l'enseignent un autre chemin, diferent de la haine et violence.
Il est curieux de voir comment ce film avec un argument tellement différent, a pratiquement passé inaperçu dans la presse traditionnelle. Le plus étonnant, c'est qu'il a été produit avec un budget de seulement 30 millions de dollars - que, pour Hollywood, est presque rien.
Mais en dépit de quelques effets spéciaux et décor futuriste, le point fort du film est le scénario, magnifiquement écrit pour Rian Johnson, et la bonne performance du casting, sans exagération, même Bruce Willis a une participation discrète.
Le thème du "voyage dans le temps" suit la ligne du futur variable, suivant la philosophie que votre avenir est déterminé par vos actions dans le passé.
Mais, l'approche encore plus intéressant - et qui passe presque inaperçue - est le message clair que la violence engendre plus de violence, et seulement en brisent ce paradigme est possible de transformer le cercle vicieux en vertueux.
«Looper» est sans aucun doute l'un des meilleurs films de l'année, et mérite d'être vu, discuté, et pensé, car il faut peu d'exercice philosophique pour reconnaître notre propre monde - et sans aucune machine du temps .


Movie of the Week: "Looper"


When we see a movie with time travel, the reaction of viewers depends on the group to which they belong: the sci-fi lovers adore, and the "normal" people do not really understand these comings and goings in time.This could be a reaction to "Looper", if there was not the detail of the movie being out of the commonplace.
Following the story of the hero, Joe (Joseph Gordon-Levitt), in 2042, the world seems a little worse, with many poor people, some rich, and criminals who take advantage of the situation.
Joe is a looper, a killer recruited by a criminal organization to kill people unwanted by the group. The difference is that these people are sent from the future, thirty years later, when time travel were invented, and the police is much more effective to investigate the crimes. The solution? Send them to the past, where they will be killed and destroyed.
The group is headed by Abe (Jeff Daniels), who came from the future to recruit the loopers and keep them under control. The loopers fulfill their role until the day they are discharged, they receive a small fortune to kill themselves, thirty years older, and go live an easy life, knowing that will have an final date.
The scheme starts to get weird when loopers start being laid off en masse, and there are rumors that a new leader in the future is implementing a regime of terror, with mass extermination of people.
When it is hisr turn, the young Joe is surprised by his older version (Bruce Willis), who manages to escape from execution, and tries to warn him of what is happening in the future.
The Old Joe took on the mission to kill the new leader even as a child, to change the future, and so prevent the death of the woman he married. But things are not easy, because even the young Joe is not even slightly convinced of the plans of his older version.
As three children was born on the same day and time, there is doubt about which one will be the leader of the future.  The young man is instructed to go to one of the addresses as the old Joe go seek the others.
In the address, a farm, the young Joe knows Sara (Emily Blunt), a young single mother who lives with her son Cid (Pierce Gagnon). Although Sara looks to live as recluse as possible, she accepts, grudgingly, that Joe remains on her property, to protect the boy.
We soon discover that Cid is not as innocent and unprotected as it appears, as he has some powers that may have caused the death of Sara's sister.
But the confrontation is inevitable, and even facing a whole army of thugs and policemen, the old Joe is willing to do anything to save the woman he loves - and that saved his life, teaching him a different path far from hate and violence.
It is curious how this movie with an argument so different, has virtually gone unnoticed in the mainstream press. The most amazing is that it was produced with a budget of only thirty million dollars - that, for Hollywood, is almost nothing.
But despite some special effects and futuristic setting, the strong point of the film is the script, beautifully written by Rian Johnson, and great acting from the cast, without exaggeration, even Bruce Willis has a discrete participation.
The theme of "time travel" follows the line of the changeable future, following the philosophy that your future is determined by your actions in the past.
But, the more interesting approach - and that goes almost unnoticed - is the clear message that violence begets more violence, and only breaking this paradigm is possible to turn the vicious circle into a virtuous one.
"Looper" is undoubtedly one of the best films of the year, and deserves to be seen, discussed, and thought, because it requires little philosophical effort to recognize our own world in it - and with no time machine .

Película de la Semana: "Looper"


Cuando se muestra una película con viajes en el tiempo, la reacción de los espectadores depende del grupo al que pertenece: los amantes de la ciencia ficción, y las personas "normales", que no entienden muy bien estas idas y venidas en el tiempo. Esto podría ser la reacción a "Looper", no fuera el detalle de que esta película está fuera del hogar común.
De acuerdo com la narration del héroe, Joe (Joseph Gordon-Levitt), en 2042, el mundo parece un poco peor, con muy pobres, algunos ricos y criminales que se aprovechan de la situación.
Joe es un looper, un asesino contratado por una organización criminal para matar a personas no deseadas por el grupo. La diferencia es que estas personas son enviados desde el futuro, treinta años más tarde, cuando se inventaron los viajes en el tiempo, y la policía es mucho más eficaz para investigar los crímenes. ¿La solución? Enviarlos al pasado, donde serán ejecutados y destruidos.
El grupo es dirigido por Abe (Jeff Daniels), que vino desde el futuro para reclutar a los loopers y mantenerlos bajo control. Los loopers cumplen su función hasta el día en que son dispensados, reciben una pequeña fortuna para matar a sí mismos, treinta años más viejos, y van a vivir una vida fácil, sabiendo que esta tendrá un período de validez.
El plan empieza a quedar sospecho cuando loopers son despedidos en masa, y vienen los rumores de que un nuevo líder en el futuro, está implementando un régimen de terror, con el exterminio masivo de personas.
Cuando llega su turno, el joven Joe es sorprendido por su versión más vieja (Bruce Willis), que logra escapar de la ejecución, y trata de advertirle de lo que va a suceder en el futuro.
El viejo Joe asumió la misión de matar al líder nuevo, como niño, para cambiar el futuro, y así evitar la muerte de la mujer con quien se casó. Pero las cosas no son fáciles, ya que mismo el joven Joe no es ni siquiera un poco convencido de los planes de su versión mayor.
Como tres niños nacieron el mismo día y hora, hay duda acerca de cuál va a ser el líder del futuro.  El joven es instruido para ir a una de las direcciones, mientras que el viejo Joe buscará los otros.
En la dirección, una granja, el joven Joe encuentra Sara (Emily Blunt), una joven madre soltera que vive con su hijo Cid (Pierce Gagnon). Aunque Sara prefiere vivir tan recluso que sea posible, ella acepta, de mala gana, de que Joe se queda en su propiedad para proteger al niño.
Pronto descubrimos que Cid no es tan desprotegido y inocente como parece ser, ya que tiene algunos poderes que pudo haber causado la muerte de la hermana de Sara.
Pero la confrontación es inevitable, porque aunque tengas que enfrentar a todo un ejército de matones y policías, el viejo Joe está dispuesto a hacer cualquier cosa para salvar a la mujer que ama - y que le salvó la vida, enseñándole un camino diferente del odio y violencia.
Es curioso cómo esta película con un argumento tan diferente, prácticamente ha pasado desapercibido en la prensa generalista. El más sorprendente es que fue producida con un presupuesto de sólo treinta millones de dólares - que, por Hollywood, es casi nada.
Pero a pesar de algunos efectos especiales y ambientación futurista, el punto fuerte de la película es el guión, escrito maravillosamente por Rian Johnson, y gran actuación del elenco, sin exageración, incluso Bruce Willis que tiene una participación discreta.
El tema de "viaje en el tiempo" sigue la línea de un futuro cambiante, siguiendo la filosofía de que su futuro es determinado por sus acciones en el pasado.
Sin embargo, el enfoque aún más interesante - y que pasa casi desapercibido - es el claro mensaje de que la violencia engendra más violencia, y sólo rompiendo este paradigma es posible transformar el círculo vicioso en virtuoso.
"Looper" es sin duda una de las mejores películas del año, y que merece ser visto, discutido, y el pensado, porque se necesita poco ejercicio filosófico para reconocer nuestro propio mundo en él - y sin máquina del tiempo .